sábado, 30 de julho de 2022

Pastor Chama as Testemunhas de Jeová de Igreja!

 A organização Testemunhas de Jeová afirma ser o único grupo cristão verdadeiro em todo o mundo. Diz que todas as outras igrejas, sejam católicas ou protestantes, ensinam coisas erradas e que qualquer pessoa que não seja Testemunha de Jeová será destruída por Deus. Entretanto, os fatos mostram que esse grupo é uma seita enganosa.

 

 
 
Fonte:CACP

 

Diferenças entre Seita e Igreja

 

 
 

Seita // Igreja

Aspecto Sociológico
===================

SEITA-> 1.Movimento religioso de minorias.
IGREJA> 1.Movimento religioso geralmente de maiorias.

SEITA-> 2.Centralizada em torno de um líder carismático e de uma doutrina.
IGREJA> 2.Centrada numa doutrina.

SEITA-> 3.A relação com a sociedade é de ruptura, de desconfiança.
IGREJA> 3.Compromete-se com a sociedade buscando servi-la, melhora-la.

SEITA-> 4.Seletiva.
IGREJA> 4.Universalista.

SEITA-> 5.Especializada em setores de classes e/ou populações.
IGREJA> 5.Promove a utopia da sociedade sem classes (todos iguais em seu interior).

SEITA-> 6.O ingresso é voluntário.
IGREJA> 6.Ingresso involuntário (ex.: batismo de crianças) e voluntário.

SEITA-> 7.Audácia, sentido de heroicidade.
IGREJA> 7.Pertencer a ela torna-se algo tradicional.

SEITA-> 8.Símbolos externos como identificadores do fiel (ex.: vestimenta, aspecto físico).
IGREJA> 8.Geralmente não há mostras externas.


Aspecto Teológico:
==================

SEITA-> 1.Fé e salvação somente existem em seu interior.
IGREJA> 1.Comunica a fé e a salvação, mas não as tem em seu poder.

SEITA-> 2.Fé coletiva.
IGREJA> 2.Fé individual.

SEITA-> 3.O contato com a divindade é exclusividade dela e de seus adeptos.
IGREJA> 3.O contato com a divindade é extensivo, universal. É uma possibilidade extensiva a todos.

SEITA-> 4.Recompensas claras e próximas.
IGREJA> 4.Recompensas simbólicas futuras e não definidas.


Aspecto Eclesiástico:
=====================

SEITA-> 1.Comunidade, refúgio contra o mundo (a graça reside na instituição).
IGREJA> 1.Comunidade, meio de serviço ao mundo (dispenseira da graça).

SEITA-> 2.Não há fiéis fora do grupo institucional.
IGREJA> 2.A distância institucional não prejudica a fé dos fiéis.

SEITA-> 3.Invade toda a vida do fiel, é controladora.
IGREJA> 3.Embora a fé seja totalizadora, a vida cotidiana do fiel não é controlada pela instituição.

SEITA-> 4.Proselitismo intenso.
IGREJA> 4.Passividade proselitista.


Aspecto Litúrgico:
==================

SEITA-> 1.Cerimoniais herméticos, somente para iniciados.
IGREJA> 1.Liturgias abertas, evidentes, não secretas.


Aspecto Doutrinário
===================

SEITA-> 1.Somente ela proclama a verdade.
IGREJA> 1.A verdade transcende a instituição e pode expressar-se fora dela.

SEITA-> 2.Doutrinas simples e claras.
IGREJA> 2.Doutrinas elaboradas e complexas.

SEITA-> 3.Discurso especializado por setores sociais de interesse.
IGREJA> 3.Discurso de âmbito universal.

Aspecto Econômico:
==================

SEITA->1.Bens e dinheiro do fiel são para a seita.
IGREJA>1.Apoio econômico à igreja como ato voluntário do fiel (dízimos, ofertas e primícias).

Fonte::Bíblia Apologética


A Letra Mata?

 

 


A marginalização do estudo teológico

Deus existe? Quem é Deus? Onde Deus está? Para onde vou após a morte? Existe céu? Existe inferno? Devo crer na Bíblia como Palavra de Deus?

Todos os cristãos que algum dia já se detiveram na reflexão destas simples, mas inquietantes interrogações, experimentaram, ainda que inconscientemente, momentos de meditações teológicas, pois a teologia é uma matéria importante e inerente a todos os crentes que, de forma inevitável, contemplam os mistérios da vida e as revelações divinas.

Neste sentido estrito, podemos afirmar que todos os membros das nossas igrejas são teólogos, mesmo que ignorem ou até abdiquem desta condição. Se mergulharmos ainda um pouco mais no assunto, e num sentido mais amplo que o acima mencionado, poderíamos dizer que todo indivíduo de bom senso, que possua um conceito formalizado acerca de um ser divino superior, independente de seu credo, é um teólogo. Cada religião possui a sua “teologia”.

Definindo o termo

Mas, afinal, o que é teologia cristã?

Na perspectiva da teologia acadêmica e histórica, uma resposta objetiva e clássica seria: “fé em busca de entendimento”. Orientados por este significado, perceberemos que o genuíno desígnio da teologia acadêmica não deve ser o exame da Bíblia, de forma indiscriminada e leviana, para construir doutrinas que justifiquem uma crença. Muito pelo contrário, o teólogo cristão deve utilizar a teologia para compreender melhor aquilo que previamente expressa o texto bíblico, a despeito das suas crenças.

Os assassinos da letra

Não obstante a todas estas ponderações, não é difícil encontrar opositores do estudo teológico entre os mais diversos grupos religiosos. Em verdade, esse comportamento é peculiar em muitos deles. Entretanto e lastimavelmente, isso é constatado também no seio da igreja evangélica.

Geralmente, o texto áureo e justificativo desse posicionamento encontra-se nas conhecidas palavras do apóstolo Paulo, que dizem: “O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica” (2Co 3.6; grifo do autor). Eis aí a questão que lança os fundamentos para a hostilidade de alguns em relação ao estudo teológico.

Pois bem, se o apóstolo Paulo declara que a letra mata, então este fato é conclusivo. O que alguns precisam descobrir é quem de fato é essa “assassina”.

O que nos move a ressaltar este ponto é o fato de que essa “tal letra”, mencionada pelo apóstolo, tem sido alvo de distorções, prejudicando o desenvolvimento do ensino na igreja. É verdade que essa objeção ao estudo teológico é defendida por cristãos sinceros, mas que deliberaram marginalizar o estudo teológico acreditando ser uma atitude louvada pela Bíblia.

É curioso e contraditório, ao mesmo tempo. Mas o fato é que essa tal “letra que mata” vem tendo seu verdadeiro sentido também assassinado por alguns que a tentam interpretar. São aqueles a quem podemos chamar de “os assassinos da letra”. Se você, porventura, se identifica como um dos tais, por favor, não se ofenda! A verdade é que essa repulsa tem no mínimo duas razões para existir. Proponho refletir um pouco mais sobre estas duas questões e depois retornamos ao “homicídio espiritual causado pela letra”, o qual supostamente Paulo teria apregoado.

A marginalização da teologia

Quais seriam os fatores que cultivam esta marginalização?

Antes de qualquer palavra, é fundamental esclarecer que não é nossa finalidade aqui censurar a devoção autêntica de nossos irmãos. A sinceridade de sua fé não está em discussão. Até porque, um dos fatores que mais ajudam a alimentar a rejeição da teologia encontra raízes nos próprios teólogos.

Conversando com uma missionária, algum tempo atrás, fui interpelado com uma questão que, de certa forma, reflete o julgamento de muitos membros de igrejas em relação à teologia. Ela questionava por que os teólogos são tão apáticos em sua piedade e testemunho cristão. Não quero aqui entrar em méritos, como, por exemplo, discutir essa generalização injusta ou o que está escondido atrás do conceito de apatia. Todavia, e inegavelmente, não se exige muitos esforços para identificar comportamentos teológicos que instigam a rejeição da teologia. Esse estereótipo pejorativo parece ser preservado por alguns poucos teólogos, mas acabam por macular toda a classe. O orgulho intelectual, a racionalização vazia, as conjeturas e especulações são tidos como alguns frutos nocivos da teologia. E se torna mais grave ainda quando tais frutos são vindos de pessoas que conhecem as Escrituras e que por isso deveriam proceder totalmente ao contrário.

Contudo, em detrimento deste comportamento que, sabemos, não atinge os teólogos comprometidos com a Palavra de Deus, existem ainda outras objeções alicerçadas no desconhecimento bíblico. Logicamente, é muito mais confortável escolher os mitos e as lendas do que cultivar uma fé racional, pois esta vai exigir uma atitude trabalhosa em busca do conhecimento, enquanto que aquelas conservam os fiéis na inércia, fazendo-os concordar, sem qualquer exercício mental, com tudo o que ouvem. Como disse o grande teólogo Agostinho: “Deus não espera que submetamos nossa fé sem o uso da razão, mas os próprios limites de nossa razão fazem da fé uma necessidade”. Eis aqui o matrimônio entre a fé e a razão!

Outro fator a ser considerado é que o estudo teológico é marginalizado porque ele incomoda, é inconveniente. É como se fosse uma pedra no sapato dos manipuladores da Bíblia. Quanto menos conhecimento as pessoas possuírem, mais facilmente serão controladas. É um comportamento assumido pelas seitas, nas quais o líder se encarrega de pensar pelos adeptos e implanta um método sutil de controle total.

Enquanto a teologia se opor aos modismos e ventos de doutrinas que não coadunam com a Palavras de Deus e que levam muitos crentes à fantasias místicas e subjetivas que beiram à heresias, ela continuará sendo menosprezada.

A letra mata?

Retomando a questão, mas respeitando seu contexto bíblico, alertamos que a letra a que Paulo se referiu não pode ser identificada como sendo o estudo (conhecimento) teológico. Até porque o apóstolo era um dos doutores da igreja (At 13.1) e jamais poderia pensar assim. Acreditamos que são dispensáveis aqui quaisquer comentários sobre a erudição e a aplicação de Paulo aos estudos. Isso é uma prova cabal dos benefícios da educação teológica!

Acerca de Coríntios 2.6, Paulo estava falando sobre a superioridade da nova aliança sobre a antiga. A morte causada pela letra realmente é espiritual, porém, é bom salientar que se trata de uma alusão ao código escrito da lei mosaica. A lei mata porque demanda obediência irrestrita, mas não proporciona poder para isso. É representada pelas tábuas de pedra (3.3). Por outro lado, o espírito vivifica porque escreve a lei de Deus em nossos corações, trazendo-nos a vida em medida muito maior do que realizava sob a antiga aliança. É representado pelas tábuas da carne (3.3). Portanto, como podemos ver, o texto comentado não fundamenta, em qualquer instância, a rejeição aos estudos teológicos.

Por que teologia?

Os teólogos leigos, ainda que inconscientemente, se beneficiam da educação teológica. Criticam o estudo teológico, mas lançam mão dele. Todo o legado doutrinário que usufruímos hoje foi preservado por causa do zelo impetrado pelos teólogos que formalizaram a fé por meio de credos, confissões e outras obras. As doutrinas cristãs sobreviveram ao tempo porque o Espírito Santo se encarregou de inspirar e levantar teólogos comprometidos com a fé! O estudo da teologia é um instrumento indispensável para o saudável desenvolvimento da Igreja. Todos nós precisamos da teologia!

Os teólogos leigos deveriam reconhecer o auxílio que recebem dos teólogos acadêmicos e as duas classes representadas, de mãos dadas, deveriam seguir o conselho de Pedro, um teólogo que não possuía a erudição de Paulo, mas que conseguiu equacionar a questão ordenando o crescimento na graça e no conhecimento, concomitantemente (2Pe 3.18).

Dessa forma, o evangelho sairá ganhando e cada membro da igreja estará no seu posto, lapidando o aperfeiçoamento dos santos, para a edificação do corpo de Cristo, segundo o ministério que lhe for confiado por Deus (Ef 4.11,12).

Sobretudo, e finalmente, nosso desejo e oração é para que consigamos aplicar a teologia à nossa vida. Se fracassarmos neste intento, a teologia não será mais que mera futilidade.

Que o Senhor nos guie ao genuíno conhecimento de suas revelações, pelo seu amor e para a sua glória!

Por Elvis Brassaroto Aleixo

Extraído da Revista Defesa da Fé/CACP


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

POLÍTICANova diretoria da Frente Parlamentar Evangélica toma posse; Eli Borges é o novo porta-voz

 Posse aconteceu após o primeiro culto do ano realizado na Câmara dos Deputados com a preleção do pastor Juanribe Pagliarin

 

 

  

Aconteceu na manhã desta quarta-feira (16) o primeiro culto do ano de 2022 realizado pela Frente Parlamentar Evangélica na Câmara dos Deputados, em Brasília.

O culto teve a direção do deputado Pastor Eurico e preleção do Pastor Juanribe Pagliarin, da Comunidade Cristã Paz e Vida.

Pagliarin falou sobre Daniel e levou os presentes à uma reflexão sobre fidelidade a Deus e comprometimento.

  

 Pagliarin falou sobre Daniel e levou os presentes à uma reflexão sobre fidelidade a Deus e comprometimento.

O culto foi transmitido ao vivo pelo Facebook do deputado federal Sóstenes Cavalcante, novo presidente da Frente Parlamentar Evangélica.

Na ocasião, também houve a Solenidade de Posse da nova diretoria da FPE que conta com nomes como Eduardo Bolsonaro e Hélio Lopes como integrantes. Além disso, o deputado federal Eli Borges passa a ser o porta-voz da Frente, juntamente com o pastor Otoni de Paula (RJ). Já o pastor Marco Feliciano será o vice-presidente da Frente.

Conheça os integrantes da mesa:

Presidente: Sóstenes Cavalcante

Porta-Voz de Plenário
Dep: Eli Borges
Dep. Otoni de Paula

Capelão: Dep Pr. Eurico

Vice-presidente : Dep. Marco Feliciano
Vice-presidente : Dep. Silas Camara
Vice-presidente : Dep. Lincoln Portela
Vice-presidente : Dep. Cezinha de Maureira
Vice-presidente : Dep. Luiz Miranda
Vice-presidente : Sen. Marcos Rogério
Vice-presidente : Dep. Roberto Alves

Tesoureiros:
Dep. Leo Motta
Dep. Hélio Lopes

Titulares:
Dep. João Campo
Dep. Gilberto Nascimento
Dep. Abilio Santana
Dep. Alex Santana

Suplentes:
Dep. Jaziel
Dep. Roberto de Lucena
Dep Felipe Barros

Secretariado da Mesa

Dep. Eduardo Bolsonaro
Dep. Lauriete
Dep. Greyce Elias
Dep. Davi Soares
Dep Paulo Freire
Dep. Celina Leão
Sen. Zequinha Marinho

Vogais
Dep. Alan Rick
Sen. Daniela Ribeiro

Fonte: JMNotícias