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O VÍDEO DO MINISTRO DA SAÚDE QUE O JORNAL NACIONAL NÃO TEVE CORAGEM DE MOSTRAR (VEJA)



O vídeo do Ministro da Saúde que o Jornal Nacional não teve coragem de mostrar (Veja)
Ana Paula Araújo - a fantoche da globolixo

O Jornal Nacional deste Sábado (28) não teve coragem (e nem dignidade) de mostrar um trecho da coletiva de imprensa do Ministro da Saúde em que fez uma crítica pesada à mídia brasileira. 
  O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pediu ao povo brasileiro para desligar um pouco a TV e afirmou que ela, às vezes, é um pouco tóxica demais. 
“Desliguem um pouco a televisão. Às vezes ela é tóxica demais. Há quantidade de informações e, às vezes, os meios de comunicação são sórdidos porque ele só vendem se a matéria for ruim. Publicam o óbito, nunca vai ter que as pessoas estão sorrindo na rua. Senão, ninguém compra o jornal” — disse o Ministro. 
 Mandetta, que vem sendo elogiado até pela Oposição, acrescentou:
“Desligue isso um pouco, reúne sua família, e conversa. […] Todo mundo tem que se preparar, inclusive a imprensa. Se não for assim, vai trazer mais estresse à população.”
  Vídeo:

O JORNAL NACIONAL NÃO TEVE CORAGEM DE MOSTRAR O VÍDEO DO MINISTRO FALANDO

    O Jornal Nacional não teve coragem de mostrar o Ministro da Saúde [Luiz Henrique Mandetta] falando porque sabe que tais palavras teriam um forte impacto em seus telespectadores.  
  De forma absolutamente hipócrita, o JN citou parte da crítica feita, sem mostrar o Ministro Mandetta falando, e logo em seguida fez questão de condená-la. 
   Em nota lida pela jornalista Ana Paula Araújo, a Globo respondeu Mandetta com a seguinte declaração:
 “O ministro da saúde encontrou uma outra maneira de agradar o presidente: criticou o trabalho da imprensa, afirmando que os meios de comunicação são sórdidos, porque na visão dele só vendem se a matéria for ruim.
  Na pandemia de um vírus letal contra o qual não há medicamente ou vacina é estarrecedor que ele não reconheça que o nosso trabalho, o trabalho de todos os colegas jornalistas, daqui da Globo, mas também de todos os veículos, é um remédio poderoso: dar informação para que o povo possa se proteger.
  Há muitos trabalhos essenciais, dos médicos e enfermeiros em primeiro lugar, mas nós jornalistas estamos nas redações e nas ruas arriscando nossa saúde, para cumprir nossa missão. E fazemos isso com orgulho.”
Fonte: R7

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