quarta-feira, 29 de abril de 2020

Fechado com Bolsonaro? Bons motivos não podem virar justificativas para erros

Breve análise do apoio evangélico a Jair Bolsonaro


O que eu vou dizer neste texto não tem nenhuma relação com “lugar de fala” ou coisa do tipo, mas, sim, com a possibilidade que tenho de me expressar sobre o eleitorado evangélico sendo parte dele, enquanto a grande imprensa, recheada de progressistas e carregada de preconceitos contra os cristãos, não consegue atravessar a ponte e enxergar “o outro lado”.
Mais do que isso, como eleitor de Bolsonaro no pleito de 2018 e amigo de várias pessoas honestas e inteligentes (evangélicas ou não) que gostam dele, creio que posso apontar motivos que foram preponderantes para que o segmento protestante apoiasse o atual presidente (e não me refiro simplesmente a apoio oficial de lideranças, mas ao povo em si).
Um dos vetores da base eleitoral bolsonarista está relacionado ao campo dos valores éticos e sociais, e diz respeito principalmente aos temas do aborto, casamento gay e ideologia de gênero, o que entra no rol das bandeiras anticristãs defendidas pelo PT e partidos que orbitam na esteira de sua influência.
Essas questões são importantes para o eleitorado evangélico e estão associadas ao seu conservadorismo moral, formando um código de valores que orienta a bancada evangélica na Câmara dos Deputados.
Também no campo ético está o combate à corrupção, um dos fatores mais importantes para a eleição de Bolsonaro, por ser, então, um candidato tido por outsider e incontaminado com quaisquer escândalos, como os dantescos Mensalão e Petrolão.
Bem por isso, grande parte dos eleitores do atual presidente, incluindo evangélicos, tinham ampla simpatia pela Operação Lava Jato, o que faz do “lavajatismo” parte do fenômeno bolsonarista.
Deve-se ressalvar que o mesmo eleitorado evangélico tinha, ao menos em parte, aderido aos projetos eleitorais de Lula e Dilma, embora desde 2005 já houvesse elementos suficientes para se saber que o PT era corrupto e corruptor, e apesar de ser notória a sua defesa de tudo o que não presta em termos morais e éticos.
Todavia, demandas econômicas e sociais devem ter levado pessoas honestas a “tapar o nariz” e votar quatro vezes nos candidatos presidenciais petistas, os quais, como todo mundo sabe, no campo dos valores sempre foram contrários à ética cristã.
De toda maneira, desde o segundo mandato de Dilma Rousseff começou uma reviravolta, nascendo uma “onda conservadora” que se explica por fatores como fastio com a corrupção petista, preocupação com a economia e maior influência de formadores de opinião conservadores ou antipetistas. Vale destacar, ainda, que o curso do tempo revelou um avanço das pautas anticristãs no governo Dilma, gerando confrontos com a bancada evangélica.
O impeachment da presidente incapaz de articular pensamentos lógicos só não foi mais comemorado que a eleição de Jair Messias Bolsonaro, um aparente conservador casado com uma evangélica “neopentecostal” que se apresentou como defensor da Família, das Liberdades e do Cristianismo.
Aqui entram aspectos de interesse especial dos evangélicos, pois, de fato, o presidente não discrimina evangélicos – pelo contrário, lhes dá espaço;
  • nomeou a séria e competente Damares Alves, ativista cristã, para o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos;
  • não patrocina uma agenda abortista nem LGBTTQIA+;
  • nomeou um ex-missionário da Missão Novas Tribos para a área da FUNAI responsável pela coordenação de índios isolados e de recente contato;
  • pediu que o dia 5 de abril de 2020 fosse um dia nacional de oração e jejum;
  • frequentemente se acha em cultos evangélicos (embora também visite outros cultos, sua frequência em igrejas cristãs é certamente maior do que a de todos os seus antecessores).
Ocorre, no entanto, que na parte de combate à corrupção promessas de campanha e compromissos firmados publicamente têm-se derretido diante de atitudes que transmitem uma mensagem contrária:
  • há indícios veementes de que o presidente busca, sim, interferir politicamente na Polícia Federal, como ele mesmo confessou em pronunciamento realizado no dia 24 de abril de 2020, quando afirmou esperar que a corporação lhe forneça relatórios de inteligência (competência, na verdade, da ABIN) e informações sobre procedimentos de investigação de seu interesse;
  • pode nomear para a direção-geral da Polícia Federal um amigão da família Bolsonaro, sendo que seus três filhos com mandato são investigados, seja por “rachadinha” de salários de servidores, seja por suspeita de disseminação de fake news;
  • pode nomear para o Ministério da Justiça e Segurança Pública uma figura sem expressão no meio jurídico-político que, todavia, é muito ligada à família presidencial;
  • não apoiou decisivamente o então ministro Sergio Moro no combate à corrupção, deixando que um de seus mais importantes ministros se desidratasse paulatinamente;
  • nomeou para a Procuradoria-Geral da República alguém que criticava a Operação Lava Jato por supostamente atrapalhar a economia.
Mesmo diante dessas informações, muitos evangélicos compram a ideia de que notícias nesse sentido fazem parte de uma conspiração para derrubar o presidente, ainda que essas notícias deem conta da verdade; dizem que isso tudo é fruto da luta do sistema político e midiático para derrubar o primeiro presidente conservador e cristão, e o único que convocou a nação para orar e jejuar; dizem também que Bolsonaro foi “enviado por Deus”, o que, além de afastar possibilidade de crítica entre cristãos, torna até pecado discordar do presidente…
Se, por um lado, é certo que a Globo odeia o presidente Bolsonaro, e que, de fato, ele se vê às voltas com um sistema político corrupto e fisiologista, não se pode fechar os olhos para erros brutais que contrariam o discurso eticamente conservador.
Ademais, é bom registrar que, para o verdadeiro conservador, os meios qualificam os fins. Foi por “passar o pano” para os defeitos de Lula, em nome de “um bem maior” (a chamada “justiça social”) que o eleitorado deu mais três mandatos presidenciais ao PT, o que contou com o voto de muitos evangélicos que hoje se consideram bolsonaristas e conservadores desde sempre.
Cabe deixar claro que o conservadorismo moral nem sempre se faz acompanhar do conservadorismo político, e aqui temos um problema: a “onda conservadora” bolsonarista ostenta uma bandeira moralmente conservadora, mas sua política, longe de ser conservadora, tem uma inclinação reacionária, porque não consegue lidar normalmente com as instituições democráticas, precisando constantemente de um clima de “nós contra eles”, elegendo inimigos com vistas a inflamar a massa de apoiadores e esconder seu deserto de ideias e inabilidade política.
Poderemos, em breve, discutir se um cristão pode afirmar, com base bíblica, que determinado governante contemporâneo foi “enviado por Deus”, mas este artigo teve por objetivo apontar o seguinte: os bons motivos para votar em Jair Bolsonaro não podem ser traídos pela racionalização de erros em nome desses mesmos motivos.
A continuar assim, não construiremos um país, mas cavaremos um fosso entre nossos valores cristãos e nossa prática política.
Alex Esteves - Ministro do Evangelho (ofício de evangelista), da Assembleia de Deus em Salvador/BA. Co-pastor da sede da Assembleia de Deus em Salvador. Foi membro do Conselho de Educação e Cultura da Convenção Fraternal dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus no Estado da Bahia, antes de se filiar à CEADEB (Convenção Estadual das Assembleias de Deus na Bahia). Bacharel em Direito.

O que a lei diz sobre a nomeação do diretor-geral da PF?

A grande acusação de Moro contra Bolsonaro

Por Antonio Carlos Junior


Maurício Valeixo (José Cruz / Agência Brasil)

Como você já sabe, antes das 12:00 da última sexta o então Ministro da Justiça, Sérgio Moro, pediu demissão. Logo no início da tarde isso já era manchete mundial. Juristas – inclusive cristãos evangélicos – vieram a público, quase todos para repudiar uma suposta interferência do Presidente na nomeação do Diretor-Geral da Polícia Federal, pretendendo autonomia do Ministro nessa indicação. Um pouco mais tarde, às 17:00, o Presidente rebateu as acusações feitas pelo ex-juiz.
Feito esse resumo, e antes de entrar propriamente no assunto desse breve texto, preciso fazer duas observações.
A primeira é que não sou advogado do Presidente. Aliás, não conheci, não conheço e muito provavelmente não conhecerei Bolsonaro pessoalmente.
A segunda é que fiquei espantado com a imensa quantidade de condenações antecipadas do Presidente. E por que antecipadas? Porque, no “calor das emoções” e na pressa por um posicionamento, Bolsonaro sequer tinha sido ouvido pelos juristas sobre os quais falei acima.
E a Bíblia, me parece, não recomenda esse tipo de atitude. De acordo com o livro de Provérbios, “Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado” (19.2). Não é por menos que o sábio Salomão, numa acusação recíproca entre duas mulheres, as ouviu antes de decidir para qual delas deveria entregar o bebê (1 Reis 3.16-28). Por isso escrevo esse texto apenas depois de ter ouvido as duas versões dos fatos…
Voltando ao assunto, talvez o grande motivo apresentado por Moro para sua saída tenha sido a suposta interferência de Bolsonaro na nomeação do comando da Polícia Federal. As provas dessa intervenção – diga-se de passagem, “exigidas” pela mídia (esse foi o termo utilizado pelo Jornal Nacional) –, pelo menos até o momento, são dois prints de conversas pelo WhatsApp. Aliás, tais provas foram repudiadas até mesmo por opositores do Presidente, como a Deputada Érika Kokay, do PT.
Sem entrar no mérito da robustez dessas provas, o que temos que responder é: de acordo com a lei, a quem pertence a atribuição de nomear o Diretor-Geral da Polícia Federal?
A Lei nº 9.266/1996, com a redação alterada pela Lei nº 13.047/2014 (sancionada pela então presidente Dilma Rousseff), assegura que o Diretor-Geral é nomeado pelo Presidente da República, tratando-se de um cargo “privativo de delegado de Polícia Federal integrante da classe especial” (art. 2º-C). Na mesma linha, o Decreto nº 73.332/1973, indica que esse Diretor-Geral é “nomeado em comissão e da livre escolha do Presidente da República” (art. 1º, caput).
O que significa, então, essa “livre escolha”? Significa que o Presidente pode nomear qualquer – isso mesmo, qualquer – “delegado de Polícia Federal integrante da classe especial”. Não há um mandato nem um prazo de validade para o exercício do cargo. O Presidente nomeia e exonera quando bem entender! Mesmo para aqueles que defendem que o ato de exoneração deve ser motivado, a “falta de confiança” pode muito bem ser uma razão invocada.
Só para compararmos, o Procurador-Geral da República também é nomeado pelo Presidente, mas somente após a “aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal, para mandato de dois anos” (art. 128, § 1º, da Constituição).
Ou seja, nesse último caso há duas diferenças:
  1. o nome precisa ser aprovado pelo Senado; e
  2. existe um prazo para o exercício do mandato.
Outra comparação possível está na nomeação dos Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Diz a Constituição que “Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal” (art. 101, parágrafo único). Perceba que, nesse caso, não existe um prazo para o exercício, sendo um cargo vitalício por conta do próprio texto constitucional (art. 95, I).
Dito isso, a lei garante que cabe ao Presidente – e exclusivamente a ele – o poder de nomear e exonerar o Diretor-Geral da Polícia Federal. Isso sem a necessidade de que o nome seja aprovado por qualquer órgão ou pessoa.
Aliás, segundo alegou o Presidente, o então Diretor-Geral não vinha dando a devida atenção a investigações que, no entender de Bolsonaro, deveriam merecer maior cuidado, a exemplo da facada ocorrida durante as eleições.
Aqui proponho uma pausa para perguntar: você conhece algum caso não esclarecido pela polícia? Se não é possível investigar tudo, que problema haveria no fato de o Presidente da República exigir maior empenho na solução de determinados crimes, especialmente daqueles que envolvem maior repercussão nacional?
Como você já sabe, antes das 12:00 da última sexta o então Ministro da Justiça, Sérgio Moro, pediu demissão. Logo no início da tarde isso já era manchete mundial. Juristas – inclusive cristãos evangélicos – vieram a público, quase todos para repudiar uma suposta interferência do Presidente na nomeação do Diretor-Geral da Polícia Federal, pretendendo autonomia do Ministro nessa indicação. Um pouco mais tarde, às 17:00, o Presidente rebateu as acusações feitas pelo ex-juiz.
Feito esse resumo, e antes de entrar propriamente no assunto desse breve texto, preciso fazer duas observações.
A primeira é que não sou advogado do Presidente. Aliás, não conheci, não conheço e muito provavelmente não conhecerei Bolsonaro pessoalmente.
A segunda é que fiquei espantado com a imensa quantidade de condenações antecipadas do Presidente. E por que antecipadas? Porque, no “calor das emoções” e na pressa por um posicionamento, Bolsonaro sequer tinha sido ouvido pelos juristas sobre os quais falei acima.
E a Bíblia, me parece, não recomenda esse tipo de atitude. De acordo com o livro de Provérbios, “Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado” (19.2). Não é por menos que o sábio Salomão, numa acusação recíproca entre duas mulheres, as ouviu antes de decidir para qual delas deveria entregar o bebê (1 Reis 3.16-28). Por isso escrevo esse texto apenas depois de ter ouvido as duas versões dos fatos…
Voltando ao assunto, talvez o grande motivo apresentado por Moro para sua saída tenha sido a suposta interferência de Bolsonaro na nomeação do comando da Polícia Federal. As provas dessa intervenção – diga-se de passagem, “exigidas” pela mídia (esse foi o termo utilizado pelo Jornal Nacional) –, pelo menos até o momento, são dois prints de conversas pelo WhatsApp. Aliás, tais provas foram repudiadas até mesmo por opositores do Presidente, como a Deputada Érika Kokay, do PT.
Sem entrar no mérito da robustez dessas provas, o que temos que responder é: de acordo com a lei, a quem pertence a atribuição de nomear o Diretor-Geral da Polícia Federal?
A Lei nº 9.266/1996, com a redação alterada pela Lei nº 13.047/2014 (sancionada pela então presidente Dilma Rousseff), assegura que o Diretor-Geral é nomeado pelo Presidente da República, tratando-se de um cargo “privativo de delegado de Polícia Federal integrante da classe especial” (art. 2º-C). Na mesma linha, o Decreto nº 73.332/1973, indica que esse Diretor-Geral é “nomeado em comissão e da livre escolha do Presidente da República” (art. 1º, caput).
O que significa, então, essa “livre escolha”? Significa que o Presidente pode nomear qualquer – isso mesmo, qualquer – “delegado de Polícia Federal integrante da classe especial”. Não há um mandato nem um prazo de validade para o exercício do cargo. O Presidente nomeia e exonera quando bem entender! Mesmo para aqueles que defendem que o ato de exoneração deve ser motivado, a “falta de confiança” pode muito bem ser uma razão invocada.
Só para compararmos, o Procurador-Geral da República também é nomeado pelo Presidente, mas somente após a “aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal, para mandato de dois anos” (art. 128, § 1º, da Constituição).
Ou seja, nesse último caso há duas diferenças:
  1. o nome precisa ser aprovado pelo Senado; e
  2. existe um prazo para o exercício do mandato.
Outra comparação possível está na nomeação dos Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Diz a Constituição que “Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal” (art. 101, parágrafo único). Perceba que, nesse caso, não existe um prazo para o exercício, sendo um cargo vitalício por conta do próprio texto constitucional (art. 95, I).
Dito isso, a lei garante que cabe ao Presidente – e exclusivamente a ele – o poder de nomear e exonerar o Diretor-Geral da Polícia Federal. Isso sem a necessidade de que o nome seja aprovado por qualquer órgão ou pessoa.
Aliás, segundo alegou o Presidente, o então Diretor-Geral não vinha dando a devida atenção a investigações que, no entender de Bolsonaro, deveriam merecer maior cuidado, a exemplo da facada ocorrida durante as eleições.
Aqui proponho uma pausa para perguntar: você conhece algum caso não esclarecido pela polícia? Se não é possível investigar tudo, que problema haveria no fato de o Presidente da República exigir maior empenho na solução de determinados crimes, especialmente daqueles que envolvem maior repercussão nacional?
Não é demais lembrar que o próprio Moro, em várias oportunidades, sempre disse que Bolsonaro nunca havia inferido nos trabalhos da Polícia Federal, muito menos pedido a suspensão de qualquer inquérito ou investigação. Nesse sentido, se Moro falou a verdade nas entrevistas anteriores, nenhuma – repito, nenhuma – investigação foi frustrada pelo Presidente.
Ainda, você precisa saber que o Ministério Público pode, sozinho e sem a ajuda da polícia, investigar crimes. Ou seja, a nomeação de um novo Diretor-Geral da Polícia Federal não teria qualquer poder de barrar investigações contra Bolsonaro, seus filhos ou quem quer que seja. Aliás, o Procurador-Geral da República já pediu a abertura de inquérito contra o Presidente para apurar as denúncias de Moro…
Concluindo, quero reforçar o aspecto bíblico desse texto: tome cuidado com a precipitação. No mundo da quarentena e das fake news somos ainda mais tentados a cometer esse pecado que, como todos os outros, ofende a Deus. E você não quer isso; ou quer?
Fonte: Gospel Prime

China instala câmeras dentro das casas durante quarentena

Regime comunista usa pandemia para impor mais controle sobre a população.

Por Neto Gregório

Xi Jinping usando máscara contra o coronavírus. (Xie Huanchi / Xinhua News Agency)


Uma reportagem da CNN denuncia o nível que o regime comunista chinês está disposto a ir para controlar a vida dos cidadãos do país.
Embora não haja um anúncio oficial informando sobre a instalação de câmaras dentro e fora das casas das pessoas em quarentena, isso acontece em algumas cidades chineses desde meados de fevereiro, segundo fontes do canal de TV.
A China não possui uma lei nacional especifica sobre a regulamentação do uso de câmeras de vigilância, mas os dispositivos já fazem parte da vida pública.
Vale lembrar que há no país o Sistema de Crédito Social (SCS), proposto em 2014, que dá “nota” à população e monitora o comportamento dos cidadãos.
A emissora estatal CCTV diz que há mais de 20 milhões de câmeras instaladas no país, mas outras fontes sugerem um número muito maior. Um relatório da IHS Markit Technology cita 349 milhões de dispositivos instalados até 2018.
A quarentena tem deixado a vida da população ainda mais restrita: dos espaços públicos da cidade às portas da frente de suas casas – e, em alguns casos, até
dentro de seus apartamentos.
A China tem usado um sistema digital de “código de saúde” para controlar os movimentos das pessoas e decidir quem deve entrar em quarentena. Para forçar a população a ficar em casa, as autoridades recorreram novamente à tecnologia de vigilância.
Um escritório público de Nanquim, na província de Jiangsu, afirmou que instalou câmeras do lado de fora das casas das pessoas em quarentena para monitorá-las 24h horas por dia, o que “ajudou a economizar gastos com pessoal”. Outras cidades também fizeram o mesmo.
Muitos moradores estavam “felizes” com as medidas de controle, embora não fique claro o quanto de críticas é tolerado pelo regime comunista, já que toda a internet é monitorada e censurada no país.
Uma cidadã entrevistada pela CNN mostrou fotos da câmera instalada em sua casa. Ela reclamou da invasão de privacidade e conta que sempre que abria a porta da casa, uma luz forte acendia.
“Isso me fez sentir como se realmente fosse uma prisioneira em minha própria casa”, criticou.
Fonte: Gospel Prime

sábado, 25 de abril de 2020

Analisando os "três cantos" da mesa quadrada

por Jorge Nilson

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Foto/Web

Votei em Bolsonaro, não em Sérgio Moro. Os eleitores ao fazer uma escolha numa eleição, ele visa várias nuances em uma candidato. A personalidade, a vida sem corrupção, com quem ele anda, qual o partido, as chances de ser eleito. a capacidade de cumprir o mandato... Dito isto, pois assim penso, surgem várias situações pós-eleição. 

No caso do executivo, a situação em que o recém eleito irá assumir, isto é, as finanças, os arrumadinhos, os desvios, os erros e os acertos dos antecessores. Se os antecessores, duraram muito tempo, (quase duas décadas de esquerdismo corrupto e ideológico) a situação se agrava, pois concertar a educação insipida do país chamado Brasil com todos os níveis deteriorado pelo marxismo, não é apenas sacrificial, é ser um super-herói. Uma saúde que falta os materiais mais básico, a nível de país de "quarto mundo", enquanto os estádios com padrão FIFA. Investiram mais no entretenimento que no "vivenciamento". Um congresso acostumado no toma-lá-da-cá, uma justiça ativista e legislativa (que diga o STF). Uma imprensa comprada e altamente tendenciosa. Traidores que se elegeram na ponga do bolsonarismo. Um caos completo em todas as instituições da sociedade. Presidir um país assim, como diziam os antigos, só tendo "sangue de barata". 

Sérgio Moro, com a sua fama verdadeira de combater a corrupção, se destacou como o "super-ministro". Sempre calmo, com a experiencia, quando juiz,  de tratar com bandidos e mocinhos, tendo em mãos o poder de decidir sobre a liberdade ou não dos réus, "vira" Ministro da Justiça e Segurança Pública, um cargo político, acertado em uma aliança de ter autonomia para decisões na pasta. Um projeto excelente de combate a corrupção, (os nossos nobres congressistas não inseriram na pauta de votação) entra em conflito, o que é normal, com o presidente da república. Me entristece saber, que dois grandes nomes de importância para a sociedade brasileira, se separam por disputas de quem manda mais. É claro que é o presidente. 

Os erros de Bolsonaro são patentes: não cumpre as alianças com os seus ministros, fala sem papas-na-língua o que deve e o que não deve, é controlador (isso deve ser equilibrado em cada situação), tem a ilusão que vai mudar o país em pouco tempo, acredita que uma caneta bic em suas mãos, resolve o que quer. Os seus filhos sempre dificultando sua administração...

Quanto ao ex-ministro Sérgio Moro, lamento a sua saída, desejo que o mesmo vá ao STF. Ele demonstrou no seu discurso erros e acusações que não deveriam vir de um ex-assessor. A renúncia que o ex-juiz fez, foi grande, ao abandonar uma carreira brilhante de juiz federal. Desejar ser ministro do STF, é mais que natural. Qual o juiz que não deseja? Acredito que seria uma voz destoante dos demais, já que o ativismo está impregnado no Supremo. 

A imprensa que sempre ataca Bolsonaro está feliz com está notícia e a oposição, está soltando fogos. Mas Bolsonaro continua presidente. Esses nós para serem desatados demorará muito. E Bolsonaro continuará presidente. Rodrigo Maia continuará com o seu plano para tirar Bolsonaro e Lula continuará sendo bandido condenado. 

O PT continuará querendo voltar a mamar no governo e Dilma continuará sendo "ex-presidenta" e investigada. Reinaldo Azevedo da Band News, continuará destilando o seu ódio pelo presidente e pela direita e a Band, continuará recebendo pouco em publicidade governamental. A Globo permanecerá sendo a globolixo com o seu jornal manipulador e Bolsonaro presidente. A deputada federal, Joice Hasselmann, continuará sendo a "pepa" para muitos e a Janaina Paschoal ficará em silêncio sobre O Ditadória e Wiltzel e atacará só Bolsonaro, que continuará presidente. 
É uma confusão dos pecados essa mesa quadrada com três cantos. 



quinta-feira, 23 de abril de 2020

HERÓIS DE VERDADE



ISSO NÃO É FICÇÃO, ESSES SÃO OS VERDADEIROS HERÓIS DA NAÇÃO



Fonte: Imagens do Google

MINISTRA DAMARES ALVES MANDA DURO RECADO!



A ministra Damares Alves em live ontem, falou das políticas de proteção e as ações realizadas pelo governo no período da pandemia do coronavírus e mandou um duro recado!

STF proíbe tratamento de pessoas homossexuais

Ministra Cármen Lúcia

Está definitivamente proibido o tratamento da cura gay


A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, neste 17 de abril, manteve, por unanimidade a decisão monocrática da Ministra Carmen Lucia de que o Conselho Federal de Psicologia deve continuar impedindo que seus filiados, psicólogos, ofereçam tratamento de reversão da homossexualidade ou, tratamento mais conhecido como cura gay.
Não sendo considerada doença, a desfunção homoafetiva não pode ser tratada por psicólogos para tentarem sua reversão ao estado natural, ainda que a pedido do paciente.
Esta foi a decisão novamente do Supremo Tribunal Federal.
Com informações do site https://poenaroda.com.br/ em 23/04/2020

No Acre, Assembleia de Deus vai doar cinco mil máscaras produzidas por costureiras da igreja




Foi Tiago, o apóstolo, que disse que a fé sem obras é morta. Paulo, outro importante nome da igreja cristã, afirmou que o amor sem a prática cotidiana é como um sino que só faz barulho. Na Assembleia de Deus em Sena Madureira, um grupo de fieis entende que viver a vida conforme o manual sagrado vai além das orações e cânticos diários e dominicais, por isso resolveu produzir cinco mil máscaras de proteção para distribuir de graça aos membros da igreja e à comunidade.
As doações ocorrem no dia em que o novo decreto do governo do Estado do Acre obriga as pessoas a usarem máscaras em ambientes públicos e privados, como supermercados.
O trabalho é uma parceria entre a Fundação Betel e a Igreja Assembleia de Deus e conta com a colaboração voluntária das costureiras da igreja em Sena Madureira.
“A FAEB tem o apoio e colaboração integral das costureiras da AD Sena Madureira (AC), na confecção do material de proteção individual que visa mitigar a propagação do COVID-19 (Novo Coronavirus). Hoje, segunda-feira, 20 de Abril de 2020, a igreja deu início a distribuição das máscaras para seus membros e comunidade em geral”, informa Assembleia de Deus de Sena Madureira em sua página.
COSTURA 03
Fonte: Juruá em Tempo/Luciano Tavares, do Notícias da Hora.

Moro pede demissão depois de Bolsonaro anunciar troca na direção da PF

Presidente tenta agora impedir que Moro saia de fato do governo


 
                                                         Ministro da Justiça, Sérgio Moro

O ministro Sérgio Moro, da Justiça, chegou ao seu limite e pediu demissão ao presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (23/4). O motivo foi o anúncio feito pelo presidente de que vai trocar o comando da Polícia Federal. Bolsonaro tenta reverter o pedido de Moro.

O atual diretor-geral, Maurício Valeixo, que tem o apoio do ministro, deve ser demitido para dar lugar a um nome que tenha maior proximidade com o chefe do Executivo. Moro, porém, vê na troca um ato extremo de desautorização, que ocorreria para proteger aliados atualmente na mira da corporação.
Um especialista em inteligência e combate ao narcotráfico no ...
                               Diretor Geral da Polícia Federal/ Maurício Valeixo
A intenção de fazer a troca ocorre em meio ao andamento de um inquérito, aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido do Procurador-geral da República, Augusto Aras, que mira deputados bolsonaristas. Eles são suspeitos de atuar para financiar e incentivar manifestações contra o Supremo e o Congresso.
As manifestações foram convocadas em várias cidades para pedir um "novo AI-5". O próprio presidente participou de um ato em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília. 
As tentativas de trocar o diretor-geral da PF encontram resistência de Moro, de delegados e agentes e são vistas como tentativas de enfraquecer o ministro da Justiça.
Dentro da corporação, a notícia da troca foi recebida como uma bomba por agentes e delegados. Nem a Presidência nem o Ministério da Justiça se manifestaram oficialmente sobre o caso, até o momento.

Fonte: Tribuna da Bahia

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Não tem volta



Fonte: Te atualizei 


Trigo e Joio, sabe qual a diferença?



Jesus, na Transfiguração, consultou pessoas mortas?

por Pr. João Flávio Martinez 




Jesus na Transfiguração consultou a pessoas mortas?
Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte. E TRANSFIGUROU-SE DIANTE DELES; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés e um para Elias. E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o. Mateus 17.1-5
Assim, morreu ali Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, conforme o dito do Senhor. Deuteronômio 34.5
Moisés, meu servo, é morto… Josué 1.2
E mandou degolar João no cárcere… Mateus 14.10
Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco eles têm jamais recompensa, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Até o seu amor, o seu ódio e a sua inveja já pereceram e já não têm parte alguma neste século, em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. Eclesiastes 9.5,6
Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra, nem indústria, nem ciência, nem sabedoria alguma. Voltei-me e vi debaixo do sol que não é dos ligeiros a carreira, nem dos valentes, a peleja, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes o favor, mas que o tempo e a sorte pertencem a todos. Eclesiastes 9.10,11
nem encantador de encantamentos, nem quem consulte um espírito adivinhante, nem mágico, nem quem consulte os mortos… Deuteronômio 18.11
E, tendo dito isso, clamou com grande voz: Lázaro vem para fora. João 11.43
E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram. E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador (Deus), não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? E a cada um foi dada uma comprida veste branca e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos que haviam de ser mortos como eles foram. Apocalipse 6.9-11
Fonte: CACP

Piauí autoriza agentes a entrar nas casas e desapropriar imóveis

Decreto do governador  Wellington Dias (PT) determina o uso de propriedade particular para executar “ações de combate” ao coronavírus 

O governador  Wellington Dias (PT)

O governador Wellington Dias (PT)/Elza Fiúza/10.11.2009/ABr


O governo do Piauí autorizou agentes da Sedec (Secretaria de Estado da Defesa Civil) e responsáveis pelo combate ao coronavírus no estado a entrar em propriedades particulares, como casas, para prestar socorro ou para a retirada de famílias do local, quando houver risco de contaminação.


Além disso, autoriza o uso de propriedade particular para executar “ações de combate” ao coronavírus. O governo explica que a medida poderá ser usada na escolha de algum imóvel em localização estratégica para transformá-lo em hospital de campanha, por exemplo.

A determinação foi publicada em decreto na última quinta (16), assinado pelo governador  Wellington Dias (PT), que estabelece situação de calamidade pública no estado por causa da covid-19.
A Sedec também está autorizada a mobilizar servidores do estado e municípios e convocar voluntários para reforçar ações de resposta e realização de campanhas de arrecadação de recursos.
Fonte: R7

sábado, 18 de abril de 2020

Mandetta gastou R$ 25 milhões do dinheiro público

MANDETTA MANDA COMPRAR R$ 25 MILHÕES EM GEL LUBRIFICANTE PARA PRESIDIÁRIOS GAYS 



Covid-19: China comemora a desgraça do Mundo


por artigo compilado

O nacionalismo explode na China quando o surto recua


Como a pandemia de coronavírus destrói muitos países, o sucesso da China em conter sua própria epidemia está dando origem a uma mistura cada vez mais estridente de patriotismo, nacionalismo e xenofobia , num cenário que muitos dizem não ter sido visto em décadas.
Um restaurante no norte da China colocou uma faixa comemorando a propagação do vírus nos Estados Unidos. Um cartum amplamente divulgado mostrava estrangeiros sendo classificados em lixeiras. Em Pequim e Xangai, estrangeiros foram barrados em algumas lojas e academias.
Talvez em nenhum lugar a xenofobia tenha se manifestado mais fortemente do que na cidade de Guangzhou, no sul, um centro industrial com uma grande população africana. Depois que cinco nigerianos deram positivo para o vírus, residentes africanos  relataram ter sido despejados de suas casas e hotéis.
Eles também foram condenados a passar por quarentenas de 14 dias às suas próprias custas, mesmo que não tenham histórico de viagens recente ou já tenham tido um resultado negativo. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostraram pessoas negras forçadas a dormir na calçada e uma placa proibindo negros de uma lanchonete.
Algumas das mais feias manifestações do nacionalismo foram alimentadas pela propaganda do governo, que apontou a resposta da China ao vírus como evidência da superioridade do governo do Partido Comunista.
Separadamente, na quarta-feira, a China iniciou um estudo nacional de portadores de coronavírus assintomáticos, pois os números mostraram que muitas pessoas que deram positivo para o vírus não apresentaram sintomas.
A CCTV, a emissora estatal, também informou que um estudo de portadores assintomáticos estava em andamento em 10 cidades, incluindo Wuhan, onde o vírus surgiu pela primeira vez.  “O objetivo dos exames de sangue é determinar se há anticorpos para o vírus dentro do corpo”, disse Ding Gangqiang, funcionário do Centro de Controle de Doenças da China, na televisão estatal.
Extraído do THE NEW YORK TIMES em 16/04/2020

Bares e restaurantes já demitiram mais de 900 mil no Brasil

DEPOIS VÃO QUERER QUE O GOVERNO FEDERAL PAGUE AS CONTAS

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A crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus já causou a demissão de 15% dos trabalhadores de bares e restaurantes, o equivalente a mais de 900 mil pessoas, segundo nota divulgada nesta terça-feira pelo escritório de São Paulo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-SP).
De acordo com a Abrasel-SP, o País tem 1 milhão de estabelecimentos de alimentação fora do lar e cerca de 100 mil deles já fecharam as portas em definitivo. Uma das explicações para as demissões e fechamento de bares e restaurantes é a dificuldade para conseguir empréstimos, por causa da burocracia dos bancos.
Para evitar que mais negócios fechem, a associação pede para que os governos municipais, estaduais e federal ampliem o socorro às pequenas empresas.
Delivery com problemas
Na mesma nota, a Abrasel-SP destacou que os estabelecimentos que continuam abertos estão tendo problemas com os aplicativos de delivery, como iFood, Rappi e Uber. Os donos de restaurantes reclamam, por exemplo, reclamam que suas casas somem dos apps em horários de maior movimento.
Para contornar o problema, a entidade orienta os empresários a investir no serviço de delivery próprio através de seus funcionários, comunicando-se com vizinhos, que podem optar pelo serviço “para levar” ou take out. Cerca de 70% dos restaurantes do Estado de São Paulo aderiram ao delivery.
Fonte: MSN

Pastor é detido pela PM por realizar culto com 25 pessoas

De acordo com a Polícia Militar, o pastor ministrava um culto para cerca de 25 pessoas.

Pastor é detido pela PM por realizar culto com 25 pessoas, em São Caetano
Um pastor foi detido nesta quinta-feira (16) em São Caetano, no Agreste de Pernambuco, por descumprir o decreto estadual que proíbe o funcionamento de igrejas e a aglomeração de pessoas em virtude do novo coronavírus. De acordo com a Polícia Militar, o pastor ministrava um culto para cerca de 25 pessoas.
O pastor foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de São Caetano, e vai responder um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
Com informações G1 PE

sexta-feira, 17 de abril de 2020