Notícias do Mundo Inteiro

Header Ads

Cotas para “trans” ganham espaço em universidades e geram questionamentos

Para juristas, esses programas de reservas de vagas são inconstitucionais

As desculpas são sempre as mesmas: Combater o preconceito e fazer reparação. 

Resultado de imagem para gays transando na rua
São uns pobres coitados que não tem como pagar uma faculdade


Resultado de imagem para gays na frente do templo
Resultado de imagem para gays na frente do templo
Eles são respeitosos à fé alheia


Resultado de imagem para gays na frente do templo
Acreditam até em Deus


Resultado de imagem para gays ricos
Não são vistos pela sociedade


No Brasil há pelo menos seis universidades públicas que oferecem cotas para travestis, transexuais e transgêneros. Por não ter uma lei que ateste tais direitos, o assunto tem sido questionado por juristas que justificam a falta dissonância dessas políticas de acesso com a igualdade por mérito previsto na Constituição.
Instituições como a Universidade Federal do Grande ABC (UFABC), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade do Estado da Bahia (UNEB), a Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e a Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS) oferecem reserva de vagas para este público nos programas de graduação e pós-graduação.
Cada universidade possui um sistema diferente de cotas, mas todas alegam a necessidade de facilitar o acesso de pessoas trans ao ensino superior. O objetivo é compensar o preconceito sofrido e dar visibilidade ao grupo.
A lei brasileira reserva cotas em universidades públicas para negros, indígenas, deficientes e alunos de baixa renda oriundos de escolas públicas, porém não há no texto nenhuma menção à identidade de gênero, gerando assim impasses judiciais.
Para o professor de direito da Universidade Federal do Ceará, Glauco Barreira, tais sistemas de cotas ferem a isonomia garantida na Constituição Federal.
“A universidade deveria entender que sua missão não é a de prestar assistência social a uma pessoa com baixa autoestima, mas a de preparar os melhores profissionais, porque esses profissionais vão servir à sociedade”, diz ele em entrevista ao jornal Gazeta do Povo.
Adaptado do Gospel Prime

Postar um comentário

0 Comentários