segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Mangueira faz “Jesus” mulher e que apanha da polícia

Escola apresentou “mães de santo”, gays e mulheres crucificadas.

Por Michael Caceres

"Jesus" apanha da polícia (Foto: Reprodução/TV Globo)

A Estação Primeira de Mangueira desfilou na madrugada desta segunda-feira (24) abordando a “Teologia da Libertação”, uma interpretação distorcida da Bíblia voltada para a promoção dos ensinos socialistas de Karl Marx.
Na comissão de frente a escola de samba trouxe um “Jesus” descolado, com amigos de favela e que leva uma dura da polícia, um claro ataque as forças de segurança.
A abordagem socialista apresentada pela escola foi elogiada pelos comentaristas da Rede Globo, que constantemente diziam que “Jesus está no coração de todos nós”.
Estranhamente, apesar dos constantes ataques que promove contra os evangélicos, a emissora carioca elogiou bastante a presença do “pastor” Henrique Vieira, um militante socialista que teria sido o “consultor teológico” da escola e que desfilou.
Evelyn Bastos representa “Jesus” como mulher (Foto: Reprodução/TV Globo)
Para representar o nascimento de Cristo e os presentes entregues pelos magos, a escola trouxe mulheres seminuas como sendo o incenso, o ouro e a mirra que foi oferecida no nascimento de Jesus Cristo.
Na letra do samba-enredo, a Mangueira fala de Jesus Cristo com “rosto negro, sangue índio, corpo de mulher” e que luta contra a “opressão”.
Em uma das alas, a das baianas, as chamadas “mães de santo” apareceram crucificadas, em uma clara crítica aos cristãos que não concordam com as religiões afro-brasileiras.
Ala com minorias “crucificadas” (Foto: Reprodução/TV Globo)
Outra ala que trouxe críticas sociais, com uma abordagem militante, apresentou minorias, incluindo gays e mulheres, sendo crucificados com a frase: “somente ame”.
Mas nem tudo foi fantasia, haviam também líderes religiosos que apoiaram a abordagem desrespeitosa da escola de samba, todos participaram do desfile.
Líderes religiosos que apoiaram o desfile (Foto: Reprodução/TV Globo)

Sem teologia nem libertação: “jesus” da Mangueira é pura militância esquerdista

Escola apelou para socialismo ao tentar promover “luta de classes”.

Por Michael Caceres

Evelyn Bastos representa "Jesus" como mulher (Foto: Reprodução/TV Globo)

O desfile de samba promovido pela Estação Primeira de Mangueira não teve nem teologia, nem libertação, foi pura militância esquerdista para promover o ideal de mundo socialista, com os já conhecidos confrontos de classes. Ou a máxima: dividir para conquistar.
Até a Rede Globo, emissora habituada a atacar o cristianismo e ofender os evangélicos, rendeu-se a interpretação distorcida da Bíblia apresentada pela escola, que trouxe um “cristo” marginal, que leva dura da polícia, bem como uma imagem feminina representando o “jesus” da escola.
Passou pela ideia do responsável pelo desfile da escola, que contou com a consultoria de um tal Henrique Vieira, que se diz “pastor” – coisa que está na moda – que o Evangelho pode ser interpretado através dos ideais de Karl Marx, o que é defendido pela famigerada “Teologia da Libertação”.
Na cabeça desta gente, o cristianismo pode ser usado para reconquistar o espaço político que perderam justamente por, entre outras coisas, confrontar os valores defendidos pela maioria cristã deste país. Ou seja, querem usar os cristãos como massa de manobra, mesmo tendo ódio mortal do segmento.
Sim, pois todos sabemos que o Comunismo é um perseguidor contumaz dos cristãos, sendo talvez o maior responsável pela morte de seguidores de Jesus Cristo. Segundo dados do documentário “Martirizados na URSS”, ao menos 12 milhões de cristãos foram mortos pelos regimes socialistas de Lênin, Stalin, Kruschev e outros.
Lênin queria erradicar o cristianismo, chegando a afirmar que “a guerra contra quaisquer cristão é […] lei inabalável”. Não há no mundo um único país dominado por comunistas que não tenha promovido uma forte perseguição contra os seguidores de Jesus.
Mas voltemos a escola. É com esses ideais que a Mangueira tenta apresentar Jesus, inclusive com aquela roupagem esquerdista, de ataque aos policiais, militância e defesa de minorias, que estariam sendo “crucificadas”. Evoca frases de efeito, como “só ame”, apresentando gays na cruz.
Surpreendentemente, ainda que nada me espante da hipocrisia esquerdista, aqueles que eram ateístas convictos agora se apresentam como “puritanos”, inclusive com um cristianismo falso, sincretista e que pode ter “mães de santo” como mártires crucificadas.
Além disso, há ainda a tentativa de impor o feminismo como causa cristã, trazendo uma mulher vestida como Jesus para lutar contra um suposto machismo, opressão e aquela baboseira toda que as militantes defendem, ocultando porém a defesa do aborto.
Não há no cristianismo defesa das mulheres, pobres e oprimidos? Evidente que sim! Foi o cristianismo quem primeiro defendeu a igualdade entre os homens. Tenho pra mim, aliás, que Marx tentou copiar o cristianismo, mas excluindo Deus, a quem desejava vingança.
“Assim, o Céu eu perdi, e sei disso muito bem. Minha alma, que já foi fiel a Deus, está escolhida para o Inferno. Nada, senão a vingança, restou para mim.” (Karl Marx)
Mas, convenham, é sempre bom lembrar o alerta de Jesus contra o que apresentou a Mangueira: “Cuidado para que ninguém vos engane! Pois muitos virão, usando o meu nome e dizendo: ‘Eu sou o Cristo! ‘ E enganarão muita gente” (Mateus 24.4-5).
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

A perseguição do Islamismo ao CACP

Mais informações a respeito da perseguição do Islamismo ao CACP



Fonte: CACP

A misoginia alcorânica


por Pr. João Flávio Martinez
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Sempre lemos em sites e livros muçulmanos a escandalosa mentira: “No Islã homens e mulheres têm o mesmo valor”. Será que os muçulmanos ocidentais acham que somos tapados a ponto de pensar que vamos acreditar em suas mentiras estapafúrdias? Será que os imãs brasileiros ou os teólogos do Islã acham que somos obtusos e que de nós podem esconder os crimes do Islã e do seu profeta?
Os muçulmanos gostam de defender a tese de que o seu profeta trouxe isonomia entre homens e mulheres, além de uma grande valorização do sexo frágil. Há várias questões aqui que precisam ser levadas ao conhecimento do público. É verdade que no tempo de Maomé havia tribos beduínas que davam pouco valor à mulher, e esse desprezo pela mulher nós temos até hoje – e o islamismo é um dos exemplos desse lamentável episódio da História. Agora, também é verdade que havia muitas tribos que exacerbavam a mulher e até as cultuavam como deusas. Nas sociedades romana e grega, nos tempos da fundação do Islã, temos fatos que mostram que as mulheres tinham uma envergadura social considerável diante dos homens. As romanas e gregas podiam exercer o divórcio tanto quanto o esposo e tinha seus diretos civis assegurados por lei. Há na História de Roma mulheres poderosíssimas com virtudes até superiores aos homens. Na mitologia grega há também várias deusas poderosas e que despertavam fascínio nas sociedades e as faziam totalmente matriarcais. O orientalista Margoliouth, em sua obra “Maomé e a ascensão do Islã”, retrata que “Em algumas (tribos árabes antes do Islã), o nascimento de uma filha era ocasião de felicitações especiais, em alusão ao dote ou dinheiro que traria aos pais”. Mostra também que em alguns casos “a dissolução do casamento era prerrogativa da mulher, não do homem… As instituições do paganismo não eram desfavoráveis à preeminência das mulheres que tinham os atributos da coragem ou do discernimento”. Então, o que vemos na historiografia, é que na época do profeta havia mulheres que possuíam status na sociedade e condições sociais para oferecer mais para o sexo feminino do que o proposto pelo profeta. A própria Karen Armstrong, em sua obra de Apologética em favor do Islã “Maomé: Uma Biografia do Profeta” mostra que Khadija, a primeira esposa do profeta, era uma viúva rica e bem sucedida, tanto que comprou a fidelidade do “santo” homem (ele só teve várias esposas depois da morte de Khadija).
O que compreendemos é que nos tempos do profeta já havia sociedades bem mais avançadas no cuidado com as mulheres e que a proposta alcorânica é inferior às já existentes na Arábia do século VII. Infelizmente, Maomé preferiu fazer uma dogmática retrógrada que envergonharia o mais pagão dos romanos e deixaria pasmado o mais singelo cristão grego do seu tempo. Ele foi conspurco, promíscuo e covarde com as mulheres. O Alcorão, escrito por ele (supostamente), é um livro que anatemiza, amaldiçoa, desvaloriza, desprestigia e estigmatiza as mulheres, deixando-as em uma situação inaceitável para a convivência em nossa sociedade. Corrobora comigo Margoliouth ao afirmar em sua obra que “…o Alcorão assegura que o nascimento de uma filha era considerado um infortúnio… Mesmo no período civilizado do califado, constatamos que a morte de uma filha na infância era vista como motivo para congratulações, sendo o pai, portanto, poupado de uma possível fonte de risco para sua honra”.
É impossível aceitar o desrespeito do Islã para com as mulheres e vamos mostrar o porquê disso dentro do próprio Alcorão citando alguns pontos.
A vontade da mulher é subjugada pelos desejos do marido. A fêmea deve estar sempre à disposição do macho, como se fosse um objeto seu que tem que servir para o deleite do homem.
Diz o Alcorão: “Vossas mulheres são vossas semeaduras. Desfrutai, pois, da vossa sementeira, como vos apraz” (Surata 2.223)
Corrobora com isso a hadith (ditos e feitos do profeta): “Se um homem convida sua esposa para dormir com ele e ela se recusa a ter com ele, então, os anjos enviam sua maldição sobre ela até a manhã.” (Bukhari)
Os maridos estão um grau acima de suas esposas e até no inferno a mulher é inferior ao homem.
O Alcorão na Surata 2.228 diz: “… embora os homens tenham um grau sobre elas”.
Veja a hadith: “O Profeta disse, Eu olhei para o Paraíso e encontrei pessoas pobres compondo a maioria dos habitantes; e eu olhei para o Inferno e vi que a maioria dos habitantes eram mulheres.” (Bukhari). Aqui é explicitada a visão estereotipada de Maomé, mostrando que a maioria dos habitantes do inferno são as mulheres, isso porque elas são ingratas e duras para com seus esposos. Entretanto, não há uma hadith que fale da dureza dos maridos para com suas esposas e dos muitos maus tratos perpetuados sobre o sexo feminino pelos algozes maridos.
O homem deve ganhar o dobro da partilha da herança que a mulher.
Diz o Alcorão na Surata 4.11: “Daí ao varão a parte de duas filhas”.
Claro, isso é absurdo e uma injustiça sacramentada. A mulher muçulmana não tem como fugir disso. Caso ela exija do irmão que a herança seja repartida de acordo com as leis democráticas (dos países ocidentais), ela se tornará uma transgressora da lei maometana. Os muçulmanos não têm como negarem: ou aceitam o Alcorão e admitem que a mulher é inferior ao homem, ou aceitam que isso é uma injustiça e que sua religião cometeu uma tirania histórica ao negar às mulheres um direito certo.
O testemunho de uma mulher vale metade do testemunho de um homem.
O Alcorão na Sura 2.282 diz: “… Chamai duas testemunhas masculinas dentre vossos ou, na falta destas, um homen e duas mulheres de vossa preferência …”
E ainda, o próprio profeta explica o porquê disso: “Não é que o testemunho de uma mulher equivale à metade do de um homem? As mulheres disseram, Sim, Ele disse: Isso é por causa da deficiência da mente feminina.” (Bukhari).
Está resolvido. Para o Islã o testemunho de uma mulher só pode valer metade do de um homem e isso devido ao fato de sua deficiência mental. Pessoalmente, penso que uma mulher no Ocidente aceitar esse tipo de coisa, só tendo mesmo deficiência mental.
Escravas são propriedades sexuais de seus donos masculinos e o livro “sagrado” do islamismo aprova esta conduta
O Alcorão na Surata 4.24 diz: “E vos é proibido esposardes as mulheres casadas, exceto as escravas que possuís … ”
Samir El Hayek, um dos teólogos mais relevantes no Brasil, diz o seguinte sobre o texto vergonhoso: “… isto é, as cativas da guerra contra aqueles que perseguem a fé… era permitido o casamento com as cativas casadas…” Ou seja, os homens podem casar com mulheres casadas de infiéis. Pior, admitem a possibilidade de se ter escravas ainda hoje. El Hayek chega admitir que ainda hoje em nossa sociedade ocidental existam casos de “escravidão branca”, mostrando que tal absurdo continua sendo tangível, apesar do fato ser visto de uma (fonte) hodierna. Acho que ele está se referindo a mulheres que são cativas no mundo da prostituição. Sei que é uma tentativa desesperadora na possibilidade de argumentação explicativa do texto obtuso e obscuro do Alcorão. Seria mais fácil admitir que tal impropério não seja mais válido pra hoje – mas fazer o quê, se o besteirol alcorânico não pode ser alterado?
Um homem pode ser polígamo com até quatro esposas, mas a mesma regra não se aplica às mulheres – elas não podem ter quatro maridos, pois seriam adúlteras e, por conseguinte, apedrejadas.
Surata 4.3: “podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser equitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tendes à mão…”
Alguém poderia argumentar que este texto traz em si uma cosmovisão tribal impraticável em nossos dias e como tal, para ser entendido, precisaria ser reinterpretado e contextualizado. Infelizmente, isso não poderia ser feito, pois para os muçulmanos o Alcorão não deve ser contextualizado ou reinterpretado, mas vivido na íntegra. Tanto é verdade que em países muçulmanos a poligamia é normal e até sacramentada como boa e religiosa. Mas o texto é pior do que parece, ele não só autoriza o homem a ter até quatro esposas (sendo uma injustiça com as mulheres que não têm o mesmo direito), mas a desfrutar vulgarmente das escravas que esse homem possa ter – “conformai-vos com o que tendes à mão”. A nota de rodapé do Alcorão traduzido por El-Hayek confirma que o texto se refere a escravas cativas. Não sei se o leitor já percebeu o grau de crueldade de Alá. O texto manda, se o homem tiver dinheiro, a ter quatro esposas com equidade entre elas. Agora, caso ele não tenha tantos recursos, pode-se contentar em abusar vulgarmente das suas escravas-objetos. Nem na Bíblia Satânica o diabo consegue ser mais sórdido do que Alá. Como costuma bazofiar o jornalista Boris Casoy – “Isso é uma vergonha”. Se eu fosse muçulmano, com certeza teria embaraço de ler um livro tão retrógrado e maldoso como o Alcorão.
Maomé desonrava as mulheres conscientemente e ao sabor dos seus próprios desejos sexuais
O Alcorão, na Surata 33.50 mostra isso: “Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas, para ti as esposas que tenhas dotado, assim como as que a tua mão direita possui (cativas ou escravas), que Deus tenha feito cair em tuas mãos, as filhas de teus tios e tias paternas, as filhas de teus tios e tias maternas, que migraram contigo, bem como toda a mulher fiel que se dedicar ao Profeta, por gosto, e uma vez que o Profeta queira desposá-la; este é um privilégio exclusivo teu, vedado aos demais fiéis. Bem sabemos o que lhes impusemos (aos demais), em relação às suas esposas e às que suas mãos direitas possuem, a fim de que não haja inconveniente algum para ti. E Deus é Indulgente, Misericordioso”.
Maomé teve na sua vida, além de Khadija, mais 12 esposas segundo a pesquisadora e escritora Sherry Jones. Ele realmente viveu, mesmo pra sua época, como um desregrado na questão sexual. Pior, sacramentou sua atitude banal como santa e religiosa colocando o texto no Alcorão como se ele estivesse recebendo uma autoridade especial vinda do céu pra ter as suas 13 esposas. Esta atitude desrespeita não só as mulheres, mas coloca em dúvida toda a inspiração do livro sagrado dos islâmicos. E mais, os muçulmanos gostam de dizer que Maomé foi apenas um profeta e um homem comum, mas ao ter tantas esposas e limitar a quatro aos seus seguidores, colocou-se como um ser que merecia mais que os outros as dádivas sexuais de Alá. O apetite sexual do profeta era tanto que até a sua nora ele reivindicou em casamento, sendo o seu filho adotivo obrigado a deixá-la para seu pai. Também reivindicou em casamento a filha do seu melhor amigo, Abu Back, de apenas nove anos. O quadro psicológico que descrevemos aqui sobre a vida de Maomé, mostra que, mesmo para aqueles dias, estava fora da realidade normal de um homem. Ele foi um impiedoso e opressor para as mulheres! O Alcorão é injurioso ao sexo feminino! Toda mulher que se preze deveria repudiar o desrespeito perpetrado pelo islamismo.
Maridos podem bater em suas esposas pelo motivo que lhe apraz. Até mesmo se eles temerem a desobediência, a surra pode ser merecida.
O Alcorão na Surata 4.34 diz:“… àquelas de quem temeis a desobediência, exortai-as, pois, e abandonai-as no leito, e batei-lhes”.
É repulsivo ler esse tipo de coisa, mas o marido muçulmano pode bater em sua esposa (ou esposas) sempre que ele achar que ela merece. A banalidade da violência é corriqueira e justifica a argumentação da escritora Ayaan Hirsi Ali de que o Islã é uma religião violenta por natureza. No Brasil, mesmo sem esse tipo de incentivo, já temos em demasia violência contra a mulher. Diante desse quadro, uma lei chamada “Leia Maria da Penha” foi criada para colocar na cadeia os maridos violentos. Parece que aos poucos estamos vencendo essa batalha, mas se a ideologia islâmica vier com força sobre nosso território, poderemos ter um lamentável retrocesso. Esperamos que isso não ocorra.
Concluindo
Sei que muito mais poderia ser dito, mas o espaço aqui não comporta todas as ofensas, sandices e desrespeitos dirigidos às mulheres no Alcorão. Termino meu artigo com um texto do livro “Nômade” de Ayaan Hirsi Ali: “A mente muçulmana precisa ser aberta… o Islã se ergue sobre a desigualdade sexual e a abdicação da responsabilidade e da escolha individual. Isso não é apenas feio – é uma monstruosidade… Maomé diz que meu marido pode me bater e que eu tenho metade do valor de um homem. Serei eu quem desrespeita Maomé ao criticar seu legado ou será ele quem me desrespeita?”.
Assista o vídeo e veja do que estamos falando:

Fonte:CACP

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Bolsonaro aceita Jesus na frente de milhares de pessoas em evento “O Send Brasil”

No evento de missa “O Send”, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, fez uma aparição surpresa e viveu um momento totalmente inesperado.


Diante de milhões de pessoas que gostaram do evento que lhes trouxe adoração, oração e uma mensagem transformadora, um dos pastores confirmou que Bolsonaro aceitou Jesus em seu coração.
De acordo com informações compartilhadas pelo pastor Todd White, o presidente Bolsonaro tomou uma decisão que vai “mudar a nação”.
“Acabei de receber informações de Brian Brennt de que seu presidente acabou de confessar a Jesus Cristo. É uma decisão que muda uma nação inteira”, disse ele.
Como hino nacional, o presidente fez uma aparição no estádio Mané Garrincha, mas ante recebeu uma pequena palavra dada a ele pelo pastor Marcos Borges Coty da Juventude com uma Missão, que mais tarde compartilhou com o público.
“O Espírito Santo colocou uma palavra em meu coração: Deus não vê como ele vê um homem. O homem vê a aparência, mas Deus vê o coração. Deus usa coisas loucas para confundir os sábios, as coisas fracas para confundir os fortes, as coisas que não devem envergonhar aqueles que são. O poder de Deus é aperfeiçoado em sua fraqueza. O Senhor está com você”, compartilhou Bolsonaro.
“Estou aqui porque acredito no Brasil e estamos aqui porque acreditamos em Deus. O Brasil mudou. Palavras antes proibidas se tornaram comuns: Deus, família e pátria”, acrescentou o presidente.
Além disso, agradeceu ao público cristão por fazer a diferença nas decisões do país, que tomaram um rumo diferente à história do Brasil.
“Você decidiu, você é o ponto de virada há dois anos, decidindo mudar o destino do Brasil. Devo minha vida a Deus por ocasião das eleições, devo a ele a missão de dar uma direção ao destino do nosso Brasil”, disse.
“Eu não sei como estou aqui, mas algo muito importante me conforta, Deus sabe. Não fazemos nada se não fosse por Ele. Peço a Deus sabedoria e coragem todos os dias, para decidir o futuro do nosso Brasil”, disse com algum sentimentalismo.
Bolsonaro também ratificou sua conversão ao público dizendo: “Sou cristão, Jair Bolsonaro é cristão”, argumento que eclodiu em uma ovação de pé.
O Send Brasil reuniu milhares de pessoas neste fim de semana, o que fez com que muitos se dessem a Cristo.

Fonte: Bíbliatododia



De Jesus a Alá: entenda o fenômeno dos “Evangélicos Islamizados”


*Os falsos cristãos, abandonam a Jesus e aderem a Alá 
De Jesus a Alá: entenda o fenômeno dos "Evangélicos Islamizados"

O recente – e presente – fenômeno de evangélicos se convertendo ao Islã tem chamado a atenção de alguns e é digno de nota.  Por que evangélicos estão se tornando muçulmanos?  A resposta vai para além da questão em si, pois esse êxodo religioso é apenas indício e consequência de um problema já sistêmico – e epistêmico – nos arraiais evangélicos.
Há trinta, quarenta anos, os evangélicos representavam parcos 3% da população brasileira.  Quem eram, então, os evangélicos?  Eram membros das chamadas igrejas “históricas” ou “tradicionais”:  Presbiteriana, Batista, Assembleia de Deus, Metodista, Congregacional, para citar as mais proeminentes.  Cada nome desses indicava uma variação bem definida:  dois, três grupos sob o rótulo, grupos esses que se identificavam com princípios claros.  Ser batista, então, significava pertencer principalmente a um de dois grupos mais pronunciados, o mesmo valendo para as igrejas presbiterianas, e por aí vai.
Os evangélicos eram os “crentes”, também chamados de “bíblias”, por conta da prática de andarem com uma Bíblia debaixo do braço a caminho da Igreja.  Eles eram poucos:  viver uma vida de renúncias – não pode isso, não pode aquilo – não era lá muito convidativo.
O tempo passa e nos anos 70 e 80 começam a chegar ao país os movimentos não denominacionais.  São grupos fora do mainstream tradicional, com suas estruturas menos rígidas e práticas mais abrasileiradas – sem terno, sem saião, sem música sacra.  O tempo trouxe a compreensão de que a fé não está nas vestimentas e tradicionalismos.  Esse esclarecimento traz uma perda à rigidez, exatamente em virtude de uma ênfase maior na mensagem.  É um amadurecimento.  As igrejas à moda antiga continuam a existir, mas já não são as únicas.  Essa mudança na práxis evangélica não traz junto de si um prejuízo doutrinário:  ela é na verdade fruto de reflexão e amadurecimento.  É o início da expansão do evangelicalismo brasileiro.
A década de 70 protagoniza também o surgimento da Igreja Universal do Reino de Deus, a primeira de um grupo de instituições bem assemelhadas:  um linguajar evangélico e um conteúdo um tanto heterodoxo.  O culto parece estar focado em Jesus, há uma pregação aparentemente bíblica, mas olhos atentos já notam a ausência da ortodoxia doutrinária presente nas outras igrejas, tanto as antigas quanto as mais recentes:  é a fase do “Neopentecostalismo”, termo guarda-chuva usado para designar um conjunto de instituições que mantém a ênfase na manifestação de dons espirituais – traço fundamental do Pentecostalismo -, mas sem a fundamentação doutrinária calcada na Bíblia, que cede lugar ao sentir, aos achismos de seus líderes (“revelações”) e à emoção.  Práticas estranhas são introduzidas no culto e na vida dos membros. Nesse movimento estão outros grupos mais ou menos aparentados; trata-se, em linhas gerais, do segundo alargamento – agora bastante pronunciado – do movimento evangélico, quando coexistem movimentos extremamente diversificados.  Acaba havendo uma identificação genérica entre grupos mais ou menos ortodoxos:  o termo “evangélico” já é polissêmico.
A década de 90 assiste ao boom evangélico:  a fé de 3% dos brasileiros ultrapassa os 15.  Sociólogos e estudiosos da religião já anunciam um Brasil evangélico para as próximas décadas.
A “religião evangélica” já conta  com prestígio e popularidade jamais imaginados vinte, trinta anos antes.  A fé conquista o brasileiro; todo mundo tem uma tia, um amigo evangélico.  Crescem os simpatizantes; chegam celebridades.  Os anos 2000 veem os evangélicos alcançar o patamar da casa dos 20%.  Na cidade do Rio de Janeiro, são 40!  Em toda vizinhança há alguém escutando “louvor”.
Um olhar mais atento revela algo, entretanto:  os evangélicos de tradição continuam a ser uma minoria dentro da população como um todo – e são também dentro da população evangélica.  As igrejas mais antigas até se beneficiam do boom, afinal a visibilidade das outras igrejas respinga também nelas.
A Assembleia de Deus cresce, a Igreja Batista também, mas é preciso notar que  há vários grupos – independentes e denominacionais – adotando esses nomes.  A Assembleia de Deus são várias!  Os evangélicos mais ortodoxos de quarenta anos atrás continuam sendo minoritários.
É bem certo que dentro de tantas igrejas mais novas existem pessoas que compreenderam as distorções.  Estes acabam por migrar para igrejas com uma prática condizente com a Bíblia.
Fato é que o boom evangélico é protagonizado por grupos que já não correspondem à ortodoxia de décadas anteriores:  há muita emoção, muita comoção, muito barulho – e (quase) nenhuma doutrina.  Tal fenômeno é uma faca de dois gumes:  ele atrai, mas também é um fator de repulsa. Vejamos.
O evangélico brasileiro mediano é não raro alguém que aderiu a um movimento socialmente convidativo. Diferentemente dos antigos, o evangélico na atualidade foi atraído a um espaço extremamente encantador:  a Igreja, lugar que em décadas passas só era visitado por não crentes após sucessivos e insistentes convites de amigos.  Ia-se à Igreja mais por educação.  Esse lugar enfadonho era pisado a fim de se honrar a promessa feita a algum amigo “crente”, que fizera um convite tão amigável e sincero para assistir à “programação de Natal”.  Agora, os tempos são outros:  Igreja é lugar de boa música, o “louvor”, festa, passeios, “palavra de Vitória”.  A partir de uma perspectiva teológica, isso não é um problema em si; o problema é quando esses elementos são os condicionadores de uma mera “adesão”, em lugar de uma “conversão”, esta desencadeada por um processo de reflexão e confronto com uma mensagem nada animadora:  reconhecer-se pecador e abrir mão de antigas práticas, dinâmica compreendida e apreendida de fato pelos conversos genuínos.
Aí começa o problema:  a “adesão” não é característica da mensagem cristã, pois a união a uma Igreja deve ser, de acordo com as fontes dos documentos fundantes do Cristianismo, fruto de conversão e não de aculturação.  A História mostra que a simples adesão é corolário de um “Cristianismo cultural”.  A implicação prática desse status de religião de moda é que existe uma massa evangélica que nada ou pouquíssimo sabe a respeito das bases da fé que supostamente abraçou.  Pula-se, canta-se, sente-se, mas nada se sabe:  o analfabetismo bíblico é patente.  O evangélico é raso.  Ele faz colocações que jamais passariam pela mente de um semianalfabeto na década de 60, que já havia lido a Bíblia três vezes.
Tal quadro não é uma simples chave de leitura:  ele é a própria explicação de uma realidade que vai contra os prognósticos de estudiosos alguns anos atrás, quando se falava em um “Brasil evangélico”.  O boom evangélico é na verdade um inchaço:  as igrejas crescem em tamanho – e só.  Exceções existem.
Como fruto dessa realidade, os que simplesmente fizeram uma adesão social cedo ou tarde descobrem que há algo melhor para se fazer domingo:  ficar em casa vendo televisão ou ir ao bar.  Esses são os “ex-evangélicos”, um desdobramento óbvio e necessário do crescimento desordenado das igrejas.  O IBGE já os indica e este grupo é fundamental na compreensão do êxodo em direção ao Islão.
Estudos em Sociologia e afins e o próprio o IBGE têm agora de dar conta dos “evangélicos não praticantes”, algo impensável há décadas.  São pessoas que creem em Jesus e tomam a Bíblia como Palavra de Deus, mas não vão mais à Igreja, e o motivo é simples:  chegaram à conclusão de que o que veem dentro das realidades eclesiásticas está longe do que preconiza o Evangelho.  Como não encontraram uma instituição fiel às Escrituras, se cansaram de procurar e optaram por viver uma fé mais individual, fora daquilo que chamam de “sistema”.  São conhecidos como “desigrejados”.  Entre os decepcionados há alguns que, após um tempo de busca, acabam por se estabelecer em congregações mais tradicionais.  Isso é também uma consequência natural do boom.
Dentro do “Evangelho cultural” estão também os filhos de evangélicos, os quais por muito tempo seguiram a fé dos pais, mas que quando puderem fizeram sua própria opção e deixaram de seguir os ensinamentos recebidos na infância.  Estes também se enquadram no “Evangelho cultural”, e sua renúncia é perfeitamente compreensível e lógica, pois sua pertença era meramente uma herança.
Fato é que o crescimento das igrejas evangélicas é quantitativo, o que é incompatível com o cerne da mensagem cristã que, via de regra e historicamente, gera um crescimento qualitativo apenas, causado por conversões genuínas.  Todas as vezes que o Cristianismo se caracterizou por ser um movimento de adesão e não de conversão, o que é totalmente contraditório, os resultados foram nada bons.
Está aí, então, a causa das conversões ao Islã:  elas são apenas mais um consequência do crescimento desordenado das igrejas evangélicas e de um Cristianismo cultural.  Enquanto adesão condicionada é algo simplesmente incompatível com a fé cristã, o Islã tem nela uma de suas forças, seja pela imposição explícita, seja pelo uso de estratégias mais sutis.  *Evangélicos falsos acabam sendo, portanto, alvos certos da islamização:  enquanto membros de igrejas, eles nada sabiam do próprio Evangelho, e a religião de Maomé lança apelos encantadores e simplesmente se propõe a ensinar-lhes aquilo que para eles não estava claro.  Como o Islã é extremamente legalista e apela portanto para o senso de religiosidade, o novo converso sente seu ego afagado pelo fato de construir um merecimento escatológico:  nada melhor do que conquistar o paraíso por esforço próprio.
O êxodo de evangélicos para o Islã não deve causar surpresa.
Para saber mais sobre a História das igrejas evangélicas no Brasil, é indispensável a leitura do livro História da Teologia no Brasil: uma análise da Teologia no Brasil e da possibilidade de existência de um sistema teológico caracteristicamente brasileiro, de Henrique Ribeiro de Araujo, Editora Teologia Contemporânea.

Texto de: Ulisses Araújo – professor, bacharel em Teologia e ativista da ONG Ecoando a Voz dos Mártires (EVM).
Matéria original neste link e gentilmente cedida por Andréa Fernandes, presidente da ONG EVM.
Imagem fonte: Reprodução Google
Fonte: Raciocínio Cristão

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

VIVER OU MORRER, O QUE SERIA UMA BENÇÃO?

                                VIVER OU MORRER, O QUE SERIA UMA BENÇÃO?

Por Jorge Nilson

Reprodução/BBC

Adolf Hitler (1889-1945)

Hitler nasceu na Áustria, então parte do Império Austro-Húngaro, e foi criado na cidade de Linz. Mudou-se para a Alemanha em 1913 e serviu com distinção no exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Tonou-se um dos maiores genocidas da história mundial. Ele tinha um sonho: conquistar o mundo e que após essa conquista deveria existir apenas uma raça superior, a dele. Os Untermenschen (sub-humanos) deveriam ser exterminados do mundo. A sua insanidade causou, através do Holocausto e de toda guerra, a morte de 6 milhões de judeus e 29 milhões de soldados e civis no total. 

Ódio, morte, genocídio, humilhação e sangue era o seu objetivo. Mas como todas as pessoas, ele também chegou ao fim. Tirou a própria vida para não ser capturado. Seu corpo foi queimado e enterrado e a sua alma queima até hoje no inferno.
A morte vem para todos, de uma maneira ou de outra, ela vem.
O tempo de vida dado por Deus aos seres humanos deve ser aproveitado e vivido para o bem de todos, mas muitos o utilizam para o mal. A liberdade que Deus nos oferece pode ser usada para construir ou destruir. Fazendo o bem ou mal, morreremos definitivamente.
Utilizar com sabedoria, amor e altruísmo a nossa vida e o nosso tempo, é dever de cada ser existente na terra. As nossas ações, intenções, sabedoria, inteligência e pensamentos devem ser usados com muita prudência e temor a Deus.

 Quando os ímpios sobem, escondem-se os homens; mas quando eles perecem, multiplicam-se os justos. Pv.28:28. Este princípio bíblico escrito por um dos maiores que a terra já teve, O REI Salomão, revela o que acontece com um povo, quando o seu governo é ímpio, perverso e maligno. .
Muitos líderes pensaram que eram eternos e por isso perseguiram, esfolaram, mataram milhões de pessoas. “Brilharam” como estrelas errantes e ao desaparecerem de cena, a paz, a vida e a luz voltaram a existir.

A morte é algo terrível e assombroso, mas no caso desses instrumentos do mal, ela tornou-se uma benção, tanto para eles quanto para os outros. Já pensaram se o comunista e nazista, Adolf Hitler ainda estivesse vivo e governando?


Reprodução/La Casa de La Historia
E o comunista Mao Tsé-tung (1893-1976) com 77 milhões de mortos? Quantos ele mataria se ainda vivesse?


Reprodução/Youtube
  E Kublai Khan (1215- 1294) com 19 milhões de vidas estupradas, castradas e exterminadas? 


Reprodução/Valkirias
                E a Imperatriz Cixi (1835-1908) com a morte de 12 milhões de chineses? 


Reprodução/The Journal
                          Saddam Hussein (1937-2006) com 2 milhões de mortos? 


Reprodução/World History in Photos
                  Poderíamos falar de Pol Pot (1925-1998) com quase 2 milhões de mortos,


Reprodução/Know Your Meme
                                   Joseph Stalin (1878-1953) com 20 milhões, 


Reprodução/I60.zc
                                         O fascista Benito Mussolini (1883-1945)...


Todos esses seres abjetos, verdadeiros lixos da humanidade, se ainda estivessem vivos, talvez o mundo não existisse. A morte para esses monstros, foi um presente misericordioso de Deus, dando fim aos males terríveis praticados pelos mesmos.

Viver com Deus é uma dimensão que precisa ser alcançada por todos, pois, uma árvore não pode produzir bons e maus frutos. Ou uma coisa ou outra. Só Deus deve agir como Deus. E querer ser e agir como Deus, era no fundo, o desejo destes monstros. A visão e concepção que eles tinham de Deus era fazer o que eles faziam. Uma visão TOTALMENTE ERRADA. POIS Deus é amor, a vida, a luz que alumia todo o homem.

Fontes: Wikipédia/You Tube

Peru substitui Dia das Mães por ‘Dia das Lésbicas’

Apostasia generalizada


O Ministério da Mulher no Peru eliminou o Dia das Mães para celebrar o “Dia das Lésbicas”.


Esta celebração foi condenada a ser removida do calendário de 2020 para ser substituída por “Dia das Rebeliões Lésbicas Feministas na América Latina e no Caribe”.

Qualquer celebração que dignifica a família tradicional foi eliminada

Além disso, este ministério eliminou a celebração do “Dia da Criança nascer” em 25 de março.
O Dia da Família, celebrado no segundo domingo de setembro, também foi omitido do calendário desde 1982 como uma lei estabelecida.
Este mandato tem sido mandatado desde 1982 para que essas celebrações contribuam para a exaltação da família com ações que promovam a existência normal da família com os papéis correspondentes.

“Esta agenda visa substituir tudo o que sabemos”

“Quando olhamos para o calendário festivo proposto pela Ministra da Mulher, onde ela elimina a celebração do Dia das Mães, do Dia do Nascituro e do Dia da Família, para o Dia do Orgulho do LGTBI, o Dia Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia ou dia rebelde Lés vemos mais claramente que isso mais se parece com o Ministério do Gênero e não com as Mulheres”, disse Sergio Burga, Gerente de Defesa Política do Escritório para a América Latina.
“Lamento que este Ministério tenha assumido uma agenda mais radical que visa eliminar todas as noções de sexo binário e substituí-lo pelo ‘vale-all’ envolvendo seu conceito de gênero”, concluiu.
Este calendário foi lançado em 4 de janeiro da conta do Twitter @MimpPeru, mas foi excluído e ninguém sabe por quê.

Fonte: Bíbliatodo Notícias

"Chame-os do que você é".