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Greta Thunberg: o escudo dos covardes ecofundamentalistas

Esquerda não tem vergonha de instrumentalizar ninguém em sua guerra.

 Por 

Greta Thunberg. (Foto: Stephanie Keith/Getty Images)

Meu artigo sobre o discurso inflamado da Greta Thunberg foi amplamente visto, com progressistas gritando de ódio sem conseguirem argumentar contra – ou mesmo desqualificando toda a argumentação apenas porque o filósofo que odeiam foi citado – e conservadores repercutindo bem, trazendo seus pontos concordância ou mesmo acréscimos dos quais eu particularmente discordo.

No entanto, não me ocuparei agora por falar novamente da jovem, que ainda tem muito a aprender principalmente sobre a vida e sobre a má influência que seus pais, radicais militantes de esquerda, exercem na sua trajetória não como ativista mundialmente conhecida, mas como pessoa humana que sofre de Síndrome de Asperger e que, por conta disso, aspira muito mais cuidados psíquicos do que exploração política.
Quero falar da tática doentia de alguns covardes, que usam crianças para que sirvam de escudo para que suas ações perversas não sejam percebidas do grande público.

Assim como a menina Ágatha teve sua morte usada como pauta de debate sobre políticas de Estado para a segurança pública, assim como muitos traficantes usam crianças para trocarem tiro com a polícia ou mesmo atiram em crianças para que a criminalização caia sobre o agente público, ecoterroristas fazem uso de uma adolescente em fase de formação cultural, intelectual e até mesmo física e mental com o fim de que suas agendas gananciosas avancem no mundo.
Não se iluda caro leitor. Seja qual for sua posição, por trás de um belo ou irritado discurso “ecopocalíptico” e globalista na ONU, temos um grupo de poderosos bilionários que instrumentalizam figuras públicas e narrativas para que o mundo [deles] se torne melhor.
Como disse Flávio Gordon no seu artigo “A mão que balança Greta, publicado no site Gazeta do Povo:
“O ecofundamentalismo é uma ideologia revolucionária e totalitária, que, sustentada sobre uma das maiores fraudes científicas e midiáticas de que se tem notícia – e que deveria ter sido desacreditada de uma vez por todas desde o escândalo conhecido como Climategate, quando se revelou o lado negro do falso consenso científico que sustenta o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) da ONU –, fundamenta um projeto de governo mundial por parte de uma elite globalista  cuja visão de mundo é uma heteróclita mistura de neomalthusianismo, eugenismo, neopanteísmo, anticristianismo e anticapitalismo.”    
Seja usando uma ecofundamentalista como a Greta, ou uma criança inocente como a Ágatha, ou mesmo um exército infantil do narcotráfico ou dos radicais palestinos, o que estamos falando é de uma tática covarde de alguns que foram embebidos pelo poder e, que, são capazes de trilhar os piores caminhos possíveis para acharem o ponto de convergência entre os acontecimentos e seus próprios interesses econômicos ou políticos.
A verdade é que, no fim das contas, o sonho da menina Greta acaba sendo mesmo roubado – bem como o da menina Ágatha, que foi de forma efetiva – e os adultos doentes continuam dando sequência nos seus projetos malignos de disseminação de mentiras, desinformação, globalismo, afronta à soberania nacional de países emergentes como o Brasil e pensamentos anticristãos.
Fonte: Gospel Prime

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