sábado, 30 de março de 2019

Tia Jô em Moçambique

Missões em Moçambique: Tia Jô em Moçambique




Sem Palavras!

Fonte:You Tube

Sempre eu soube disto

Ernesto Araújo volta a identificar o nazismo como de esquerda

'O nazismo tinha traços fundamentais que recomendam classificá-lo na esquerda do espectro político', afirmou o ministro em seu blog pessoal

Ernesto Araújo  voltou a identificar o nazismo como um movimento de esquerda

Ernesto Araújo voltou a identificar o nazismo como um movimento de esquerda

Valter Campanato/Agência Brasil
O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, voltou neste sábado (30) a identificar o nazismo como um movimento de esquerda, em artigo publicado em seu blog pessoal, duas semanas depois de ter feito essa mesma associação em entrevista ao canal do YouTube Brasil Paralelo. O artigo foi publicado após especialistas reagirem com críticas a esse trecho da entrevista.
"Eu opinei que o nazismo é de esquerda, e imediatamente a esquerda (junto com o mainstream por ela dominado sem o saber) chegou correndo com seus extintores de incêndio, ou melhor, seus extintores de verdade, tentando apagar essa ideia", afirma o ministro, no início do seu artigo, compartilhado por ele em sua conta no Twitter.
No texto, Araújo defende em seguida que é fácil notar que "o nazismo tinha traços fundamentais que recomendam classificá-lo na esquerda do espectro político."
"O nazismo era anti-capitalista (sic), anti-religioso (sic), coletivista, contrário à liberdade individual, promovia a censura e o controle do pensamento pela propaganda e lavagem cerebral, era contrário às estruturas tradicionais da sociedade. Tudo isso o caracteriza como um movimento de esquerda", argumenta. "Portanto, o nazismo era anti-liberal (sic) e anti-conservador (sic). A esquerda também é anti-liberal (sic) e anti-conservadora (sic)", diz.
"Já a direita foi em alguns casos anti-liberal (sic) (durante o Século XIX na Europa, por exemplo), em outros casos anti-conservadora (sic) (ou pelo menos não-conservadora, indiferente aos valores conservadores, como no caso do neoliberalismo recente), mas nunca foi anti-liberal (sic) e anti-conservadora (sic) ao mesmo tempo. Em tal sentido, o nazismo se sente muito mais confortável no campo da esquerda do que no da direita", compara.
Na entrevista ao canal Brasil Paralelo, ele afirmou que nazismo e fascismo são resultados de "fenômenos de esquerda". "Eles, de certa forma, sequestraram esse sentimento (do nacionalismo). É muito a tendência da esquerda: pega uma coisa boa, sequestra, perverte e transforma em coisa ruim. Isso tem a ver com o que eu digo que fascismo e nazismo são fenômenos de esquerda. É a mesma lógica", diz.
A declaração do chanceler ao canal repercutiu negativamente na principal emissora de TV pública da Alemanha, a Deustche Welle. Em texto publicado na quinta-feira, na versão do seu site em português, a emissora afirma que as falas de Araújo vão contra o consenso acadêmico sobre o tema e ressalta que essa discussão é inexistente entre historiadores sérios do país. "Há décadas não restam mais dúvidas, nos âmbitos acadêmico, social e político, sobre a natureza de extrema direita do nazismo", diz a reportagem.

Para o jornalista do O Estado de S. Paulo e historiador Marcos Guterman, o nazismo não pode ser qualificado como de esquerda em nenhuma circunstância. Em geral, quem usa esse discurso se vale do nome da legenda nazista: Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães. Há grupos na internet que costumam reproduzir essa ideia. "Mas é outro contexto. Não tem nada a ver com o socialismo marxista. Tem a ver com o sentido da totalidade da sociedade alemã", afirmou ele.

Para Guterman, se trataria de uma argumentação insustentável cujo único objetivo seria o de mobilizar a militância. "Ele está respondendo a um pensamento do eleitor." Em entrevista à Deustche Welle no ano passado, o embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, chegou a afirmar que essa discussão "não tinha base honesta".

O professor alemão Oliver Stuenkel, da área de relações internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), diz que a afirmação faria parte do "submundo das conspirações". Para Stuenkel, a argumentação de Araújo traz constrangimento, mas há o entendimento de que ela não representa a totalidade do governo.
Fonte: Estadão
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Bruna Marquezine diz que Deus a chamou para a África: "Ele escolheu por mim"

Onde estão os outros "famosos" evangélicos?


A atriz viajou para participar com outros jovens de uma ação missionária na Aldeia Nissi.



No último sábado (23), Bruna Marquezine partiu para Angola, em viagem missionária. A cantora Priscilla Alcantara — que também embarcou no mesmo de jovens para a Aldeia Nissi — gravou um vídeo de Bruna dando um depoimento sobre a ação, no qual o a atriz afirmou que sentiu-se chamada por Deus para fazer a viagem e não resistiu.

"Eu não criei expectativa nenhuma. Na verdade, porque Ele tinha escolhido por mim. Eu caí nessa viagem de pára-quedas, no último segundo, com muitas pessoas me dizendo para não vir. Mas Ele já tinha decidido", afirmou.
"Eu não criei expectativa, porque sei que as minhas expectativas não vão superar o que Ele está preparando para as vidas das pessoas que vão cruzar o nosso caminho e para as nossas vidas", acrescentou.
A Aldeia Nissi é um projeto fundado em Angola, no ano de 2008 e mantido pela Cia. Jeová Nissi de Artes. A iniciativa tem propósito evangelizar e promover assistência às crianças locais.
“Ao longo desses anos vimos crianças crescerem com novas perspectivas de futuro, vimos adolescentes se tornarem adultos preparados e vimos adultos se tornando mais capacitados para o mercado de trabalho”, explica um texto de apresentação no site do projeto.
Retorno
Desde o mês de fevereiro, Bruna Marquezine voltou a frequentar Igreja Mananciais na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, fundada pelo casal de pastores Ricardo e Aline Carvalho.
Embarcando para a viagem a Angola, Bruna postou uma foto na qual uma Bíblia aparecia em meio à sua bagagem.

Fonte: Guiame

“Nossas casas caíram, mas Deus sempre merece ser louvado”, diz pastor em Moçambique

Uma igreja na cidade da Beira, em Moçambique, continuou com o culto ao ar livre após destruição provocada pelo ciclone Idai.


Em meio aos destroços de uma igreja, cristãos afetados pelo ciclone Idai, em Moçambique, se reuniram para um culto ao ar livre no último domingo (24).

Imagens registradas pelo pastor da Igreja Presbiteriana Renovada, na cidade da Beira, mostram um grupo de mulheres dançando e cantando hinos de gratidão a Deus.
“Nós temos que agradecer a Deus por tudo o que Ele fez por nós. As nossas casas caíram, mas Deus sempre merece ser louvado. Estamos aqui para louvar o nosso Deus”, disse o pastor Adelino Nsona no vídeo.
A igreja é mantida pela Missão Mãos Estendidas (MME), que tem mais de 350 igrejas e centros infantis espalhados pelos três países afetados pelo ciclone.
O ciclone Idai atingiu a cidade da Beira com ventos de até 170 km/h, antes de seguir para o Zimbábue e o Malawi, destruindo casas e matando pelo menos 656 pessoas.
Segundo Elias Caetano, diretor da MME, existem três necessidades mais urgentes: alimentação, remédios e reconstrução. “Nessas enchentes, eles acabam perdendo tudo e precisam de alimentação, além de medicamento — muitos foram feridos nas quedas das casas”, explicou ao Guiame.
Como ajudar?
Para ajudar a Missão Mãos Estendidas a enviar ajuda humanitária para a África, envie sua doação para as contas bancárias abaixo:


Fonte: Guiame

30 razões porque não guardo o Sábado

O "Cristo" do Adventismo

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Não guardo o sábado por não ser judeu, pois o sábado é um velho concerto dado somente aos judeus, somente aos filhos de Israel: a) “Considerai que o SENHOR vos deu o sábado; por isso ele no sexto dia vos dá pão para dois dias; cada um fique onde está, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia. “Assim descansou o povo no sétimo dia”(Ex 16.29-30); b) “Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão… “Lembra-te do Dia de Sábado, para o santificar.” (Ex 20.2,8). c) “Tu, pois, falarás aos filhos de Israel, e lhes dirás: Certamente guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibas que eu sou o SENHOR quer vos santifica.”(Ex 31.13-17);
Não guardo o sábado, pois, dos Dez Mandamentos, é o único incluído entre as festas cerimoniais, solenes, que cessaram ao ter o seu cumprimento em Cristo: “Disse o SENHOR a Moisés: “Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: As festas fixas do SENHOR, que proclamareis, serão santas convocações: são estas as minhas festas. Seis dias trabalhareis, mas o sétimo será o sábado do descanso solene, santa convocação; nenhuma obra fareis; é sábado do SENHOR em todas as vossas moradas.” (Lv 23.1-3);
Não guardo o sábado, pois, dos Dez Mandamentos, é o único que é memorial dos quatrocentos anos de servidão dos israelitas no Egito: “Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o SENHOR teu Deus. “…porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o SENHOR teu Deus te tirou dali com mão poderosa, e braço estendido: pelo que o SENHOR teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado.” (Dt 5.12,15)
Não guardo o sábado por ter sido um sinal somente entre Deus e o povo de Israel: “Tirei-os da terra do Egito e os levei para o deserto. “Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o SENHOR que os santifica.” (Ez 20 10, 12)
Não guardo o sábado por ser um estatuto perpétuo somente para os judeus, logo quem não é judeu está isento de guardá-lo: “Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua por suas gerações. “Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre…” (Êx 31.16,17)
Não guardo o sábado por não estar em Jerusalém. No sábado não se deve carregar carga, nem introduzi-las pelas portas de Jerusalém, mas os gentios em suas terras estão isentos disso: “Assim diz o Senhor: Guardai-vos por amor da vossa alma, não carregueis carga no dia de sábado, nem as introduzirás pelas portas de Jerusalém  (Jr 17.21;  Ne 13.16, 19, 20)
Não guardo o sábado por ele ser parte da Torá que foi dada somente a Israel e a nenhuma outra nação: “Mostra a sua palavra a Jacó, as suas leis e os seus preceitos, a Israel. Não fez assim a nenhuma outra nação; todas ignoram os seus preceitos. Aleluia!” (Sl 147.19, 20)
Não guardo o sábado, pois se o guardasse seria condenado à morte se nele trabalhasse: “Trabalhareis seis dias, mas o sétimo dia vos será santo, o sábado do repouso solene ao SENHOR; quem nele trabalhar, morrerá.” (Êx 31.15; 35.1-2);
Não guardo o sábado, pois, por causa do culto hipócrita, os sábados já foram abomináveis ao Senhor: “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominaçãoe também as luas novas, os sábados e a convocação das congregações; não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene.” (Is 1.13)  Comp. Êx 31.13;
Não guardo o sábado, pois ainda na Antiga Aliança já havia sido predito o seu fim: “Farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, os seus sábados e todas as suas solenidades” – Os 2.11 Comp.  Ez 20.10-13;
Não guardo o sábado, pois Deus anteriormente o havia entregue ao esquecimento:  E arrancou a sua cabana com violência, como se fosse a de uma horta; destruiu o seu lugar de assembleia; o Senhor entregou ao esquecimento em Sião a assembleia solene e o sábado; e na indignação da sua ira rejeitou com desprezo o rei e o sacerdote.” (Lm 2.6)
Não guardo o sábado, pois era uma sombra de Cristo e se cumpriu nEle: “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, “porque tudo isso tem sido sombra das cousas que haveriam de vir; porém o corpo é de Cristo”. Cl 2.16,17 Conf. Lv 23.2-4; Também Hb 10.1);
Não guardo o sábado, pois o Senhor Jesus disse que Ele e seu Pai trabalham nesse dia, logo devemos seguir o exemplo de Cristo se precisarmos trabalhar em qualquer dia sem corrermos o risco de sermos condenados: “E os judeus perseguiam a Jesus, porque fazia estas cousas no dia de sábado. “Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.” (Jo 5.16,17);
Não guardo o sábado, pois o próprio Senhor Jesus o violou: “Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.” (Jo 5.18). João nos declara duas coisas pelas quais Jesus era perseguido: 1ª: se dizia filho de Deus, 2ª: violava o sábado.
Não guardo o sábado, pois Jesus é o Senhor até do sábado e não lhe está sujeito (e nem nós seus seguidores): “Ora, aconteceu atravessar Jesus, em dia de sábado, as searas, e os discípulos, ao passarem, colhiam espigas. Advertiram-no os fariseus: Vê! Por que fazem o que não é lícito aos sábados? Mas ele lhes respondeu: Nunca lestes o que fez Davi, quando se viu em necessidade e teve fome, ele e os seus companheiros? Como entrou na Casa de Deus, no tempo do sumo sacerdote Abiatar, e comeu os pães da proposição, os quais não é lícito comer, senão aos sacerdotes, e deu também aos que estavam com ele? E acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do Homem é Senhor também do sábado.” (Mar.2:23-28). Conf.:  Num. 28:9,10 / Ex.34:21;
Não guardo o sábado, pois quem o guarda, deve guardar TODA A LEI (TORÁ). Quando se diz: TODA, inclui a moral e cerimonial, e não somente os Dez Mandamentos: “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça num só ponto, torna-se culpado de todos.” (Tg 2.10).
Não guardo o sábado, pois faz parte de uma lei caduca que está prestes a desaparecer:  E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá,não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: na sua mente imprimirei as minhas leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.
Pois, para com as suas iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei. Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido está prestes a desaparecer. (Hb 8.8-13)
Não guardo o sábado, pois faz parte do Antigo Testamento que foi abolido por Cristo: “Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido (2Co 3.14 – Almeida Rev. e Corr.)
Não guardo o sábado, pois faz parte do ministério de morte que foi escrito em tábuas de pedra: “Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração. (2Co 3:3 ). “E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, Como não será de maior glória o ministério do Espírito?” (2Co 3:7,8). Não guardo o sábado, pois ele era o 4º mandamento escrito na tábua de pedra. Na lei da Nova Aliança, que não está escrita em tábuas de pedra, mas nas tábuas da mente e do coração (Heb.8:8-10), não há um mandamento expresso, no sobre a guarda de um dia, pois todos os dias são iguais perante Deus (Rom.14:1-6): “Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente. “Quem distingue entre dia e dia, para o Senhor o faz…” (verso 5, 6a);
Não guardo o sábado, pois Jesus é o nosso Sábado (descanso), pelo qual o sábado da lei era somente uma sombra: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” (Mt 11.28)  Conf  Co 2.16,17.
Não guardo o sábado, pois o apóstolo dos gentios se mostrou decepcionado e repreende quem guarda os dias, meses, tempos e anos da Antiga Aliança: “Mas agora conhecendo a Deus, ou antes sendo conhecidos por Deus, como estais voltando outra vez aos rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis ainda escravizar-vos? “Guardais dias, e meses, e tempos e anos. “Receio de vós que tenha eu trabalhado em vão para convosco.” (Gl 4.9-11);
Não guardo o sábado, pois Deus disse que ninguém mais entraria no seu descanso: “Porque em certo lugar assim disse, no tocante ao sétimo dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as obras que fizera. “E novamente, no mesmo lugar: Não entrarão no meu descanso.” (Hb 4.4,5);
Não guardo o sábado, pois outro dia do Descanso, não legalista, já havia sido predito por Josué: “Ora, se Josué lhes houvesse dado descanso, não falaria posteriormente a respeito de um outro dia.” (Heb. 4:8)
Não guardo o sábado no sétimo dia, pois temos um outro Sábado superior, chamado em grego de ‘PRIMEIRO DOS SÁBADOS” (μιᾷ τῶν σαββάτων (MIA TÔN SABBATÔN) que é o dia em que nosso Senhor nos deu descanso ao ressuscitar.
No findar dos sábados, ao amanhecer para o primeiro dos sábados (μιᾷ τῶν σαββάτων), Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.” (Mt 28.1 – tradução literal do grego. Também: Mc 16:2, Lc 24:1, At 20:7 e 1Co 16.2). “Havendo ele ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual expelira sete demônios.” (Mc 16.9)
Não guardo o sábado, pois o Senhor Jesus, após ressuscitar, nas primeiras semanas apareceu aos seus discípulos somente no primeiro dia da semana: a) Falou com Maria Madalena que depois foi a primeira a anunciar as Boas Novas (Jo  20.11-18); b) Apareceu a dois discípulos no caminho de Emaús (Mc 16.12,13; Lc 24.13,ss); c) Apareceu aos seus dez discípulos (Jo 20.19); d) Uma semana depois, aos onze (Jo 20.26);
Não guardo o sábado, pois a vinda do Espírito Santo, que se deu no dia de Pentecostes, foi no Domingo anunciando a nova era da Igreja (Atos 2:1-4, compare com Lev. 23:15,16), onde aconteceu o primeiro sermão evangelístico (cap. 2:14) com quase 3.000 conversos (verso 41) e o primeiro Batismo Cristão (versos 38 a 41);
Não guardo o sábado, pois o primeiro, pois o culto cristão com a Ceia do Senhor era celebrado na igreja primitiva no Domingo (Atos 20:7); confira na Epístola de Barnabé 15.8, 9 e Didaquê 14:1, escritos cristãos primitivos.
Não guardo o sábado, pois era costume apostólico se fazer a coleta cristã somente no Domingo (1Co 16.2) poucas horas antes do culto dominical;
Não guardo o sábado, pois o primeiro dia da semana foi chamado por João, o teólogo, de “Dia do Senhor” que em grego é Κυριακη‘ημερα (KYRIAKÊ HÊMERA = lat.: DOMINICUS DIE, port.: DIA DE DOMINGO) em Apocalipse 1.10. KYRIAKÊ foi o nome registrado pelos primitivos escritores eclesiásticos para o Domingo e continua sendo o nome do primeiro dia da semana na Grécia, desde o segundo século até o dia de hoje.
Enviado por Hélio de Menezes Silva

EG White, racismo e adventismo

“Nenhuma animação deve ser dada a casamentos dessa espécie entre nosso povo. Que o irmão negro se case com uma irmã negra que seja digna, que ame a Deus e guarde os Seus mandamentos. Que a irmã branca que pensa em unir-se em casamento a um irmão negro se recuse a dar tal passo, pois o Senhor não está dirigindo nessa direção”. Ellen White


Para os Adventistas do Sétimo Dia os livros e escritos da Sra. White são sagrados e por isso os adeptos desse movimento são incentivados à leitura desses “sacros escritos”. Ellen G. White é venerada pelos adventistas!
“O ministério e os escritos de Ellen White foram uma manifestação do dom de profecia. Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo, e seus escritos, o produto desta inspiração, têm aplicação e autoridade especial para os adventistas do sétimo dia… Negamos que: A qualidade ou grau de inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas” (Revista Adventista, fevereiro de 1984, p. 37)
Parece-me que a maioria dos membros da instituição Adventista não conhece certas citações um tanto desconcertantes explicitadas pela Sra. White. Vejamos então alguns desses textos problemáticos.

Casamento entre Brancos e Negros

Mas há uma objeção ao casamento da raça branca com a preta. Todos devem considerar que não têm o direito de trazer à sua prole aquilo que a coloca em desvantagem; não têm o direito de lhe dar como patrimônio hereditário uma condição que os sujeitariam a uma vida de humilhação. Os filhos desses casamentos mistos têm um sentimento de amargura para com os pais que lhes deram essa herança para toda a vida”. 
“Nenhuma animação deve ser dada a casamentos dessa espécie entre nosso povo. Que o irmão negro se case com uma irmã negra que seja digna, que ame a Deus e guarde os Seus mandamentos. Que a irmã branca que pensa em unir-se em casamento a um irmão negro se recuse a dar tal passo, pois o Senhor não está dirigindo nessa direção”.
(Veja o Livro – “Mensagens Escolhidas – vol.2 CPB, Sto. André, SP – 1985 nas páginas 343 e 344)Link do Ellen White Books
Observem a contradição: Se todos devemos amar imparcialmente o próximo e na Bíblia já estava escrito que Deus não faz acepção de pessoas (Atos 10.34), como Ellen White levanta mais uma parede, proibindo o casamento inter-racial? Será que as declarações dela sobre a proibição do tal casamento, não ajudaram a “reforçar os muros” que ela mesma citou?

O negros não devem ocupar cargos de liderança

“Oportunidades estão sempre aparecendo nos Estados do Sul, e muitos homens de cor são chamados ao trabalho. Mas, por muitas razões, os brancos devem ser escolhidos como líderes. Todos nós somos membros de um corpo que é completo unicamente em Jesus Cristo, que vai elevar seu povo do baixo nível que o pecado degradou e então serão colocados onde devem ser reconhecido nas cortes celestiais como trabalhadores juntos a Deus.”(Testimonies for the Church volume 9, pg 202.)

No céu todos serão brancos

“Vocês são filhos de Deus. Ele adotou vocês, e Ele deseja que formem características aqui que lhes darão entrada na família celestial. Lembrando disso, você será capaz de suportar as provações que encontrará aqui. No céu não haverá nenhuma linha de cor, pois todos serão brancos como o próprio Cristo. Agradeçamos a Deus por podermos ser membros da família real.” (O Arauto do Evangelho, 01 março de 1901, n º 20)(The Gospel Herald, March 1, 1901, paragraph 20, Article Title: Trust in God.)
OBS: Ao declarar que “no Céu todos serão brancos como Cristo”, Ellen White só fez esmagar ainda mais os negros. Ainda que tal afirmação fosse verdadeira – o que não é – ela poderia ter poupado às pessoas negras de sofrer tamanha humilhação devido a tal asseveração. Ela não vivia num tempo fortemente racista? Segundo seus defensores; ela não queria “proteger” os negros? Ao escrever tal coisa, muitos brancos com certeza ficaram “inchados de orgulho” e podem ter usado tal escrito para denegrir e arrasar ainda mais a raça negra. Por amor ao bom senso e a razão: É assim que se “protege” alguém? Aqui Ellen White exaltou a raça branca a altura do divino e rebaixou a negra ao nível do esquecimento, ou seja, deu mais “munição” aos racistas, isto é obvio, isso é inegável.

Os negros não devem ser equiparados aos brancos

Homens de cor estão inclinados a pensar que eles estão equipados para o trabalho para as pessoas brancas, quando deveriam dedicar-se a fazer trabalho missionário entre as pessoas de cor. Há muito espaço para inteligentes homens de cor para o trabalho para seu próprio povo. Que aqueles homens de cor que estão equipados para o cargo de superintendente de Escola Sabatina lembrem que eles podem fazer uma obra muito necessária, estabelecendo escolas dominicais e Escola Sabatina, entre as pessoas de cor. (Manuscript Releases, Volume Quatro, página 18 parágrafo 2 página-19 n º 3.)
As pessoas de cor não devem pressionar para serem colocados em igualdade com os brancos.” ( Testimonies for the Church volume 9, pg 214).
O trabalho de proclamar a verdade para este tempo não deve ser prejudicado por um esforço para ajustar a posição da raça negra.” (Testimonies Vol. 9., Página 214, parágrafo 4)

Estranha declaração sobre a cor de Adão

“Nossa imagem” – Gn 1.26. Ao sair Adão das mãos do Criador, era de nobre estatura e perfeita simetria. Tinha mais de duas vezes o tamanho dos homens que hoje vivem sobre a Terra, e era bem proporcionado. Suas formas eram perfeitas e cheias de beleza. Sua cútis não era branca ou pálida, mas rosada, reluzindo com a rica coloração da saúde. Eva não era tão alta quanto Adão. Sua cabeça alcançava pouco acima dos seus ombros. Ela, também, era nobre, perfeita em simetria e cheia de beleza.
Historia da Redenção, Pág. 21  –  Link do Ellen White Books 

Amalgama: A origens das raças 

“Mas se há um pecado acima de todo outro que atraiu a destruição da raça pelo dilúvio, foi o aviltante crime de amálgama de homem e besta que deturpou a imagem de Deus e causou confusão por toda parte. Deus propôs-se a destruir aquela raça poderosa e longeva que corrompera os seus caminhos perante Ele”.
“Todas as espécies de animais que Deus havia criado foram preservadas na arca de Noé. As espécies mescladas que Deus não criou, e que foram o resultado de amalgamas (mistura de raças), foram destruídas pelo dilúvio. Desde o dilúvio, tem havido amalgama (mistura de raças) entre seres humanos e bestas , como pode-se ver … em certas raças de homens” (Ellen G White em Spiritual Gifts, Edição de 1864 e tornou a ser publicado em Spirit of Prophecy na Edição de 1870).
É importante citar que os texto causaram grande alvoroço na época de sua publicação, tanto que foram excluídos das próximas edições, mas a provas de sua existência ainda hoje pois a própria instituição adventista admite que existiram e tentam explicar nos link: Centro de pesquisa Ellen White.
Neste texto, Ellen G White diz que há mistura de raças entre seres humanos e BESTAS.
O QUE SERIAM ESTAS “BESTAS” que ‘cruzam’ com SERES HUMANOS? Será que ao declarar BESTAS Ellen G. White se referia a animais irracionais?
Se for este o caso, a Sra. White fez uma grave confusão, pois até hoje nunca se viu cruzamento de seres humanos com aves, répteis, felinos, equinos… Ou seja, animais. PELO MENOS A CIÊNCIA AINDA NÃO IDENTIFICOU TAL CRUZAMENTO!
Quem ou o quê seriam estas bestas com quem os seres humanos cruzaram? Será que seriam os negros? Ou haveria alguma “raça” nova entre seres humanos e os animais? Isso é muito estranho e sério! Essas afirmativas deveriam ser revistas, pois são descontextualizadas e cheias de ranço e preconceito!
A Igreja Adventista precisaria se posicionar diante desse quadro e assumir, se esse for o caso, que foi racista ou que a sua profetisa falhou e foi infeliz em seus comentários. O fato que uma coisa ou outra aconteceu e não dá pra negar as evidências.
É preciso lembrar que pela Constituição Brasileira – Artigo 3 – IV, racismo é um grave crime. Entendo que ao sustentar esse tipo de postura medieval a referida igreja fere os direitos humanos e a constituição brasileira.
Será que não seria o caso dos adventistas virem em público para se desculparem junto à comunidade negra? Afinal de contas, se o Papa pode se humilhar e pedir desculpas pelos erros dos Papas do passado, os adventistas deveriam ter a mesma humildade e reconhecer os erros da sua profetisa. Ou será que os Adventistas concordam com EG White e acham que os negros são inferiores?
A grande incógnita nisso tudo é: A Sra. White conhecia o teor bíblico de amor, tolerância e misericórdia pregado por Jesus Cristo? Pois na Bíblia está escrito que: “Na verdade reconheço que Deus não faz acepção de pessoas” (At 10.34). Como encarar essas declarações arrepiantes e desprovidas de verdade como sendo inspiradas pelo Espírito de Deus? Como encarar isso como ensinamentos teológicos?
Será que já não basta o que a história nos registra de preconceitos e crimes contra os negros? Como pode a Igreja Adventista do Sétimo Dia, sendo uma igreja moderna, trazer em seu bojo doutrinário esse conceito estranho e tacanho?
Para mim, o preconceito racial é inaceitável! Como arrazoar que o branco, ao casar-se com o negro, traria uma carga hereditária desfavorável aos seus filhos? Isso é um impropério sem fundamento científico e muito menos teológico.
Fico feliz que na Bíblia o negro sempre foi respeitado e amado por Deus. Até na hora da crucificação o escolhido para ajudar o Senhor com a sua cruz foi um negro (Mc 15.21); quando o profeta Jeremias agonizava em um poço (Jr 38), Deus usou um negro para ajudá-lo; Salomão recebeu a Rainha de Sabá, que era negra, e Jesus Cristo elogiou a sua sabedoria (I Rs 10; Mt 12.42)… Assim vemos como o negro é importante para o nosso Cristo. Sem contar que o salvador da humanidade tinha em sua genealogia pessoas negras (Mt. 1).
O Senhor ama a todos, pois assim nos diz a palavra: Pois em um só Espírito fomos todos nós batizados em um só corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos quer livres (quer negros); e a todos nós foi dado beber de um só Espírito (I Co 12.13 – parêntese do autor).
Não importa a cor da pele, somos um em Cristo Jesus, mas jamais poderíamos ser um em concordância com os escritos de Ellen G. White.
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Colaboração: Roberto F. da Costa
Fonte: CACP

Senadores assinam manifesto a favor do impeachment de Gilmar Mendes

Segundo o senador Jorge Kajuru, há dez pedidos de impeachment contra o ministro

Gilmar Mendes
Gilmar Mendes. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Um manifesto pedindo o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes foi assinado por 19 senadores, o primeiro deles foi Jorge Kajuru que recentemente fez uma série de críticas e acusações ao ministro.
“Tomara que isso aconteça, pois dez pedidos de impeachment já foram solicitados contra Gilmar Mendes, e nunca esta Casa aqui, ao longo dos últimos anos, aprovou. Ele parece realmente ser acima do bem e do mal e não se achar Deus. Ele tem certeza de que”, afirmou Kajuru.
Além dele, assinaram o manifesto, segundo o Radar On-line, os senadores Luiz Carlos Heinze, Oriovisto Guimarães, Lasier Martins, Styvenson Valentim, Álvaro Dias, Eduardo Girão, Alessandro Vieira, Randolfe Rodrigues, Major Olímpio, Flávio Arns, Marcos do Val, Reguffe, Fabiano Contarato, Maria do Carmo Alves, Plínio Valério e Soraya Thronicke.
Fonte: Senado Federal

Sacrifício de animais em cultos religiosos é constitucional, decide STF

Decisão unânime tem repercussão geral e deverá ser seguida por juízes e tribunais de todo o país

STF
Sessão extraordinária do STF (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (28) o sacrifício de animais em rituais religioso é constitucional. A decisão foi unânime.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul entrou com recursos questionando a decisão Tribunal de Justiça gaúcho que autorizou a prática em relação a religiões de matriz africana, desde que sem excessos e crueldade.
No entendimento do ministro Alexandre de Moraes, a questão foi colocada de maneira “preconceituosa” pelo Ministério Público estadual pois houve confusão de rituais religiosos de sacrifício com práticas de magia negra, nos quais os animais seriam maltratados.
“O ritual não pratica crueldade. Não pratica maus tratos”, declarou Moraes ao dizer que as imagens citadas no processo de animais mortos jogados em estradas e viadutos não correspondem à prática de religiões como o Candomblé. “Houve uma confusão, comparando eventos que se denomina popularmente de magia negra com religiões tradicionais no Brasil de matriz africana”, diz.
Para ele, impedir os sacrifícios seria uma interferência no Estado na religião. “A oferenda dos alimentos, inclusive com a sacralização dos animais, faz parte indispensável da ritualística das religiões de matriz africana”, afirmou Moraes.
GPrime

Assessor de Bolsonaro é condenado a pagar R$ 100 mil por “homofobia”


Opinião criminalizada:

“Homem tem que ser homem. Mulher é mulher”, defende Victório Galli.
Victório Galli
Victório Galli. (Foto: Reprodução / Facebook)


O ex-deputado Victório Galli (PSL/MT) e atual assessor especial da presidência da República, foi condenando pela juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada de Ação Popular de Cuiabá, a pagar R$ 100 mil de multa pela prática de “homofobia”.

A Ação Civil Pública ajuizada pela Defensoria de Mato Grosso pedia, inicialmente, R$500 mil a título de reparação por danos morais coletivos. Na sentença, divulgada neste dia 27 Vidotti diz ter levado em conta “os elementos discriminatórios” de diferentes declarações do então deputado.
O beneficiário do montante da multa será destinado a uma entidade sem fim lucrativo que tenha, dentre seus objetivos, a promoção de ações que visem combater a violência e a discriminação praticada contra a classe LGBT.
Em uma entrevista dada por ele à rádio Capital, de Cuiabá, o ex-parlamentar declarou: “Onde é que se viu há tempos atrás homem usar saia, homem vestir roupa de mulher, vestir sutiã, deixar os peitos crescer, faz tudo querendo ser mulher? Onde que via isso lá atrás? Estão chamando isso de modernidade. Isso é sem-vergonhice. Entendeu? Homem tem que ser homem. Mulher é mulher”.
Conforme alega a magistrada, as declarações de Galli “estão carregadas de preconceito, de repúdio e representam um julgamento do certo e do errado, quando se refere às pessoas homossexuais, ou seja, àquelas pessoas cuja preferência sexual não corresponde ao padrão social da heterossexualidade”.
Assegurou também que as falas do ex-deputado geraram “constrangimento” às pessoas homossexuais e a multa tem finalidade “pedagógica… de forma a desestimular novos ilícitos”.
A defesa de Victório Galli recorreu da decisão, alegando que ele estava apenas “expressando sua opinião”, argumento rejeitado pela juíza.
Fonte: GPrime

Mãe processa escola por expor seu filho a “doutrina LGBT”

“Vai contra nossas crenças cristãs”, argumentou ela no processo.

Izoduwa 'Izzy' Montague
Izoduwa 'Izzy' Montague. (Foto: Reprodução)

Uma mãe britânica está processando a escola de seu filho por doutrinar estudantes com ideologia pró-LGBT sem permissão dos pais.

Izoduwa Montague, 35, acusa a Escola Heavers Farm, em Londres, de fazer “proselitismo sistemático de seus jovens e vulneráveis alunos” depois que as crianças foram forçadas a participar do evento LGBT no ano passado que emulava uma parada do orgulho gay.
Montague pede uma indenização da escola. Ela também apresentou uma queixa formal a Damian Hinds, Secretário de Educação da Inglaterra e País de Gales.
De acordo com o jornal Sunday Times, os Montague e outros pais foram tratados “com desprezo” por se oporem à celebração do evento LGBT. “Temos que ter certeza de que os pais querem ter controle sobre o que acontece com seus filhos no sistema escolar. Não acho que nos despedimos nos portões da escola e dizemos ‘faça o que quiser com eles'”, reiterou Montageu, enfatizando que sua família é cristã e tem seguido um padrão de valores.
Os representantes legais da família Montague são do Christian Legal Center (CLC). Os advogados explicam que Susan Papas, a diretora da escola que promoveu o evento, é mãe de outra professora, sabidamente ativista LGBT.
A senhora Montague conta que seu filho de cinco anos foi punido pela direção quando ela começou a reclamar do evento. Quando ela decidiu ir até a escola para reclamar do tratamento do filho, foi impedida de entrar no prédio.
“Depois que eu reclamei do meu filho pequeno sendo forçado a se apresentar em um evento que vai contra nossas crenças cristãs, a atitude da escola em relação a mim mudou completamente”, afirmou Montague, que decidiu então transferir o menino para outro colégio.
“Eu nem estava tentando proibir o evento deles, só queria que meu filho recebesse educação, em vez de doutrinação”, acrescentou. No processo, a CLC declara que a Heavers Farm está “forçando uma agenda LGBT muito agressiva para crianças menores de 12 anos de uma maneira que abusa dos direitos delas e dos pais”.
Fonte: Gospel Prime