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IRMÃ DULCE, SANTA? SERÁ? IRMÃ DULCE E O SEU LADO OBSCURO

IRMÃ DULCE E O SEU LADO OBSCURO


Irmã Dulce
Retrato de Irmã Dulce

Deixar de reconhecer que a D. Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, filha de Augusto Lopes Pontes e de Dulce Maria de Souza Brito, conhecida mundialmente como Irmã Dulce, fez um trabalho filantrópico, sacrificial, e altruísta, é ser um ignorante, tendencioso e ingrato. Nascida em 26 de maio de 1914, na capital baiana, e falecida no dia 13 de março de 1992, foi uma religiosa católica brasileira que dedicou a sua vida a ajudar os doentes e os mais necessitados.

Foi beatificada pelo Papa Bento XVI, no dia 10 de dezembro de 2010, passando a ser reconhecida com o título de "Bem-aventurada Dulce dos Pobres". Será canonizada pelo Papa Francisco em uma celebração no Vaticano no dia 13 de outubro de 2019.
Por ser muito jovem ela foi recusada pelo Convento de Santa Clara. Formou-se em professora primaria em 08 de fevereiro de 1932 e um ano após entrou para a Congregação Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição de Deus em São Cristóvão, Sergipe. 

Em 1934, Irmã Dulce fez votos de fé, tornando-se freira e recebendo o nome de Irmã Dulce em homenagem à sua mãe. De volta a Salvador, já como freira, sua primeira missão foi ensinar em um colégio mantido pela sua congregação religiosa.

Irmã Dulce e Madre Teresa de Calcutá
                                                     Madre Teresa de Calcutá e Irmã Dulce

João Paulo II e Irmã Dulce
Encontro com o Papa João Paulo II em 1980

Indicada ao Prêmio Nobel da Paz pelo então presidente do Brasil, José Sarney e contando com o apoio total da rainha da Suécia, em 1988. 

Morte

Irmã Dulce começou a apresentar problemas respiratórios e, apesar de ter uma saúde frágil, não interrompeu o seu trabalho. Já debilitada, foi internada no Hospital Português da Bahia, depois transferida para a UTI do Hospital Aliança e finalmente para o Hospital Santo Antônio.
No dia 20 de outubro de 1991, Irmã Dulce recebeu a visita do Papa João Paulo II para receber a benção e a extrema-unção.
Irmã Dulce faleceu em Salvador, no dia 13 de março de 1992. Seus restos mortais estão enterrados na Capela do Hospital Santo Antônio. (https://www.ebiografia.com/irma_dulce/)
Até este ponto do texto temos algumas importantes informações e obras desta freira. No entanto, como é de se esperar, onde estão os seus pontos obscuros? Todos tem, por que a Irmã Dulce não? Vejam o seguinte: era apenas uma adolescentes, depois jovem, depois professora, depois freira e agora santa. Uma bela história, você não acha? Eu concordo também. Na história brasileira, raríssimas pessoas tem este histórico. Mas chamá-la de Santa, ai já é demais.
É bíblico o entendimento que a Igreja Católica possui sobre o termo santo? Quando a Igreja Católica denomina uma pessoa de santa, estaria ela usando o mesmo conceito que a Bíblia utiliza? Começa sendo servo de Deus, venerável, beato e depois santo. 
Somente após você assistir este vídeo, você entenderá o que escrevi. Assistam este vídeo e depois falarei um pouco do que sei e convivi sobre a tal santa Irmã Dulce. 

Ao me converter ao Evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, em janeiro de 1983. tínhamos naquela época, ainda se FAZ hoje, visitas e evangelismo nos hospitais da cidade de Salvador. Muitos evangélicos saiam aos domingos, principalmente pela tarde, para fazer orações, visitas e evangelismo nestas casas de saúde. O Hospital Santo Antonio* era um dos mais visitados em Salvador, pelos evangélicos.

*Hospital Santo Antônio é um hospital localizado em Salvador, na Bahia, inaugurado em 1983. O hospital teve origem das ações de Irmã Dulce, que em 1949 criou um abrigo improvisado no galinheiro do convento, para abrigar enfermos das ruas da cidade, em 1960, Irmã Dulce inaugurou o Albergue Santo Antônio.

Justamente neste hospital que fui barrado várias vezes, por ordem de quem? Da Santa Irmã Dulce. As orações que se faziam pelos enfermos realizavam curas, alívios e restaurações da paz aos enfermos. Testemunhamos muitas vezes pessoas sendo curadas e recebendo alta no dia seguinte. Os relatos davam contas que os crentes oravam e evangelizavam dentro do hospital da irmã Dulce, e isso transformou-se numa barreira para a continuidade do evangelismo dentro deste hospital. Dai espalhou-se por toda a Salvador, a proibição dos crentes visitarem os hospitais com este objetivo. Até hoje, pastores são barrados na entrada dos hospitais, como já fui, pelo simples fato de ser pastor. 

Certa vez, fui chamado por uma jovem da igreja para visitar o pai que estava internado no Hospital Geral em Salvador, mas por ser pastor fui impedido de entrar e ainda fui ameaçado pela assistente social se eu insistisse. Mesmo dizendo que fui chamado pelo enfermo e pela sua filha, não pude entrar só por que era pastor. Isso aconteceu em 2007. 

Quantas vidas deixaram de ser curadas e salvas por causa desta proibição?. Quantos estão hoje perdidos para sempre, por que esta freira, impedia os crentes entrarem para evangelizar os enfermos? Toda a bondade que ela fez não pagará o mal que a sua proibição fez em relação aos crentes visitarem os enfermos.
A mesma, desobedecia a Deus, ao se curvar e adorar ídolos e agora ela se tornou um ídolo também. Milhões de pessoas lhes prestarão adoração, acreditando no engodo dos milagres realizados pela mesma, após morta e condenada por Deus por praticar idolatria. 

Ela servia a Deus com uma mão e, com a outra, impedia as bençãos aos enfermos. É duro ler isto, mas é a verdade bíblica. 

Onde está agora a Irmã Dulce? Ela realizou ou ainda realiza milagres? Por que só depois de morta ela realiza milagres e vira santa? Esse milagres aconteceram mesmo? Se duvidam dos milagres no meio evangélicos por que não posso duvidar dos milagres no meio católico também? Se fazer milagres os torna santos, o que dizer dos que serão rejeitados por Cristo no dia do Juízo, mesmo havendo feito milagres?

Na realidade essa é uma das ferramentas usadas pelos padres para fortalecer o catolicismo. Pena que está baseada no falso ensino.

Fontes:CACP/CADEMEUSANTO/https://www.ebiografia.com/irma_dulce/


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3 Comentários

Mylena disse…
Querido, é simples responder às suas perguntas: Tanto "irmã" Dulce quanto a "madre" Tereza de Calcutá VIVIAM das doações para os hospitais, assim como o próprio Vaticano. Há relatos que doentes crônicos, cujas enfermidades não podiam ser tratadas no hospital filantrópico de Calcutá, eram impedidos de serem transferidos pela "benevolente" "madre" Tereza. O sucesso, digamos assim, de um hospital beneficente é "medido" pelos números que doentes que ele atende, não é mesmo? Quanto mais doentes, melhor. Esse é o lema. Tanto uma quanto a outra precisavam da fama e do dinheiro que tais hospitais lhe rendiam. O Vaticano lucrou horrores com as doações.

De bondosas nem uma nem a outra têm. Cabem os evangélicos barrados colocar a boca no trombone e denunciar.
Anônimo disse…
🤮🤮🤮