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Como Esperado, Petistas Transformaram O Velório De Vavá, Irmão De Lula, Em Um Comício.



Correligionários de Lula não pouparam discurso político mesmo dentro do cemitério

Como esperado, os petistas transformaram o velório de Vavá, irmão de Lula, em um comício.

Vavá morreu ontem, 29, vítima de um câncer. A lei de Execução Penal permite que presos em regime fechado saiam da cadeia em caso de falecimento de um irmão, mas a

decisão cabe ao responsável pelo estabelecimento prisional. Os advogados de Lula pediram à Justiça Federal para que o ex-presidente pudesse ir ao velório, mas tanto a juíza de execuções penais, Carolina Lebbos, quanto o desembargador Leandro Paulsen, do TRF-4, negaram o pedido. Eles alegaram seguir orientação da Polícia Federal, que disse não ter meios de garantir o transporte e a segurança de Lula já que deslocou equipamentos para ajudar em Brumadinho.

Agora, Lula recorre ao STF para ter sua liberdade momentaneamente.

Isso, no entanto, não impediu que correligionários de Lula pudessem transformar o velório de Vavá em um comício.

Em uma live feita hoje no Facebook do ex-presidente, direto do cemitério, petistas como Gleisi Hoffmann, Paulo Pimenta, Fernando Haddad e Eduardo Suplicy se revezaram em discursos políticos para defender o criminoso Lula e atacar a Justiça brasileira.

Gleisi começou: “Na realidade a gente está tentando entender o que acontece e o que está acontecendo para que um homem seja tão perseguido como o Lula está sendo. Lula é um preso político, julgado sem provas, condenado sem provas, preso sem provas. Os processos de Lula não cumprem o que diz a legislação penal. Isso não pode continuar. O ministro Sergio Moro deve uma explicação à sociedade brasileira porque que a Polícia Federal não se dispôs a trazer o Lula aqui”.

Paulo Pimenta continuou: “O Lula hoje é mais que um preso político, Lula é um refém de uma lógica perversa que impõe através do tratamento que é dado a ele, uma



forma de sinalização para tentar intimidade todos e todas neste país que têm coragem de se insurgirem contra esta lógica que está aí”.

Fernando Haddad falou em seguida e disse que os direitos de Lula estava sendo sonegados, não apenas sua ida ao velório, mas a recente medida de Carolina Lebbos de restringir visitas a Lula. O ex-prefeito de São Paulo omitiu que Lula teve privilégios nos últimos meses, podendo receber amigos e líderes religiosos em frequência maior que a de outros presos.

Outras lideranças do PT, como Eduardo Suplicy e Marinho, ex-candidato ao governo de São Paulo, também discursaram neste sentido.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, chegou a publicar uma convocatória para a militância petista em seu Twitter, mas a apagou logo em seguida. O Antagonista publicou o print:




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