quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

As 10 melhores musicas gospel para jovens






1-Leonardo Golçalves (sublime) 2-Perto de você (Ministério Zoe) 3- Graça(Priscila Alcântara) 4- Meu primeiro Amor (Priscila Alcântara) 5- Quando a luz Se Apagar (Ministério Zoe) 6-Quero Agradecer (Priscila Alcântara) 7- No silêncio(Ministério Zoe ) 8-A Cruz (Priscila Alcântara) 9-Você Me Leva Ao Deserto (Ministério Zoe) 10-Nossa Canção ( Gabriela Rocha e Leonardo gonçalves)

Fonte:Prostrados em Cristo - You Tube

Professor vê quebra de hegemonia católica no Brasil por evangélicos como risco ao Estado laico

TIAGO CHAGAS


A ascensão das forças políticas oriundas do segmento evangélico no Brasil – em franca expansão desde o início dos anos 2000 – é um fator importante para a compreensão do movimento que resultou na eleição de Jair Bolsonaro. Porém, na visão do professor Roberto Romano, o crescimento dos evangélicos é uma ameaça ao Estado laico.
Romano é professor de Ética e Filosofia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e produziu um artigo fazendo associação da presença evangélica na política à dominação católica no Brasil nos séculos em que o país foi colônia de Portugal e também durante a fase do Império, quando o catolicismo era a religião oficial, embora se permitisse a adesão a outras crenças.
“Com Bolsonaro quebra-se o elo entre ordem eclesial e sociedade civil. Desde 1500 o catolicismo teve hegemonia nos assuntos do Estado. Ainda agora majoritário, ele foi decisivo no controle ético e político do Brasil. A partir do século 20 sua importância diminui e hoje ele enfrenta movimentos evangélicos que aplicam, para se expandir, estratégias do moderno marketing“, contextualizou o professor.
Segundo Romano, “nossa terra não gerou a República sonhada pelos que, desde a colônia, lutam por um país livre e laico”. Com a chegada de Bolsonaro à presidência, o professor entende que “sai o mando teológico-político católico, igual pretensão protestante bate às portas”.
Indicando apreço ao secularismo, o professor diz que “desde o Renascimento a Igreja [Católica] se coloca contra os regimes de liberdade e democracia”, e sugere que os evangélicos seriam atores com iguais pretensões. “Ao reagir à Reforma [Protestante] ela definiu uma pauta contra o âmbito secular”, acrescenta o professor, que lista, em seu artigo, diversas iniciativas de oposição eclesiástica à “modernidade e ao liberalismo”.
“No Brasil, Rui Barbosa luta em prol do Estado laico […] desenvolve as bases jurídicas que separam os campos religioso e político”, recapitula Romano, referindo-se à atuação do jurista nos anos que precederam Constituição de 1891, que instituiu a conceito de laicidade ao Estado brasileiro, dois anos depois do golpe militar que derrubou o Império e instituiu a República.
O professor – autor do livro Razões de Estado e outros estados da Razão – pontua que “a Igreja, antes base do poder, é reduzida à forma privada”, o que não foi bem aceito pelas lideranças religiosas à época: “As pressões católicas para retomar o status anterior à Carta de 1891 levaram-na a apoiar a ditadura Vargas, na qual obteve vitórias. A presença católica na educação foi estratégica”, recapitulou.
A ditadura de Getúlio Vargas permitiu, segundo o professor, que os católicos continuassem sua “luta contra o modernismo, o liberalismo, o protestantismo e outros ismos odiosos à hierarquia”.
Toda essa revisão histórica feita pelo articulista deságua na especulação de que os evangélicos brasileiros pretendem emplacar uma hegemonia que traria riscos ao Estado laico: “Hoje o país está perto de nova aliança entre sacerdotes e políticos. O presidente eleito proclama não sermos um Estado laico, mas cristão (sic). Importa recordar que as sementes teológico-políticas foram disseminadas pela Igreja Católica. Os evangélicos aproveitam o solo adubado, em séculos, pelos integristas, que sorvem o próprio remédio aplicado por eles à vida nacional”, critica Roberto Romano.
Confira a íntegra do artigo “Sobre o Estado laico”, publicado no jornal O Estado de S. Paulo:
As incertezas da vida brasileira, no instante em que assume um governo incerto no plano religioso, exigem cautela. Com Bolsonaro quebra-se o elo entre ordem eclesial e sociedade civil. Desde 1500 o catolicismo teve hegemonia nos assuntos do Estado. Ainda agora majoritário, ele foi decisivo no controle ético e político do Brasil. A partir do século 20 sua importância diminui e hoje ele enfrenta movimentos evangélicos que aplicam, para se expandir, estratégias do moderno marketing. Mas o modelo de tal proselitismo foi a Propaganda Fidei (1622, obra jesuítica). Nossa terra não gerou a República sonhada pelos que, desde a colônia, lutam por um País livre e laico. Sai o mando teológico-político católico, igual pretensão protestante bate às portas. Inglaterra, França, Estados Unidos, parte dos países civilizados definiram as balizas da liberdade ao separar Igreja e Estado. Aqui a fachada sobrenatural integra governos à esquerda ou direita.
Para garantir semelhante dinâmica o catolicismo foi essencial. Desde o Renascimento a Igreja se coloca contra os regimes de liberdade e democracia. Ao reagir à Reforma ela definiu uma pauta contra o âmbito secular. Trento marcou a plataforma reativa diante do mundo moderno, algo que permaneceu até o Concílio Vaticano II. Uma idiossincrasia da forma romana foi o veto à modernidade e ao liberalismo. Até o século 20 cátedras universitárias católicas exigiam dos professores o juramento contra as ideias laicas. Dizia Pio X no Motu Proprio Praestantia: “Os modernistas são os piores inimigos da Igreja, o modernismo é reunião de todas as heresias” (1907). Desde o Syllabus (1864) a guerra contra os “erros” do Estado e da sociedade civil é movida pela Santa Sé, que exige adesão incondicional do clero e dos leigos. O juramento contra as doutrinas liberais modernas encontra-se no Motu Proprio Sacrorum Antistitum (1910), do mesmo Pio X. 
Já na era das Luzes Clemente XIII escreveu um rascunho de encíclica (Quantopere Dominus Jesus), onde reafirmava que o desejo de verdade é natural no homem. Mas tal anelo “o Espírito Santo quer refrear, como prova o Eclesiastes”. O pontífice ordena que os fiéis se abstenham de pesquisas sobre o saber científico. Tal mote atravessa o ensino da Igreja do Index Librorum Prohibitorum (1559, só abolido em 1966) aos acordos com Mussolini e Hitler. O alvo maior foi atenuar a prática política autônoma dos católicos. A Concordata com o governo hitlerista impediu a ação política das forças religiosas. Mesmo os conservadores do Zentrum tiveram diminuída, pelo Vaticano, sua ojeriza ao totalitarismo. 
Os liberais católicos da Alemanha e do mundo, desde o século 19, são derrotados pelo setor ultramontano. Este reforça o mando absoluto do papa e gera o dogma da infalibilidade, o que impede todo diálogo ou ação conjunta de católicos e liberais. No Brasil Rui Barbosa luta em prol do Estado laico, escreve um prefácio (mais longo do que o livro original) ao volume de Johann Joseph Ignaz Dollinger O Papa e o Concílio, 1877. O civilista desenvolve as bases jurídicas que separam os campos religioso e político. Ele antecipa a Constituição de 1891, que ordena: “Todos os indivíduos e confissões religiosas podem exercer publica e livremente o seu culto, associando-se para esse fim e adquirindo bens, observadas as disposições do direito comum (…). A República só reconhece o casamento civil, cuja celebração será gratuita (…). Os cemitérios terão caráter secular e serão administrados pela autoridade municipal, ficando livre a todos os cultos religiosos a prática dos respectivos ritos em relação aos seus crentes, desde que não ofendam a moral pública e as leis. (…). Será leigo o ensino ministrado nos estabelecimentos públicos. (…) Nenhum culto ou igreja gozará de subvenção oficial, nem terá relações de dependência ou aliança com o Governo da União, ou o dos Estados”.
Para notar a diferença entre o afastado na Carta e as formas institucionais anteriores, tomemos a Constituição de 1824: “A religião católica apostólica romana continuará a ser a religião do Império. Todas as outras religiões serão permitidas com seu culto doméstico ou particular, em casas para isso destinadas, sem forma alguma exterior de templo” (citado por F. S. L. Azevedo Ferreira: A liberdade religiosa nas Constituições brasileiras e o desenvolvimento da Igreja Protestante). Cemitérios abertos a todos (só aos católicos eram eles reservados), educação laica (a religião omitida dos bancos escolares). A Igreja, antes base do poder, é reduzida à forma privada. As pressões católicas para retomar o status anterior à Carta de 1891 levaram-na a apoiar a ditadura Vargas, na qual obteve vitórias. A presença católica na educação foi estratégica. 
E segue sob Getúlio a luta contra o modernismo, o liberalismo, o protestantismo e outros ismos odiosos à hierarquia. E logo as cruzadas: da boa imprensa, do bom cinema, da LEC, a Liga Eleitoral Católica, a reunião de “autoridades civis, militares, eclesiásticas”. Em congressos eucarísticos a Igreja exige privilégios (Romualdo Dias, Imagens de Ordem, a doutrina católica sobre autoridade no Brasil, 1922-1933). Como a França, o Brasil é consagrado à soberania espiritual com o Cristo Redentor. Com Vargas brotam as censuras, os processos torcionários, os exílios (os administradores do jornal O Estado de S. Paulo passam por eles), os atentados aos direitos humanos (Sobral Pinto evoca a lei de proteção dos animais em defesa de Prestes). Tais vilipêndios escapam à atenção católica. Importa vencer a modernidade, o liberalismo, o socialismo. 
Hoje o País está perto de nova aliança entre sacerdotes e políticos. O presidente eleito proclama não sermos um Estado laico, mas cristão. Importa recordar que as sementes teológico-políticas foram disseminadas pela Igreja Católica. Os evangélicos aproveitam o solo adubado, em séculos, pelos integristas, que sorvem o próprio remédio aplicado por eles à vida nacional.
Fonte: Gospel+

“Esse é o maior trabalho da minha vida”, diz ator que interpreta Jesus em novela da Record



Apesar de ser uma simples novela e não retratar com fidelidade os evangelhos da Bíblia, a trama “Jesus”, transmitida pela Rede Record em horário nobre às 20h45, inspira a fé de muitas pessoas ao narrar fatos sobre a vida do Filho de Deus, e não só os telespectadores, mas também os atores da produção, como Dudu Azevedo, que faz o personagem principal.

Questionado se o trabalho de alguma forma impacta a sua vida pessoal com Deus, Dudu foi bem taxativo: “Sem sombra de dúvida, estou mais próximo Dele, mas eu já pratico a minha fé”, disse ele ao Diário da Região, destacando que isso aumenta o seu comprometimento com o que Jesus Cristo nos ensina através da Bíblia.


“Tenho fé em Deus, em nosso Senhor Jesus Cristo e em mim mesmo, em meu comprometimento com Ele, com a minha comunhão com o dogma do amor, da generosidade, tudo aquilo que Jesus nos ensinou e continua nos ensinando”, explica.

“É um personagem tão grandioso”
O ator ressalta que nunca imaginou interpretar a figura de Jesus, a quem considera um personagem grandioso e almejado por muitos profissionais. “É um personagem tão grandioso e acredito que tantos atores gostariam de fazer esse personagem. Mas nunca imaginei”, acrescenta.

O ator contou que fazer esse papel significa obter uma grande oportunidade, algo que ficou marcado quando fez a gravação da crucificação no Marrocos, devido às condições difíceis e semelhantes ao ambiente onde realmente ocorreu o julgamento, morte e ressurreição de Cristo.

“Contar esta história e encerrar um dia de trabalho duro, longo, com a sensação térmica de 53 graus, com uma maquiagem pesada que demorou cinco horas e carregando uma cruz de 70 quilos. Ao fim de cada dia, eu olhava para o céu ou então nas minhas orações diárias no meu quarto e agradecia por esta oportunidade, porque isso que está acontecendo justifica a perseverança. Esse é o maior trabalho da minha vida”, conclui Dudu.

Fonte: Gospel+

Mãe incentivou filho de quatro anos a ser transgênero

Influenciada por terapeuta, Molly facilitou a transição de gênero oferecendo brinquedos e roupas de menina

por Cris Beloni

Molly e Grace

Molly é uma moradora de São Francisco, Califórnia (EUA) que decidiu apoiar seu filho de apenas quatro anos a fazer uma “transição de gênero” para se tornar uma “garota transgênero”. Ela justificou dizendo que o menino não poderia crescer deprimido.
Agora com sete anos, ele é conhecido por Gracie. “Gracie aproveitou todas as oportunidades para nos dizer que era uma menina. Ele se identificava com alguma garota num livro ou num show. Dizia que era uma princesa”, contou a mãe.
Molly e seu marido disseram em entrevista a rede KQED que até tentaram desencorajar a identidade transgênero comprando carrinhos, dinossauros e super-heróis.
Mas um terapeuta que lida com casos de transição encorajou os pais a deixar o menino viver a vida de uma menina, incluindo brinquedos e roupas. “Não queria que ele tivesse vergonha de ser quem ele é”, lembrou.
Por outro lado, Glenn T. Stanton, que dirige estudos de formação de família, no Focus on the Family, disse que as pesquisas apontam para um grande número de crianças transexuais que retornam ao seu gênero biológico (73 a 98%).
“Essa é a principal razão pela qual os médicos europeus e americanos não recomendam que os pais facilitem o desejo dos filhos de fazer a transição para outro sexo antes da puberdade”, alertou.
“Essa experiência pode ser perturbadora para os pequenos”, concluiu.
GPrime

Lulu não foi arrancada dos braços da família, diz Damares sobre matéria da Época

Globo ataca mais uma vez a Ministra Damares Alves

Nota da ministra contesta todas as afirmações da publicação da Editora Globo

Damares Alves

A revista Época desta semana traz em sua capa uma reportagem com o título “A branca levou a Lulu” dando a entender que Damares sequestrou a menina.
Lulu Kamayurá deixou a aldeia no norte do Mato Grosso há 15 anos, quando tinha apenas 6 anos. Segundo a reportagem, a avó paterna, Tanumakaru, diz que Damares e Márcia Suzuki levaram a menina “na marra” para tratar seus dentes e Lulu nunca mais retornou à aldeia.
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos emitiu uma nota para desmentir a revista e dizer que não arrancou a menina de sua família, mas que recebeu autorização de seus parentes para levá-la para tratamentos de saúde em Brasília.
“Lulu não foi arrancada dos braços dos familiares. Ela saiu com total anuência de todos e acompanhada de tios, primos e irmãos para tratamento ortodôntico, de processo de desnutrição e desidratação. Também veio a Brasília estudar”, garante Damares.
A nota diz também que “Damares é uma cuidadora de Lulu e a considera uma filha”, pois os trâmites para a adoção legal não foram feitos. “Como não se trata de um processo de adoção, e sim um vínculo socioafetivo, os requisitos citados pela reportagem não se aplicam. Ela nunca deixou de conviver com os parentes, que ainda moram em Brasília”, completa a nota.
Damares também contesta a informação de que Lulu não voltou mais à aldeia. “Ela deixou o local com a família e jamais perdeu o contato com seus parentes biológicos.” Inclusive, pais, tios e irmãos de Lulu a visitam com frequência.
Leia na íntegra:
Nota pública sobre repercussões relacionadas à matéria da revista Época
Sobre as repercussões relacionadas à matéria da revista Época no processo de adoção de Lulu Kamayurá, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos esclarece os seguintes pontos:
  1. A ministra Damares Alves não estava presente no processo de saída de Lulu da aldeia. As duas se conheceram em Brasília.
  2. Lulu não foi arrancada dos braços dos familiares. Ela saiu com total anuência de todos e acompanhada de tios, primos e irmãos para tratamento ortodôntico, de processo de desnutrição e desidratação. Também veio a Brasília estudar.
  3. Damares é uma cuidadora de Lulu e a considera uma filha. Como não se trata de um processo de adoção, e sim um vínculo socioafetivo, os requisitos citados pela reportagem não se aplicam. Ela nunca deixou de conviver com os parentes, que ainda moram em Brasília.
  4. Lulu não foi alienada de sua cultura e passou por rituais de passagem de sua tribo.
  5. Lulu não é pessoa pública. É maior de idade. Não foi sequestrada. Saiu da aldeia com familiares, foi e é cuidada por Damares com anuência destes. Nenhum suposto interesse público no caso deveria ser motivo para a violação do direito a uma vida privada, sem tamanha exposição
Fonte: Gospel Prime

Pressionado, Maduro pede ajuda a religiosos: “sou um cristão de verdade”

“A cada dia que passa estou mais crente e tenho mais fé em Deus e na força de Cristo”, declarou o ditador venezuelano.


Nicolas Maduro

Cada vez mais pressionado interna e externamente, o presidente venezuelano Nicolás Maduro disse que não renuncia, mesmo diante da grave crise política e social imposta ao país pelo seu regime, considerado ditatorial.

Se no passado ele atacou evangélicos e lideranças católicas que o criticavam, agora Maduro apela aos religiosos por apoio. Durante o “Congresso Venezuelano de Cristãos pela paz”, realizado nesta quarta (30), ele pediu que todos “rezem” por ele.


Transmitido pela televisão estatal, durante o que acabou sendo uma mistura de culto e comício, um pastor intercedeu a Deus pela vida do presidente, de seus ministros e dos membros das Forças Armadas. Também expulsou do país de “todo demônio de guerra, todo demônio de divisão”.

Ao lado de sua mulher, Cilia Flores e da vice-presidente Delcy Rodríguez, Maduro recebeu as orações e depois fez uma longa declaração:

“Peço-lhe que rezem por mim, peço que me deem suas bênçãos e peço a paz e o futuro da Venezuela”, disse Maduro, que acrescentou: “Peço toda a força, a sabedoria, peço amor suficiente para levar o país a um destino melhor, para um destino mais elevado”.

Autodeclarado católico, o presidente da Venezuela afirma ser alvo de um plano do presidente dos EUA, Donald Trump, para matá-lo. “Eu sou um cristão de verdade, não um enganador, não como os fariseus hipócritas [referindo-se aos críticos]. Sou um cristão de Cristo. A cada dia que passa estou mais crente e tenho mais fé em Deus e na força de Cristo, porque ele me acompanha, me abraça, me protege com seu manto sagrado.”

Em diversas cidades do país, evangélicos têm convocado campanhas de oração pelo país. A maioria dos pastores já se manifestou favorável a que Juan Guaidó assuma a presidência.

A Confederação de Igrejas Cristãs na Venezuela reconheceu Guaidó com alguém “chamado para liderar a nação neste período de transição”. Os líderes evangélicos também pedem pelo “fim da ditadura”, clamando para que cesse “a usurpação da Presidência da República” e que sejam realizadas “com urgência eleições livres no âmbito de um acordo nacional.”


Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Bíblia Sagrada




1 Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
2
Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.
3
Porquanto, o que a lei não podia fazer, visto como estava fraca pela carne, Deus, enviando seu próprio Filho em semelhança da carne pecaminosa, e como oferta pelo pecado, condenou o pecado na carne;
4
para que a justiça da lei fosse cumprida em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
5
Porque os que são segundo a carne, têm a mente nas coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.
6
Porque a mentalidade carnal é morte; mas a mentalidade espiritual é vida e paz.
7
Porquanto, a mentalidade carnal é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem de fato, pode ser.
8
Então, os que estão na carne não podem agradar a Deus.

O Falso feminicídio - Desmascarando as feminazis - E agora Maria do Rosário, o que é isso?

As Falsas estatísticas mostram que não existe nas estatísticas as mortes contra homens cometidos por mulheres que são muito maiores. o homem não é tratado como igual A mulher como este na constituição.





E agora PSOL, PT, PC do B... 

Decisão De Deixar Lula Ir A Enterro Causou ‘Perplexidade’ Entre Militares


Causou enorme “perplexidade” entre militares das Forças Armadas a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que acolheu parte do pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, autorizando que ele se deslocasse a uma unidade militar na região do ABC, em São Paulo, para se encontrar com familiares por causa da morte do seu irmão, Genival Inácio da Silva, o Vavá. A surpresa veio seguida de alívio com a decisão do próprio Lula de não ir a São Paulo, mesmo depois do enterro ter sido realizado.
A linha de ação que estava sendo desenhada no governo era de que Lula fosse levado de Curitiba para a Base Aérea de Guarulhos, que é uma unidade militar, onde se reuniria com familiares. Seria um voo ponto a ponto, sem necessidade de uso de helicópteros, que dependeriam ainda de condições climáticas, o que tornaria a operação militar mais simples e com menos risco. Encerrado o encontro, Lula retornaria a Curitiba.
O presidente Jair Bolsonaro, que reassumiu o comando do País na manhã desta quarta-feira, 30, foi informado assim que saiu a decisão de Toffoli e ficou preocupado com a operacionalidade da ação. Antes de anunciar a decisão, o ministro Dias Toffoli falou com os ministros da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e da Justiça, Sérgio Moro. O objetivo era verificar como a operação poderia ser desencadeada. A decisão de uso de unidade militar para Lula se reunir com familiares foi do próprio Toffoli.
No Palácio do Planalto, auxiliares do presidente se preocupavam com o tumulto que a possibilidade de a família de Lula ir para uma unidade militar no ABC paulista e com possíveis manifestações na porta de quartel. Com o desenho de usar a Base Aérea de Guarulhos – costurado entre os Ministérios da Defesa e da Justiça, a quem a Polícia Federal está subordinada –, a preocupação diminuiu.
Havia um receio entre os militares de uma reação do próprio pessoal da caserna, com a utilização de um quartel para o que chamaram de “regalia” que estaria sendo concedida a um preso. Um oficial-general lembrou que o procedimento é complexo, tem altos custos e poderia gerar revolta até mesmo entre militares porque estariam usando suas instalações. Outro general lembrou a tentativa de, no ano passado, quando Lula foi preso, e interlocutores do ex-presidente procuraram chefes milites para que ele passasse a ficar preso em um quartel e não na Polícia Federal.
A justificativa de Toffoli, de acordo com fontes, para usar unidade militar para o encontro de Lula com parentes, era buscar um lugar menos vulnerável.
Fonte:NBO

Como Esperado, Petistas Transformaram O Velório De Vavá, Irmão De Lula, Em Um Comício.



Correligionários de Lula não pouparam discurso político mesmo dentro do cemitério

Como esperado, os petistas transformaram o velório de Vavá, irmão de Lula, em um comício.

Vavá morreu ontem, 29, vítima de um câncer. A lei de Execução Penal permite que presos em regime fechado saiam da cadeia em caso de falecimento de um irmão, mas a

decisão cabe ao responsável pelo estabelecimento prisional. Os advogados de Lula pediram à Justiça Federal para que o ex-presidente pudesse ir ao velório, mas tanto a juíza de execuções penais, Carolina Lebbos, quanto o desembargador Leandro Paulsen, do TRF-4, negaram o pedido. Eles alegaram seguir orientação da Polícia Federal, que disse não ter meios de garantir o transporte e a segurança de Lula já que deslocou equipamentos para ajudar em Brumadinho.

Agora, Lula recorre ao STF para ter sua liberdade momentaneamente.

Isso, no entanto, não impediu que correligionários de Lula pudessem transformar o velório de Vavá em um comício.

Em uma live feita hoje no Facebook do ex-presidente, direto do cemitério, petistas como Gleisi Hoffmann, Paulo Pimenta, Fernando Haddad e Eduardo Suplicy se revezaram em discursos políticos para defender o criminoso Lula e atacar a Justiça brasileira.

Gleisi começou: “Na realidade a gente está tentando entender o que acontece e o que está acontecendo para que um homem seja tão perseguido como o Lula está sendo. Lula é um preso político, julgado sem provas, condenado sem provas, preso sem provas. Os processos de Lula não cumprem o que diz a legislação penal. Isso não pode continuar. O ministro Sergio Moro deve uma explicação à sociedade brasileira porque que a Polícia Federal não se dispôs a trazer o Lula aqui”.

Paulo Pimenta continuou: “O Lula hoje é mais que um preso político, Lula é um refém de uma lógica perversa que impõe através do tratamento que é dado a ele, uma



forma de sinalização para tentar intimidade todos e todas neste país que têm coragem de se insurgirem contra esta lógica que está aí”.

Fernando Haddad falou em seguida e disse que os direitos de Lula estava sendo sonegados, não apenas sua ida ao velório, mas a recente medida de Carolina Lebbos de restringir visitas a Lula. O ex-prefeito de São Paulo omitiu que Lula teve privilégios nos últimos meses, podendo receber amigos e líderes religiosos em frequência maior que a de outros presos.

Outras lideranças do PT, como Eduardo Suplicy e Marinho, ex-candidato ao governo de São Paulo, também discursaram neste sentido.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, chegou a publicar uma convocatória para a militância petista em seu Twitter, mas a apagou logo em seguida. O Antagonista publicou o print:




Mãe se apaixona pelo próprio filho e luta na justiça pelo direito de se casarem



MAIS UMA IDEOLOGIA DE GÊNERO - DO JEITO QUE O DIABO GOSTA




                                                                         Divulgação / RedeTV

Algumas notícias conseguem ser realmente impactantes. Um caso totalmente inusitado envolvendo um relacionamento de incesto vem deixando a população do Novo México, nos Estados Unidos, chocada. O motivo é que mãe e filho teriam se apaixonado e desejam ficar juntos. 

Monica Mares e o filho Cabeb Peterson acabaram chamando a atenção devido ao romance inusitado. O casal entrou na justiça para requerer o direito de poder manter o relacionamento. Segundo informações veiculadas pelo jornal Daily Mail, a mãe teve Caleb quando tinha apenas 16 anos.

Na época, Monica colocou o filho para adoção. No entanto, alguns anos depois, mãe e filho acabaram se reencontrando e o sentimento teria aflorado entre eles, sendo amor à primeira vista. A mulher afirma que assim que se encontraram deram as mãos e se beijaram.

Nós demos as mãos e acabamos nos beijando. E o beijo levou a outras coisas”, contou Monica durante a entrevista ao jornal. O que a mãe ressaltou foi que conheceu alguém novo e se apaixonou. Porém, segundo a mulher nada disso aconteceria se não tivesse colocado o filho para adoção.



No entanto, existe um detalhe que também causa estranheza neste caso. O ex-marido de Monica, Dayton Chavez, que é o pai de seus nove filhos, afirmou que concorda com o relacionamento entre eles e aprova o namoro. O homem ainda ressaltou que o governo deveria deixar que o casal vivesse suas vidas normalmente.


O casal alega sofrer de uma condição rara que se chama atração sexual genética, e por esse motivo o relacionamento deveria ser considerado legal. Mãe e filho são acusados de cometer incesto e por isso a justiça pode condenar o casal a um ano e meio de prisão, além de multas no valor de U$ 5 mil dólares, aproximadamente R$ 15,7 mil.

Fonte: https://www.edaily.com.br

Padre Fabio e Melo cria polêmica ao comentar tragédia de Brumadinho

O padre Fabio de Melo não pôde se conter e resolveu comentar uma publicação da Revista Veja no instagram e causou muita polêmica.



O padre Fabio de Melo não pôde se conter e resolveu comentar uma publicação da Revista Veja no instagram e causou muita polêmica.A notícia dizia que a Vale do Rio Doce vai doar 100 mil reais pra cada família que perdeu parentes na tragédia de Brumadinho.

Fábio de Melo ficou indignado com a disfarçada troca da vida por uma migalha e comentou:

“doar? Um bandido entra na sua casa,leva tudo o que você tem,mata pessoas da sua família,destrói seu espaço emocional,memórias,depois ele volta e diz que vai deixar um dinheirinho pra você! Que bandido carinhoso”,atacou o padre,deixando claro que nada do que for feito pode minimizar o tamanho do crime cometido contra as famílias da região.

O clérigo aproveitou o ensejo e disparou contra a classe política que se perpetua no poder e que a troco de dinheiro flexibiliza punições que acabam permitindo que novas tragédias aconteçam:

“As oligarquias politicas também não fogem a regra.Pais corruptos que se mantiveram a vida inteira no poder,fazem de seus filhos sucessores.Sempre a partir de seus currais eleitorais.Eles também se acham e agem como senhores de engenho e é lamentável ver que tem dado certo”,disparou Melo.

O que o padre não podia contar é que um internauta se valesse de sua própria resposta para dizer que ele e sua instituição,a igreja Católica,também fazem parte do mesmo esquema,apesar de ser de outra forma.

Disse o internauta: “Meu grande amigo Padre Fabio,a partir do momento em que até as igrejas formam oligarquias em nome de Deus,o que você espera do resto?”,indagou o seguidor deixando o padre sem resposta.

Padre Fábio não é de falar muito de política em suas redes sociais.Ele usa toda sua influência para publicar vídeos engraçados sobre cachorros e gatos,com legendas bem inteligentes.Talvez por isso,não se tenha acostumado a ver o padra falar sobre coisa séria.

Fonte: Gospel Geral

John Piper é criticado após defender que mulheres não podem ensinar homens

Teólogo reacendeu debate ao dizer que seminários deveriam ter só professores homens

(Vale a pena lembrar)

John Piper

O pastor batista John Piper, conhecido em todo mundo por seus livros, está no centro de um debate nos Estados Unidos por causa de suas declarações sobre o ministério feminino. Em um programa de rádio recente, publicado em seu site, ele falou sobre os papéis de liderança das mulheres na Igreja.

O centro do seu argumento é que as mulheres não deveriam ensinar em escolas de teologia. Piper disse que a base do seu raciocínio era o texto bíblico. Ele citou diferentes textos, dando ênfase a 1 Timóteo 2:12, que diz: “Não permito que a mulher ensine, nem que tenha autoridade sobre o homem. Esteja, porém, em silêncio”.

O teólogo disse não ver dificuldades que as mulheres estudem em um seminário ou façam cursos, “procurando obter o melhor fundamento bíblico possível”. Para ele, “A questão é se as mulheres podem mentoras e professoras daqueles que se preparam para desempenhar o papel projetado biblicamente para homens espirituais”.

Piper fez questão de enfatizar que não está questionando “a competência das mulheres, nem sua inteligência, conhecimento ou habilidade pedagógica”, mas sim a “natureza do ofício de ensino das Escrituras”.

Para o teólogo, que ajudou a fundar o seminário ligado à sua igreja, “Se não é bíblico termos mulheres como pastores, como pode ser bíblico vermos mulheres envolvidas no ensino formal e na orientação de pastores para uma própria vocação da qual elas estão excluídas?”.

Como era esperado, os comentários de Piper geraram grande controvérsia. A autora e líder de adoração Kaitlin Curtice tentou rebater, dizendo que não ficou surpresa em ouvir esses argumentos.

“Esta entrevista me lembrou de um dos pastores da minha infância, um homem a quem amo muito, mas que nunca me valorizou como líder”, cutucou Curtice. “Então, somos desafiados a não apenas tentar desfazer essa mentalidade, mas também tentar corrigir o risco dessas repercussões em nossa sociedade”.

Ela usou as redes sociais para pedir que seus seguidores do sexo masculino publicassem algo mencionando exemplos de mulheres líderes de igrejas que “contribuíram para sua teologia através de seu ministério”. Em pouco tempo, ela recebeu muitas respostas.

Várias pastoras disseram ter ficado contrariadas e levantaram questões sobre a importância do ministério infantil, dominado pelas mulheres, que ajuda a formar meninos, ensinando a eles sobre as Escrituras.

Também falaram sobre as missionárias que trabalham em locais onde muitas vezes os homens não querem ir. Outro argumento comum foi o sucesso de várias pregadoras, como Aimee Semple McPherson, fundadora da Igreja Quadrangular; Anne Graham Lotz, filha de Bill Graham; Joyce Meyers, autora de dezenas de livros; entre outras.

O debate sobre o assunto começou a se multiplicar nas mídias sociais e foi destaque de grandes sites voltados para o público evangélico como a Relevant, a Charisma e o Christian Post.

PSOL processará filhos de Bolsonaro, Lobão e Malafaia por críticas a Jean Wyllys

Partido ameaça processar todos que “inventarem mentiras”

Jean Wyllys

Por ter desistido do seu terceiro mandato como deputado federal, Jean Wyllys foi bastante criticado nas redes sociais e algumas teorias surgiram tentando justificar a saída do parlamentar do Brasil.

Diante do que foi falado nas redes, o PSOL resolveu abrir queixas crime contra várias pessoas, entre elas o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PSL), o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o cantor Lobão e o pastor Silas Malafaia.

“Quem inventar mentira contra a gente pode preparar o bolso porque vamos processar”, afirmou o presidente do PSOL Juliano Medeiros.

Para defender Wyllys, o partido realizou um ato nesta terça-feira (29), na Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, contando com a presença os candidatos derrotados à Presidência Guilherme Boulos (PSOL) e Fernando Haddad (PT), entre outros.

O ato também serviu para reafirmar que o deputado desistiu do seu mandato por conta das ameaças e ligaram o presidente Jair Bolsonaro a elas, exigindo a punição dos assassinos da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ). 

Com informações Terra

Fonte: You Tube

Alexandre Garcia Revela Toda a Verdade que a Globo o Proibia de Falar Sobre o Governo Bolsonaro.

Alexandre Garcia Revela Toda a Verdade que a Globo o Proibia de Falar Sobre o Governo Bolsonaro.



Fonte: You Tube

URGENTE: Magno Malta desmascara discurso de Jean Wyllys sobre 'ameaças' e saída do Brasil


Jean Wyllis é desmascarado pelo senador Magno Malta 




Fonte: You Tube

Irã afirma que tem mísseis prontos em Gaza para atacar Israel

Clima entre Israel e Irã fica cada vez mais tenso

Por Cris Beloni



O comandante da Guarda Revolucionária Iraniana ameaçou destruir a nação de Israel caso haja qualquer tipo de ataque. “Nossos mísseis estão prontos para partir de Gaza e do Líbano”, também declarou o general Hossein Salami, vice-chefe da elite da Guarda Revolucionária Islâmica.

“Anunciamos que se Israel tomar alguma ação para travar uma guerra contra nós, isso definitivamente levará à sua própria eliminação e à libertação dos territórios palestinos ocupados”, disse o general à TV estatal.

“Não há maior vergonha para o regime sionista do que seus ministros se tornarem informantes”, disse Ali Shamkhani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã. Shamkhani se referiu ao ex-ministro israelense Gonen Segev, que foi condenado a 11 anos de prisão por espionagem.

De acordo com o Haaretz, o secretário ainda afirmou que o Irã não tem intenção de aumentar o alcance de seus mísseis, mas “continuará trabalhando em sua tecnologia de satélite para melhorar a precisão”, disse.

“Os inimigos dizem que o poder de mísseis do Irã deve ser eliminado, mas temos repetidamente dito que nossas capacidades de mísseis não são negociáveis”, destacou o ministro da Defesa Iraniano, Amir Hatami.

Israel responde
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu diz que o Irã realiza ataques cibernéticos diários contra Israel e que todos são frustrados. “O Irã nos ameaça de muitas outras maneiras”, enfatizou durante a conferência Cybertech em Tel Aviv.

“Nas últimas 24 horas eles divulgaram ameaças para nos destruir, disseram que lançariam mísseis em nossas cidades. Estamos cientes dessas ameaças, mas elas não nos perturbam, já que conhecemos bem nossas forças de defesa e de ataque”, concluiu.

Gospel Prime

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Bolsonaro deve barrar reitores de esquerda em Universidades Federais

ANDIFER defende o direito dos funcionários e alunos escolherem a reitoria

Jair Bolsonaro

Entre as suas atribuições como presidente, Jair Bolsonaro poderá escolher os reitores de 11 Universidades Federais neste primeiro ano de mandato. Diante disto, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (ANDIFES) teme a demissão de reitores de esquerda.
Em uma nota pública, a entidade que é uma espécie de sindicato, declarou que “a democracia é um valor universal” e insinuar que está insatisfeita com os resultados das eleições.
Eles afirmam que a escolha deve respeitar colégio eleitoral de suas respectivas universidades. “Sendo garantido assim um elemento definidor da democracia, que é o respeito à vontade da maioria”, declara.
Antes da lei aprovada no final do governo de Michel Temer, quem decidia a reitoria das universidades federais eram os funcionários e alunos, através de eleições.
A ANDIFES defende que sejam conduzidos ao cargo de reitor aqueles docentes autonomamente indicados no primeiro lugar pelo colégio eleitoral. “A indicação do primeiro colocado deve, pois, ser respeitada, por um lado, como um valor da democracia e, por outro, em respeito à autonomia de cada instituição”, diz a nota.
Leia a nota:
Nota da Andifes sobre a nomeação de reitores nas universidades federais
A democracia não é um simples meio, mas um valor universal. Como método mais legítimo de expressão da vontade coletiva, não pode ser descartada, necessitando, sim, ser sempre aprimorada. A democracia exige permanente aperfeiçoamento e constante reafirmação, de modo que as decisões sejam tomadas com plenitude de condições, transparência, dados verdadeiros e debate autêntico que permitam, enfim, a decisão autônoma e soberana das comunidades concernidas. E é importante que isso seja reafirmado, por mais que possamos estar insatisfeitos com quaisquer resultados eleitorais, e por mais que devamos sempre enfrentar as decisões de quantos, uma vez eleitos, ajam contra os princípios da democracia.

Nos próximos quatro anos, todas as universidades federais vivenciarão a renovação ou mudança de seus gestores. É essencial, então, afirmar publicamente a importância de serem conduzidos ao cargo de reitor ou reitora aqueles docentes autonomamente indicados no primeiro lugar pelo colégio eleitoral de suas respectivas universidades, sendo garantido assim um elemento definidor da democracia, que é o respeito à vontade da maioria. Nos marcos da legislação atual, o envio de uma lista pela instituição deve ser respeitado. Entretanto, não podemos deixar de defender a indicação de quem teve mais votos no colégio eleitoral. A indicação do primeiro colocado deve, pois, ser respeitada, por um lado, como um valor da democracia e, por outro, em respeito à autonomia de cada instituição.
Devemos, portanto, garantir o reconhecimento da expressão legítima da vontade da instituição, também com o claro benefício político e administrativo de que, dessa maneira, contribuiremos para a agregação interna de uma comunidade voltada à realização de ensino, pesquisa e extensão de qualidade. Não respeitar a indicação de um primeiro lugar não é simplesmente fazer um juízo contrário à qualidade administrativa ou às posições políticas de um candidato ou candidata, mas, sim, de modo bastante grave, desqualificar a comunidade universitária e, também, desrespeitar a própria sociedade brasileira, atentando contra o princípio constitucional que preza a autonomia das universidades públicas.
Gospel Prime

Campina Grande abre mão do carnaval e realiza maior evento evangélico do país



O Encontro para Consciência Cristã, maior evento evangélico do gênero no Brasil, se prepara para mais uma edição em 2019, com tema “A Prioridade do Reino”. O evento é gratuito e acontecerá de 28 de fevereiro a 5 de março no Parque do Povo. Pessoas de mais de 600 cidades brasileiras e mais de 60% das cidades da Paraíba já se inscreveram para participar nesta edição da Consciência Cristã. A expectativa é que o público aumente 20% em relação ao evento anterior.
Ao contrário do que muitos oferecem no carnaval, a Consciência Cristã não promove festas ou blocos. A atração principal são os estudos, palestras e workshops sobre teologia, filosofia, defesa da fé cristã, sociedade, depressão, ciência e muito mais. Com 20 anos de história, o evento já é tradição entre o público evangélico que abre mão das festas por um alimento espiritual. 
O evento é organizado pela Visão Nacional para Consciência Cristã (VINACC), entidade composta por líderes cristãos evangélicos de diferentes denominações. A organização tem como pilares “exaltação de Cristo, defesa da fé cristã, propagação do Evangelho, edificação da Igreja e serviço ao próximo”.

Maior evento evangélico do Brasil

A Consciência Cristã atrai cerca de 100 mil pessoas por ano, representando mais de 600 cidades dos 27 estados brasileiros.
Segundo o diretor do Instituto de Pesquisa 6Sigma , Dr. professor Pedro César, o impacto financeiro gerado pela Consciência Cristã é proporcionalmente o mesmo impacto proporcionado pelo Maior São João do Mundo, realizado na cidade durante o mês de junho.
O 6Sigma também aferiu que mais de 80% da população de Campina Grande, considera eventos como a Consciência Cristã como sendo importantes ou muito importantes para a cidade.
Durante o período do carnaval, mais de 80% do impacto econômico gerado na cidade é proporcionado pelos participantes da Consciência Cristã, segundo o mesmo instituto.
A edição de 2019 tem como tema “A Prioridade do Reino” e contará com a presença de grandes expoentes da fé cristã. John Piper, Augustus Nicodemus, Hernandes Dias Lopes e Luiz Sayão são alguns dos mais de 30 preletores que realizarão mais de 100 palestras, estudos e workshops durante os 6 dias de evento. 

Programação da Consciência Cristã 2019

Por ser um evento gratuito, a Consciência Cristã consegue atrair um público diversificado, de diversas classes sociais e faixas etárias.
Dentro do evento, são realizadas atividades paralelas para crianças, adolescentes, jovens, pastores, mulheres e temáticas específicas relevantes para a fé cristã como: Ciências Bíblicas, Depressão à luz das Escrituras, Propósito Pessoal, Direito Religioso, Dependência Química, Consciência Missionária, Família, Política, Cosmovisão Cristã, Apologética e Movimentos Religiosos.
A edição 2019 “A Prioridade do Reino” contará ainda com cursos especializados sobre Arqueologia Bíblica, Design Inteligente, Aconselhamento Bíblico, Revitalização e Plantação de Igrejas e Entendendo o Islamismo. Esses cursos serão ministrados por autoridades na área e possuem taxa matrícula e emissão de certificado.
programação completa do evento já foi divulgada e pode ser acessada no site da Consciência Cristã.

Encontro para Consciência Cristã

Data: 28 de fevereiro a 5 de março de 2019
Local: Parque do povo – Campina Grande (PB)
Valor: Gratuito
Inscrições abertas no site https://conscienciacrista.org.br/encontro
Fonte: Veja

Os vermelhos, desesperados, atacam novamente

Professores do Ensino Superior de Belém, entoam hino da União Soviética em um encerramento de um Congresso, pago com os impostos dos contribuintes brasileiros 

Eles trocam isso


 por isso 





Em total de respeito ao povo brasileiro, a Justiça Brasileira e ao governo Brasileiro, os professores comunistas gritam "Lula livre" em um congresso na cidade de Belém, no Pará. 

É de lamentar que a Associação Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, em total delírio e êxtase esquerdista,  cantem o hino da União Soviética , em um congresso pago pelo impostos do povo brasileiro, eo invés de entoar o Hino Nacional Brasileiro. 



Esta imagem abaixo representa bem as nossas universidades:



Os fantoches esquerdista, de punhos cerrado, dizem resistirem o que eles chamam de governo protofacista, entreguista e extrema direita, em relação ao governo Bolsonaro. O desrespeito ao resultado das urnas é escancarado. 
Ao cantar, a internacional, imitam os anarquistas, comunistas e ateus que queriam através do PT implantar o comunismo no Brasil. 
Ao fim da apresentação medonha, os docentes gritam "Lula livre", repetidas vezes.
Será que havia evangélicos lá também?

Enquanto o mundo fica consternado com o que aconteceu em Brumadinho, e até Israel, que também é odiado pelos comunas, envia soldados para ajudar no resgate, esses fantoches esquerdopatas insensíveis, catam o hino da União Soviética.



Foste das imagens: Web