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Mãe processa escola por expor seu filho a “doutrina LGBT”

“Vai contra nossas crenças cristãs”, argumentou ela no processo.

Izoduwa 'Izzy' Montague
Izoduwa 'Izzy' Montague. (Foto: Reprodução)

Uma mãe britânica está processando a escola de seu filho por doutrinar estudantes com ideologia pró-LGBT sem permissão dos pais.

Izoduwa Montague, 35, acusa a Escola Heavers Farm, em Londres, de fazer “proselitismo sistemático de seus jovens e vulneráveis alunos” depois que as crianças foram forçadas a participar do evento LGBT no ano passado que emulava uma parada do orgulho gay.
Montague pede uma indenização da escola. Ela também apresentou uma queixa formal a Damian Hinds, Secretário de Educação da Inglaterra e País de Gales.
De acordo com o jornal Sunday Times, os Montague e outros pais foram tratados “com desprezo” por se oporem à celebração do evento LGBT. “Temos que ter certeza de que os pais querem ter controle sobre o que acontece com seus filhos no sistema escolar. Não acho que nos despedimos nos portões da escola e dizemos ‘faça o que quiser com eles'”, reiterou Montageu, enfatizando que sua família é cristã e tem seguido um padrão de valores.
Os representantes legais da família Montague são do Christian Legal Center (CLC). Os advogados explicam que Susan Papas, a diretora da escola que promoveu o evento, é mãe de outra professora, sabidamente ativista LGBT.
A senhora Montague conta que seu filho de cinco anos foi punido pela direção quando ela começou a reclamar do evento. Quando ela decidiu ir até a escola para reclamar do tratamento do filho, foi impedida de entrar no prédio.
“Depois que eu reclamei do meu filho pequeno sendo forçado a se apresentar em um evento que vai contra nossas crenças cristãs, a atitude da escola em relação a mim mudou completamente”, afirmou Montague, que decidiu então transferir o menino para outro colégio.
“Eu nem estava tentando proibir o evento deles, só queria que meu filho recebesse educação, em vez de doutrinação”, acrescentou. No processo, a CLC declara que a Heavers Farm está “forçando uma agenda LGBT muito agressiva para crianças menores de 12 anos de uma maneira que abusa dos direitos delas e dos pais”.
Fonte: Gospel Prime

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