quarta-feira, 31 de julho de 2019

Feliciano diz que STF deveria ter um ministro gay: “pluralidade de pensamentos”

“O que há de mais belo na democracia é a pluralidade de pensamentos”, afirmou

Por
 

Marco Feliciano no Pânico. (Foto: Reprodução / Pânico)

O deputado federal Marco Feliciano (PODE-SP), defendeu a indicação de um ministro gay para o Supremo Tribunal Federal (STF), em favor daquilo que classifica como “pluralidade de pensamentos”.
A fala do político se deu nesta segunda-feira (22) durante participação no programa Pânico, na rádio Jovem Pan.
Feliciano comentava a possível indicação de um ministro evangélico para a próxima vaga no Supremo, que abrirá em 2020, com a aposentadoria compulsória do ministro Celso de Mello, quando afirmou que deveria haver também um ministro homossexual.
“O que há de mais belo na democracia é a pluralidade de pensamentos. Tinha que ter lá [no STF] um ministro homossexual”, afirmou.
Ao tentar explicar a fala do presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre a indicação de um ministro “terrivelmente evangélico” para a Corte, o parlamentar apontou como sendo um “evangélico puro-sangue”.
“Que siga o Evangelho de verdade, que não seja alguém que seja evangélico só naquele momento”, disse.
O político iniciou sua fala em tom de provocação ao ex-deputado Jean Wyllys, que abriu mão do cargo afirmando sofrer perseguição. Ao Diretor de Jornalismo da Jovem Pan, Felipe Moura Brasil, Marco Feliciano afirmou que Wyllys queria ter “um filho com ele”.
Emílio Surita, diretor e apresentador do Programa Pânico, interrompeu a fala do deputado para questioná-lo se como cristão ele não via nada de bom em Jean Wyllys. Neste momento, com a indagação do radialista, Feliciano então diz sentir falta do ex-deputado na Câmara.

Fonte: Jovem Pan/Gospel Prime


Manifesto comunista: manifesto contra a família

Segundo o Manifesto, qual o fundamento da família? O capital. Como acabar com ela? Acabando com o capitalismo e a propriedade privada.

Por
 


Sim! Também a instituição familiar foi vitima do famigerado Manifesto Comunista. Nem ela escapou! Basta ler. Como sempre, seu conteúdo sintético condensa a visão revolucionária contra a realidade e a tradição. O ódio à instituição familiar se justifica pelos mesmos falsos argumentos de sempre.
“Abolição da família! Até os mais radicais ficam indignados diante desse desígnio infame dos comunistas. Sobre que fundamento repousa a família atual, a família burguesa? No capital, no ganho individual.
A família, na sua plenitude, só existe para a burguesia, mas encontra seu complemento na supressão forçada da família para o proletário e na prostituição pública.
A família burguesa desvanece-se naturalmente com o desvanecer de seu complemento. E uma e outra desaparecerão com o desaparecimento do capital.” [1]
Segundo o Manifesto, qual o fundamento da família? O capital. Como acabar com ela? Acabando com o capitalismo e a propriedade privada. Enquanto a moral judaico-cristã compreende a importância da família e luta para que ela se mantenha coesa, o comunismo a despreza, a desvaloriza e lança contra ela seu veneno.
A Lei da Palmada nada mais do que afronta marxista contra a autoridade paterna. O feminismo nada mais do que a luta de classes transferida para a identidade sexual. A defesa da união entre pessoas do mesmo sexo, nada mais é do que uma tentativa maquiavélica de anular o sentido de família, pois se família é qualquer coisa que se denomine família, então nada é família.
Friedrich Engels, buldogue de Marx, escreveu:
“A monogamia não aparece na história, portanto, como uma reconciliação entre o homem e a mulher e, menos ainda, como forma mais elevada de matrimônio. Pelo contrário, ela surge sob a forma de escravização de um sexo pelo outro, como a proclamação de um conflito entre os sexos, ignorado, até então, na pré-história. (…) Hoje posso acrescentar: o primeiro antagonismo de classes que apareceu na história coincide com o antagonismo entre o homem e a mulher na monogamia; e a primeira opressão de classes, com a opressão do sexo feminino pelo masculino”[2]
E continua:
“A família individual moderna baseia-se na escravidão doméstica, franca ou dissimulada, da mulher, e a sociedade moderna é uma massa de cujas moléculas são as famílias individuais”[3]
Manifesto é também entre  outras coisas um libelo contra a família, cujas ideias são ampliadas na obra de Engels:
“Então é que se há de ver que a libertação da mulher exige, como primeira condição, a reincorporação de todo o sexo feminino à indústria social, o que, por sua vez, requer a supressão da família monogâmica como unidade econômica da sociedade”[4]
Bastaria ouvir minha esposa para desmascarar tamanha besteira. Entretanto, e infelizmente, nem sempre as novas gerações são tão sábias quanto ela, e, inoculadas com veneno marxista, muitos só mais tarde compreendem as bênçãos de uma família estável em um mundo instável.
No entanto, o marxismo não é apenas inimigo da família. Ele é inimigo do conceito de família. Não devemos ficar admirados se em uma cultura marxizada a família sofre todo tipo de ataques e distorções.
As ideias marxistas sobre família fizeram parte da Revolução Bolchevique: “Muitos bolcheviques acreditavam que a família, sendo uma instituição baseada na propriedade privada, seria abolida em uma sociedade comunista, com o Estado assumindo a responsabilidade de cuidar das crianças e do trabalho doméstico”[5]. E se os pais educassem seus filhos conforme seus valores e não conforme os valores da revolução marxista, então esses filhos podiam rebelar-se com o total apoio do Estado. “Se os pais persistem em transformar os filhos em pequenos senhores ou em místicos bitolados, então as crianças tem o direito ético de abandoná-los”[6]. É marxismo pisando a ética judaico-cristã, o mandamento de honrar pai e mãe. Em primeiro lugar vem a submissão ao Estado-Leviatã.
Na década de 1980, Marilena Chauí lançou seu livro “O que é ideologia?” E nele já estavam contidos ataques à família, bem como a defesa da união homossexual. Temos hoje o resultado de décadas de doutrinação.
“Se a ideologia [capitalista] mostrasse todos os aspectos que constituem a realidade das famílias no sistema capitalista, se mostrasse como a repressão da sexualidade está ligada a essas estruturas familiares (condenação do adultério, do homossexualismo, do aborto, defesa da virgindade e do heterossexualismo, diminuição do prazer sexual para o trabalhador porque o sexo diminui a rentabilidade e produtividade do trabalho alienado), como, então, a ideologia manteria a ideia e o ideal da Família? Como faria, por exemplo, para justificar uma sexualidade que não estivesse legitimada pela procriação, pelo Pai e pela Mãe? Não pode fazer isto. Não pode dizer isto”[7] Para ela a família não é uma necessidade da estrutura social. É apenas uma conveniência humana que se opõe á religião de Marx. Precisa ser destruída.
Este é mais um dos pontos que torna o Manifesto Comunista o pior livro do Ocidente. Sua defesa do Estado monstro, seu anti-cristianismo, sua defesa da violência política, são motivos suficientes para que sua leitura seja, senão suprimida, pelo menos contraindicada. Sua venda deveria ser feita sob um rótulo: “Cuidado, esta leitura é prejudicial à sua existência e à existência de toda a humanidade”. A história universal que o diga. E nossa história também.
[1] MARX, K. e  ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Global Editora, 1986, p. 32
[2] ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. Rio de Janeiro: Best Bolso, 2014, p. 79
[3] ENGELS, Friedrich. Op. Cit. p. 89
[4] Op. cit. p. 90
[5] SMITH S.A. Revolução Russa. Porto Alegre: L&PM, 2013, p. 160
[6] SMITH S.A. Op. Cit p.163
[7] CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia. São Paulo: Brasiliense, 1980, p. 118

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Homem com extensa ficha criminal se entrega a Jesus em culto e é assassinado logo depois

Por Tiago Chagas
Um homem com extensa ficha criminal foi assassinado e se tornou notícia no último sábado, 27 de julho, depois que um pastor pentecostal publicou a foto de sua decisão em entregar a vida a Jesus Cristo horas antes do crime.
O pastor Júnior Trovão pregou em uma igreja de Camboriú na noite do último sábado, e Geovani Ribeiro dos Santos, 35 anos, foi fotografado entre as pessoas que aceitaram ao apelo feito no culto. Horas depois, a Polícia Militar atendeu a uma ocorrência de homicídio e a vítima era o rapaz que havia entregado a vida a Jesus.
De acordo com informações do portal Click Camboriú, Santos possuía passagens pela Polícia por violência doméstica, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, disparo de arma de fogo e estelionato. Ele foi assassinado a tiros.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) atendeu ao chamado e confirmou o óbito de Santos no local. A Polícia Civil e o Instituto Geral de Perícias (IGP) vistoriaram a cena do crime e periciaram as evidências.
Horas depois da confirmação de que Geovani Ribeiro dos Santos havia sido assassinado, Trovão usou sua conta no Instagram e publicou uma imagem com o momento que o rapaz entregava sua vida a Jesus e outra com seu corpo caído no meio fio. A rede social inseriu um alerta de imagem chocante à publicação do pastor pentecostal.
Na legenda, Trovão afirmou que sentia “tristeza pela vida que se foi”, mas também “alegria pela alma que Jesus salvou”.

Fonte: Gospel +


STF: “Crusoé – Bandidos” / “IntercePT – Heróis”

Judiciário que tratou a Crusoé como ‘bandida’, trata o IntercePT como ‘herói’


Greenwald, o ‘anarquista digital’, já deveria ter sido conduzido sob vara para depor …

Qual é o problema com o alto escalão do Judiciário brasileiro?
Tempos atrás, a revista Crusoé publicou um artigo dizendo que o nome do ministro Dias Toffoli foi citado durante uma troca de emails entre executivos da Odebrecht.
Toffoli se irritou e acionou o ministro Alexandre de Moraes … a partir daí, iniciou-se uma caçada contra a revista, que foi censurada, processada, multada, enfim, até a PF foi acionada para cumprir mandatos de busca e apreensão.
Ressaltando que a Crusoé não agiu de forma ilegal … não obteve documentos de maneira criminosa.
Pois bem …
Há cerca de dois meses, o site The IntercePT tem provocado uma anarquia generalizada no país fazendo uma espécie de chantagem ao reter mensagens e áudios obtidos ilegalmente através do hackeamento de celulares de agentes públicos (juízes, promotores, políticos e sabe-se lá mais quem).
Se a intenção do jornalista fosse realmente ajudar o país ou ‘fazer justiça’, o mesmo já teria procurado a PF e o Ministério Público e entregado uma cópia dessas supostas provas (*** obtidas de maneira ilegal ***)
Mas não … o ativista, travestido de jornalista, está fazendo todo um país refém de algo que ‘supostamente teria ocorrido’ … em outras palavras, Greenwald está conspirando contra uma Nação.
Agora a(s) pergunta(s):
“Porque é que o STF, especificamente os ministros Toffoli e Moraes, não agem da mesma maneira que agiram com a Revista Crusoé?”
“Porque é que esses ministros não abrem um inquérito e colocam a PF para ‘chutar as portas’, como foi feito com a Crusoé?”
“Porque é que os ministros não censuram as matérias do site The IntercePT?
“Porque é que o jornalista Glen Greenwald não foi conduzido ‘sob vara’ para depor sobre o caso?”
Extraído do site diariodobrasil.org/ em 28/07/2019
Fonte: CACP

Grupo Boko Haram deixa ao menos 65 mortos na Nigéria

Algumas vítimas estavam a caminho de um funeral quando sofreram o ataque

Grupo terrorista Boko Haram Foto: Reprodução

Ao menos 65 pessoas foram mortas no nordeste da Nigéria em ataque promovido pelo grupo terrorista Boko Haram neste sábado (27). Segundo o presidente do governo local, Mohammed Bulama, 23 pessoas morreram enquanto estavam a caminho de um funeral em um ataque inicial. Outras 42 pessoas teriam sido mortas enquanto perseguiam os jihadistas e ao menos dez ficaram feridas.
Homens carregam vítima de ataque do Boko Haram em Budu, perto de Maiduguri, na Nigéria. O presidente do governo local disse acreditar que o ataque foi uma retaliação pela morte de 11 combatentes do Boko Haram por moradores locais. Na ocasião, os moradores também capturaram dez rifles automáticos.
O conflito com o Boko Haram já matou mais de 27 mil pessoas desde 2009 e mais de 1,7 milhão de pessoas ainda não puderam voltar para suas casas. O grupo tem a intenção de estabelecer um governo islâmico. Ele é conhecido por atentados violentos no país e também por sequestrar e escravizar meninas e mulheres.
*Folhapress

Pai de Santo “energiza” ministros do STF

O babalorixá Benedito Vitor dos Santos participou da posse de Dias Toffoli

Por Michael Caceres

                                                                                                                                         STF. (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)

Durante a posse do ministro Dias Toffoli como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), uma figura emblemática estava entre os convidados para a cerimônia, o pai de santo “Vitão”, como é conhecido Benedito Januário dos Santos.
A receptividade dos ministros da Corte ao religioso, segundo relatou a revista IstoÉ, inclui conselhos e o que chama de “energização” do tribunal. Tudo isso acontece na surdina, fora da visibilidade da opinião pública ou da cobertura da grande mídia.

“Quando vou para Brasília, na surdina, vem o Fachin, os outros… Eles querem saber como é. Eu dou as orientações, faço a energização”, relata.
Na posse de Dias Toffoli, Vitão conta que formou dupla de moda de viola com o ministro Gilmar Mendes, num momento de intimidade para poucos. O religioso demonstra gratidão pelo privilégio de ter sido convidado para a ocasião.
“Quem sou eu? Quantos não queriam um convite daquele [para participar da cerimônia de posse]? Quantos professores e desembargadores gostariam de ser convidados? E eu fui o primeiro a ser”, disse.
Sobre a possibilidade de uma indicação evangélica para o STF, Vitão é crítico e avalia que a religião é “questão de cada um”. “Não precisa ser terrivelmente evangélico [para ocupar o STF]. Tem que ser um bom ministro”, encerra.
Benedito Vitor dos Santos foi apresentado a Toffoli, quando o ex-advogado do Partido dos Trabalhadores (PT) ainda era estagiário do Departamento Jurídico XI de Agosto (DJ), da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 24 de julho de 2019

VOZ DA "VERDADE"?

O que é a música afinal? Música é uma combinação de melodia, harmonia e ritmo. Os instrumentos produz o som e pode ter uma voz ou não. Essa música pode ser espiritual ou não. Veja o que diz Paulo em Efésios 5:19: falando entre vós com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, cantando e louvando ao Senhor no vosso coração. Se existem cânticos espirituais, então existem cânticos carnais. E mais uma vez ele trata do assunto em Colossenses, capítulo 3 e versículo 16: A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais; cantando com graça em vosso coração ao Senhor.

É incrível como essa relação de música sacra e música secular esta se mesclando. Hoje a diferença está quase se esvaindo. A Banda Voz da Verdade, após anos tocando e cantando música "gospel", plagiada da música secular, resolve agora tirar a máscara e cantar literalmente Raul Seixas na igreja. As opiniões são diversas em relação a esse tipo de música na igreja. Mas quem é espiritual, canta música espiritual e não mundana.  

A música tem que ser espiritual, consagrada e diferente dos reinos do mundo. Não podemos ultrapassar essa fronteira. O maior livro da Bíblia é o Salmos, e nele Davi disse que o Senhor pôs em seus lábios um novo cântico. Muitas pessoas já se converteram ao Senhor através dos cânticos espirituais, pois viram a diferença na música. 

Já detectei em vários "hinos" de Aline Barros, Talyta, J. Neto, Marcos Antonio... letra evangélica com ritmos seculares. Agora vem a pergunta, qual a diferença entre uma música secular e uma música evangélica? 
Todos aprendemos e assim acreditamos que Deus criou a música para o seu louvor. Sabemos também que a Bíblia fala de musica espiritual e carnal, como vimos acima. 

Assista os vídeos e tire suas conclusões:







Fontes: You Tube e Web

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Grupo terrorista revela plano para matar Bolsonaro

Em entrevista a Veja, representante do SSS ameaça presidente, seus familiares e dois ministros

Por
 Davi Sousa

Imagem enviada a Veja por um dos membros da SSS: os terroristas já praticaram três atentados a bomba em Brasília (Reprodução/VEJA)

Há seis meses a Polícia Federal (PF) procura os integrantes de um grupo terrorista que já praticou pelo menos três atentados a bomba em Brasília e anuncia como seu objetivo mais audacioso matar o presidente da República Jair Bolsonaro. A informação foi publicada na manhã desta sexta-feira (19) pela revista Veja. 
O veículo informa que entrevistou nas duas últimas semanas um dos líderes da Sociedade Secreta Silvestre (SSS), que se apresenta como braço brasileiro do Individualistas que Tendem ao Selvagem (ITS), uma organização internacional que se diz ecoextremista e é investigada por promover ataques a políticos e empresários em vários países.
O terrorista identifica-se como “Anhangá”. Por orientação do grupo, o contato foi feito pela deep web, uma espécie de área clandestina da internet que, irrastreável, é utilizada como meio de comunicação por criminosos de várias modalidades. O líder garante que o plano para matar Bolsonaro é real e começou a ser elaborado desde o instante em que o presidente foi eleito. Anhangá contou a Veja que o grupo planejava executar o presidente no dia da posse. “Vistoriamos a área antes. Mas ainda estava imprevisível. Não tínhamos certeza de como funcionaria”, explicou à Veja o terrorista.
O máximo que ele revelou aos jornalistas do veículo  sobre si é que é do sexo masculino, tem entre 20 e 30 anos, está em Brasília e é “um radical defensor da natureza”. Já com as vidas humanas, não demonstra a mesma preocupação. Segundo ele, o presidente é um “estúpido populista” que “falha com sua segurança” e anda “sem uma proteção adequada”, o que facilita o atentado. “Um ataque a Jair Bolsonaro será sempre uma possibilidade latente. Bolsonaro e sua administração tem declarado guerra ao meio ambiente. Tentamos sempre adquirir explosivos e armas mais potentes. Estudamos semanalmente nossos alvos”.
Dias antes da posse de Bolsonaro, a SSS colocou uma bomba em frente a uma igreja católica distante 50 quilômetros do Palácio do Planalto. O artefato não explodiu por uma falha do detonador. No mesmo dia, a SSS postou um vídeo na internet reivindicando o ataque e revelando detalhes da bomba que só quem a construiu poderia conhecer. Nessa postagem, o grupo também anunciou que o próximo alvo seria o presidente eleito, o que levou as autoridades a sugerir o cancelamento do desfile em carro aberto. “Facilmente poderíamos nos misturar e executar este ataque, mas o risco era enorme (…) então seria suicida. Não queríamos isso.” Na ação seriam usados explosivos e armas. “A finalidade máxima seriam disparos contra Bolsonaro ou sua família, seus filhos, sua esposa.”
Depois disso, em abril, dois carros do Ibama foram incendiados em um posto do órgão em Brasília e, no local, havia pichações com ameaças de morte ao ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente. Em vídeo, o grupo assumiu a responsabilidade pelo atentado e exibiu o material utilizado durante o ataque, oferecendo provas de que era mesmo o autor do crime.
Além de Ricardo Salles, na entrevista ao veículo, o líder do grupo extremista alerta para a existência de um terceiro alvo no governo: Damares Alves, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos. 
Espécie de holding internacional dos chamados ecorradicais, o ITS foi fundado em 2011 no México e afirma ter representantes também na Argentina, Chile, Espanha e Grécia. A organização se diz contra tudo o que leva à devastação do meio ambiente e defende o uso de medidas extremas e atos violentos contra os inimigos da natureza (evidentemente tal discurso não tem coerência alguma). Em maio passado, os ecoterroristas do Chile assumiram a autoria de uma carta-­bomba enviada a um empresário. Dois anos antes, em 2017, um artefato similar foi endereçado ao presidente de uma mineradora, que ficou ferido. No México, o ITS reivindicou a autoria de várias explosões em universidades. Uma delas resultou, em 2016, na morte de um pesquisador. No fim do ano passado, o grupo também se responsabilizou por uma bomba deixada próximo a uma igreja ortodoxa em Atenas.
De acordo com a Veja, os terroristas brasileiros vêm sendo monitorados pelas autoridades há algum tempo. Um relatório elaborado pela diretoria de inteligência da PF intitulado “Informações sobre Sociedade Secreta Silvestre” descreve que, em 2017, uma bomba foi deixada na rodoviária de Brasília. O documento, obtido por VEJA, ressalta que a imprensa não noticiou o atentado, mas, mesmo assim, os detalhes foram divulgados num site do grupo chamado Sociedade Secreta Silvestre, traduzidos para diversos idiomas e assinados por uma pessoa identificada como Anhangá.
Em dezembro, depois da ameaça ao presidente Bolsonaro, a Polícia Federal decidiu pôr no caso os melhores agentes da seção antiterrorismo. Os policiais já seguiram várias pistas. Três suspeitos chegaram a ser presos. Mas os integrantes do grupo ainda não foram identificados. Anhangá provoca: “(Eles) são incompetentes (…). Não somos meros amadores, dominamos técnicas de segurança, de engenharia, de comportamento social. (…) Discutimos internamente com membros de outros países”.
Os comunicados e vídeos do grupo terrorista ITS são postados num site chamado Maldición Eco-­extremista, traduzido para diversos idiomas. Foi por meio desse canal que VEJA solicitou uma entrevista com um integrante do ITS-Brasil. Um e-mail criptografado, de um servidor localizado na Suíça, indicou um endereço eletrônico para o qual deveriam ser enviadas as perguntas. Pouco tempo depois, Anhangá apareceu e disse que estava à disposição para esclarecer as dúvidas da reportagem. A partir daí, foi mandado um link de um chat privado, em que as mensagens eram destruídas após 24 horas. Nesse canal, foram feitas três entrevistas, reproduzidas ao longo destas páginas. Em fevereiro de 2019, a rede de televisão francesa TV5Monde utilizou o mesmo caminho para entrevistar o fundador do ITS, que se apresentou como “Xale”. A reportagem informava que o grupo tinha ramificação no Brasil.
Num inquérito sigiloso obtido por Veja, a própria PF destaca que o grupo continua praticando atos criminosos com “extrema gravidade” e mostrando “profusão de ideias violentas e extremistas, além de divulgar ameaças contra a vida do Bolsonaro”. Isso, por si só, já se enquadra em crime de terror.
Segundo afirma a reportagem do veículo, o inquérito do STF também reuniu evidências de um plano real de ataque contra um ministro da Corte. Os investigadores descobriram que um grupo havia monitorado durante algum tempo a rotina de um dos magistrados, cujo nome é mantido em sigilo, e de sua família, que mora em São Paulo. O objetivo era definir o melhor lugar para uma emboscada, e o local escolhido foi o Aeroporto de Congonhas. A ideia dos criminosos era cercar o carro do ministro na saída do terminal e metralhá-lo. “Eles diziam que ‘iam abrir fogo’”, revela um magistrado que teve acesso à investigação, conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes.
O plano foi discutido em um chat da deep web também frequentado pelos estudantes Guilherme Monteiro e Luiz Henrique de Castro, que invadiram uma escola em Suzano, no interior de São Paulo, e executaram cinco alunos, duas funcionárias e depois se mataram. No chat, o grupo que planejava o ataque ao ministro do STF trocava informações com os assassinos da escola.
(Com Correios24h)
Fonte: JMNotícias

“Não sei se sou terrivelmente evangélico, mas sou fiel”, diz Bretas

“É o auge, o topo, uma honra”, comenta o magistrado sobre possibilidade.

Por Michael Caceres

Marcelo Bretas (Foto: Fernando Frazão/Agênci Brasil)

Em 2 de junho o juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, desembarcou em Brasília para uma conversa sigilosa no Palácio do Planalto com o presidente da República Jair Bolsonaro.

Dois dias antes do encontro, Bolsonaro havia sinalizado pela primeira vez a possibilidade de indicar um “ministro evangélico” para o Supremo Tribunal Federal (STF).
Tão logo a questão foi levantada pelo presidente, o nome do juiz passou a ser especulado para o cargo, pela qualidade técnica e por ser um evangélico praticante, que constantemente faz manifestações de fé nas redes sociais e já chegou a citar trechos da Bíblia em sentenças.
Em reportagem de capa da revista Época, o magistrado diz que “ser ministro do Supremo é uma promoção ao topo da carreira”. Sem comentar o encontro com o presidente da República, Bretas afirma que apesar de não ser um “projeto de vida”, vê como uma “honra” ocupar uma vaga na Corte.
“Se quero ser ministro do Supremo? Olha, não é meu projeto de vida. Agora, sei que ser ministro do Supremo é uma promoção ao topo da carreira. É o auge, o topo, uma honra. Quem ficaria triste com uma promoção dessa?”, questiona.
Marcelo Bretas, André Luiz, advogado-geral da União e William Douglas, juiz da 4ª Vara Federal de Niterói, Rio de Janeiro, são os nomes mais cotados para receberem a indicação para a vaga que abrirá em 2020, com a aposentadoria compulsória do ministro Celso de Mello.
A outra vaga, que abrirá em 2021, com a aposentadoria de Marco Aurélio Mello, deverá ser ocupado por Sergio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública.
Sobre a declaração de Bolsonaro, que na semana passada afirmou que deverá indicar um ministro “terrivelmente evangélico” para o STF, Bretas brinca que não sabe se preenche este requisito, mas sabe que é fiel.
“Não sei se sou terrivelmente, mas sou fiel”, disse Bretas aos risos, defendendo o critério apresentado para o cargo.
Fonte: Gospel Prime

O prédio da igreja é alugado, e agora?

A igreja paga IPTU?

Por Direito Religioso

Templo cristão. (Photo by Akira Hojo on Unsplash)

Apesar da clareza do texto constitucional sobre a imunidade tributária às Igrejas e Templos de qualquer culto, não é fácil responder sobre o tema rapidamente quando vamos pagar as contas. Cada atividade que realizamos pode estar sujeita ao pagamento de um imposto.

A rotina da Igreja não envolve apenas a reunião de pessoas: ofertas são entregues, contas são pagas, serviços são realizados.
E o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é um exemplo de tributo que tem por fim arrecadar recursos financeiros aos municípios.
Ele está relacionado à propriedade, domínio útil ou a posse de propriedade imóvel localizada em zona ou extensão urbana.
Diferente de uma pessoa física ou jurídica, que ao realizar alguma dessas ações, atrai inevitavelmente a imposição de pagar este imposto, a Igreja, por ser uma organização religiosa, deve ser vista de forma diferente – pela previsão da Constituição da República, e por sua natureza fundamental.
Uma análise sobre à essência da organização religiosa é indispensável para compreender as razões que explicam a imunidade tributária no pagamento de IPTU às Igrejas.
Assim sendo, mesmo quando a Igreja não é a proprietária do prédio, mas o utiliza como inquilina, ela está imune à cobrança do IPTU, o mesmo acontece quando a organização religiosa aluga um prédio seu para outra atividade, também é imune da cobrança deste IPTU, caso os alugueres havidos tenham sua destinação na finalidade essencial.
No vídeo segue maiores informações sobre o tema:

Fonte: Direito Religioso

quarta-feira, 17 de julho de 2019

ATENÇÃO FEMINISTAS ESQUERDOPATAS: o que fazer com quem trata as mulheres dessa forma?

Direitos civis da mulher no contexto muçulmano


Escravização e estupro de mulheres não são crimes no Islã
Mulher queimada com ácido no rosto por mostrar os cabelos
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Essas foram estupradas pelos terroristas islâmicos influenciados pelo Islã e o Al Corão 
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VOCÊ SABIA QUE:
De acordo com a doutrina islâmica, estupro e escravidão sexual não são um pecado. Estupro de uma Kafir é permitida por Maomé e Allah no Alcorão, consagrado na lei da Sharia. Sob a Sharia, as mulheres Kafir podem ser estupradas e não há penalidade. O islamismo é o único sistema político no mundo que inclui regras para estupro e guerra. Estupro é uma tática da jihad. (WARNER, 2019)
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Mulheres à venda
Quando falamos de direitos civis, não estamos falando dos mesmos direitos que a mulher tem na sociedade Ocidental. Como já havíamos dito, a mulher no mundo muçulmano assume um papel secundário, onde este papel não é só regulamentado pelas leis civis, como recebe um caráter divino sobre esses direitos, o que de fica praticamente impossível dividir estado e religião. Já que “o Alcorão formula questões éticas que devem ser observadas no trato com outras pessoas, bem como os deveres religiosos em relação a Deus que todos devem cumprir” (SCHIRRMACHER, 2017, p.48). Por isso é tão difícil separar a religião Islâmica da comunidade muçulmana, pois a sua busca se trata justamente da fusão estado-religião-sharia. Pois:
A partir do momento em que a religião fornece certas regras em relação ao casamento, ao divórcio ou à criação dos filhos, muçulmanos praticantes que vivam em um país não islâmico, no qual a sharia não é a base da legislação, terão sempre o sentimento de que não podem viver integralmente sua fé […] Seu objetivo, por meio da imitação de Maomé e da exata observância de todos os mandamentos do islã, é criar uma sociedade islâmica, rejeitar o governo de seu país – em seu entender, não islâmico – e estabelecer um governo “verdadeiramente islâmico”. (IBDEM, 2017, p79)
A lei islâmica não é de fácil interpretação, ainda mais quando se trata de trazer para nossos dias, e para a comunidade Ocidental escritos do século VII. Por isso há uma pergunta a ser feita e que não pode ser respondida de forma rápida: É possível a prática do islamismo sincero nos dias atuais? As leis que regem o Islã não são compatíveis com todas as conquistas realizadas pelas mulheres no mundo Ocidental, por isso é necessário que façamos o contraste mais à frente, por hora vamos nos ater aos direitos atribuídos às mulheres dentro do mundo muçulmano no que se refere ao casamento, divórcio e herança, já que a participação da mulher é limitada ao lar, não existe legislação, ou direitos sobre o trabalho ou qualquer outra situação comum no mundo Ocidental cristão.
Com a aproximação do Islã ao mundo Ocidental também trouxe consigo alguns problemas no sentido dos direitos já adquiridos das mulheres, um dos grandes problemas na atualidade está ligado ao uso do véu no mundo muçulmano, este problema está evidente em países que acolheram os refugiados muçulmanos como a Alemanha onde:
É cada vez maior o numero das que se veem forçadas a usar o véu, por pressão de grupos políticos muçulmanos. As meninas que não trazem a cabeça coberta, são por vezes, objeto de escárnio, obrigadas a se adequar ao uso do véu, ameaçadas, ou abertamente xingadas de “prostitutas” por outros muçulmanos do bairro. As regras do vestuário islâmico e, paralelamente, a doutrina moral a elas associadas estão ganhando terreno em plena Alemanha (SCHIRRMACHER, 2017, p.291).
Não só isso, como também a quantidade de casamentos forçados, ou arranjados também tem aumentado no mundo Ocidental conforme o islã avança. Tudo isso se aplica a mulher muçulmana.
As covardes feministas não fariam isso nas mesquitas
Imagem relacionada
Feministas entraram seminuas na famosa catedral de Paris com as seguintes mensagens escritas no corpo: ‘adeus, Bento’, ‘crise de fé’, ‘papa, o jogo acabou, ‘papa não mais’
O Islã divide a humanidade em duas categorias, o fiel muçulmano e o infiel (Kafir), o Alcorão nos expõe um verso muito espantoso, quando diz que: “E todas as mulheres casadas (são proibidas para você), salvo aquelas que suas mãos direitas (mão da espada) possuem”, Bill Warner, ao comentar este verso nos informa que:
De acordo com a doutrina islâmica, estupro e escravidão sexual não são um pecado. Estupro de uma Kafir é permitida por Maomé e Allah no Alcorão, consagrado na lei da Sharia. Sob a Sharia, as mulheres Kafir podem ser estupradas e não há penalidade. O islamismo é o único sistema político no mundo que inclui regras para estupro e guerra. Estupro é uma tática da jihad. (WARNER, 2019)
Mas, esse conceito não só é definido apenas em tempos de guerra, “A situação da mulher no islã reflete antes valores e necessidades de uma sociedade tribal do que valores especificamente religiosos” (DEMANI, 2015, p.155), até porque o islã busca essa preservação, um dos exemplos mais recorrentes é que “Desde os anos 80, houve centenas de casos de desfiguração, pela utilização de ácido, do rosto de mulheres que simplesmente ousaram exibir seus cabelos” (IBDEM, p.159). Robert Spencer traz um relato sobre uma pesquisa realizada pelo Instituto Paquistanês de Ciências Médicas de que no ano de 2002, 90% das mulheres paquistanesas eram espancadas ou abusadas sexualmente pelos seus maridos. (SPENCER, 2007, p.72).
Um dos exemplos mais recentes onde retrata como a mulher deve se comportar no mundo muçulmano está na Alemanha, apesar do país não ser um lugar totalmente islamizado, mas após 1960, houve uma verdadeira fuga dos muçulmanos de seus países de origem para lá, onde se estabeleceram, e trouxeram consigo sua religião e o desejo da implantação da Charia, que permite o crime de honra e “Uma das vítimas, Hstun Surucu, foi alvejada em plena luz do dia, em fevereiro de 2005, em Berlim, por seus irmãos porque ‘vivia como uma alemã’ e era ‘uma prostituta’ que ‘não merecia destino melhor’”(SCHIRRMACHER, 2017, p.291). Portanto, a liberdade que a mulher conquistou no Ocidente é infinitamente maior do que a suposta liberdade que as mulheres do mundo muçulmano têm:
Quaisquer expressões de sensualidade, como namoros ou maquiagem, são reprimidas pela polícia moral […] No Irã, mulheres têm uma posição jurídica de cidadãs e pessoas físicas; após sua participação maciça na revolução, o direito ao voto já não podia mais ser-lhes retirado (apesar da opinião do clero); a idade mínima para o casamento foi reduzida a nove anos […]

O Cristianismo honra as mulheres
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No Afeganistão, por outro lado, cada mulher era considerada legalmente submissa a algum homem; elas eram obrigadas a vestir burca, que vela totalmente não apenas o corpo como também o rosto; as filhas eram proibidas de ir á escola, as mães, de trabalhar fora de casa; e todas só podiam aparecer em público acompanhadas de um parente masculino legalmente responsável por elas (Algumas regulamentações afegãs existem também na Arábia Saudita, onde mulheres são proibidas de dirigir) (DEMANI, 2015, p.160)
É evidente que houveram nos últimos anos um avanço no que se diz respeito aos direitos das mulheres em relação ao Ocidente, entretanto, há outras escolas de interpretação islâmica que não existe avanço, pois suas opiniões sobre esta evolução está baseada no Alcorão e na tradição islâmica, onde sua visão está presa no século VII.
Por Rafael Félix.
* Este artigo com inclusão das imagens foi uma adaptação 
Fonte das fotos: Web 
Artigo original: CACP

Os odiosos ativistas gays, jogaram tinta no monumento formando um arco-íris, um símbolo dos grupos LGBT.

ÓDIO, É  O QUE HÁ NO CORAÇÃO DELES


Esculturas de Calvino, Farel, Beza e Knox foram cobertas com as cores do arco-íris

Muro dos Reformadores. (Foto: Reprodução / LemanBleu)

Conhecido como “Muro dos Reformadores”, o “Parc des Bastions” é um monumento alusivo à Reforma Protestante em Genebra, Suíça, uma das principais atrações turísticas da cidade em que João Calvino, viveu e pregou.
Além dele, o muro, inaugurado em 1909, também homenageia a influência dos reformadores Guilherme Farel, Teodoro de Beza e John Knox.
Ativistas jogaram tinta no monumento formando um arco-íris, um símbolo dos grupos LGBT.
Num primeiro momento, a polícia disse que ninguém havia assumido o ataque. Porém, de acordo com o site local LemanBleu, o conselho da cidade de Genebra abrirá uma queixa criminal.
Funcionários do parque disseram que o monumento seria limpo o mais rápido possível. Houve vários atos de vandalismo contra o monumento protestante no passado.
De acordo com o jornal Le Matin, em março, ativistas feministas picharam a frase: “Onde estão as mulheres?”.
Fonte: Gospel Prime

Bolsonaro anuncia que MEC interviu e vestibular para trans foi suspenso

Bolsonaro anuncia que MEC interviu e vestibular para trans foi suspenso


Jair Bolsonaro. (Foto: Marcos Corrêa / PR)

O presidente Jair Bolsonaro anunciou que o Ministério da Educação interviu no vestibular lançado pela Universidade da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), que criava uma espécie de cota para “transgêneros e intersexuais”. Com isso o concurso foi suspenso e anulado pela universidade.
“A Universidade da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira (Federal) lançou vestibular para candidatos TRANSEXUAL (sic), TRAVESTIS, INTERSEXUAIS e pessoas NÃO BINÁRIOS. Com intervenção do MEC, a reitoria se posicionou pela suspensão imediata do edital e sua anulação a posteriori”, escreveu o presidente no Twitter.
A iniciativa cria uma espécie de cota para o público LGBT, algo que pode ter sido motivado pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de equiparar a homofobia e a transfobia ao crime de racismo. As inscrições começam no dia 15 de julho e vão até o dia 24.
No edital, a universidade destaca que “poderão concorrer às vagas ofertadas neste edital estudantes transexuais, travestis, pessoas não binárias e intersexuais oriundos de qualquer percurso escolar, e que tenham concluído o ensino médio.”
Segundo informou o jornal O Globo, o MEC questionou a legalidade do processo seletivo por meio da Procuradora Geral da República. O argumento utilizado foi justamento o apontado pelo Gospel Prime, de que a “Lei de Cotas não prevê vagas específicas para o público alvo do citado vestibular.”
O MEC também afirmou que a universidade “não apresentou parecer com base legal para elaboração da política afirmativa de cotas, conforme edital lançado na semana passada”. Isso teria levado à solicitação do cancelamento do concurso.
Fonte: Gospel Prime