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Igrejas "evangélicas" brasileiras, apostatam e realizam "casamento" de pessoas do mesmo sexo.

Não estamos falando de "igrejas" criadas pelos homossexuais, e sim, de igrejas tradicionais que se renderam a apostasia, rebelando-se contra os princípios cristãos.

A Igreja Anglicana, fundada desde 1534, na Inglaterra, chegou ao Brasil em 1819. Após 200 anos aqui, celebrou o primeiro "casamento" entre mulheres em São Paulo, no dia 24 de novembro de 2018. Entre os evangélicos, a corrente de pensamento, é que o anglicanismo não é protestante, e sim uma mistura de catolicismo  moderno. 
No site da própria seita, há um artigo que diz: "O Anglicanismo é a forma mais debatida de Cristianismo. Não apenas é julgado em uma variedade de maneiras por estranhos ou espectadores, mas também pelos próprios anglicanos. Até mesmo para alguém que tenha passado grande parte de sua vida no mundo anglicano, não é fácil desembaraçar o nó e entender mal sobre o Anglicanismo.
O primeiro ponto de discussão é se o Anglicanismo deveria ser considerado como parte do Protestantismo. De suas muitas expressões, particularmente chamam a atenção os denominados anglo-católicos, que mostram uma notável semelhança com o Romanismo. Hoje podem-se encontrar igrejas anglicanas nas quais o interior não difere em nada de uma igreja romana. Essas igrejas anglicanas consideram novamente que a Ceia do Senhor, chamada Missa, é a repetição do sacrifício de  Cristo; os ministros usam vestimentas romanistas, há quase todas as devoções romanistas, como a bênção do Santíssimo Sacramento, a recitação do rosário, e a reverência a Maria e aos santos foi introduzida..." (http://igrejaanglicana.com.br/o-anglicanismo-e-protestante-ou-catolico-2/)

                                        Líderes da Igreja Anglicana/Fonte: Web

Esta seita, rendeu-se ao repetido discurso esquerdopatas do amor. Na visão de uma das "noivas": "Uma sensação de total desamparo com as questões de homosexualidade. Algo que enxergava como contrário às palavras de Jesus, já que sua maior pregação sempre foi o amor. O que ele menos faria com seus fiéis é abandoná-los. Muito triste, mas sentia que não estava recebendo mais amor ali", diz Erika Campos de Oliveira Bortolassi, 31 anos. 

Como sempre, os praticantes do politicamente correto, só utilizam o nome de Jesus relacionado ao amor, nunca a santidade do casamento.


Ao "casar-se" com a também dentista, Allana Rodrigues Ramos Bortolassi, 27, elas aumentam o número de pessoas do mesmo sexo que se unem em "matrimônio" no Brasil.

As igrejas que abandonam os ensinamento de Jesus Cristo, não deveriam utilizar o nome Dele para um ato tão condenado pela Palavra de Deus. Não foi a igreja que criou o casamento, nem o estado e nem o próprio ser humano. Foi Deus. Portanto, somente o Criador pode dar as normas regulatórias do casamento. Isto é uma verdadeira afronta a santidade de Deus. 

O que a igreja deve fazer quando em seus membros existe esse comportamento contrários as Sagradas Escrituras?

Dá o mesmo tratamento aos que cometem outros tipos de violação à sua doutrina: amor, aconselhamento, orações e disciplina. Não podemos chamar de amor o que Deus chama de perversão. NUNCA abandonar quem quer que seja. Chorar, gemer e suplicar a misericórdia de Deus sobre eles. 
Há muitos desesperados para que sejam ouvidos, para que lhe deem atenção. 
A cada dia, torna-se difícil para a igreja tratar certos comportamento. A doutrinação midiática e governamental favorável a esta pratica, tem influenciado muitos cristão, que não veem mais pecado como pecado. 

Logo, logo, estarão casando os adeptos do poliamor, trisal... dentro das "igrejas". A apostasia está no ar. 

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