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Analisando os "três cantos" da mesa quadrada

por Jorge Nilson

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Foto/Web

Votei em Bolsonaro, não em Sérgio Moro. Os eleitores ao fazer uma escolha numa eleição, ele visa várias nuances em uma candidato. A personalidade, a vida sem corrupção, com quem ele anda, qual o partido, as chances de ser eleito. a capacidade de cumprir o mandato... Dito isto, pois assim penso, surgem várias situações pós-eleição. 

No caso do executivo, a situação em que o recém eleito irá assumir, isto é, as finanças, os arrumadinhos, os desvios, os erros e os acertos dos antecessores. Se os antecessores, duraram muito tempo, (quase duas décadas de esquerdismo corrupto e ideológico) a situação se agrava, pois concertar a educação insipida do país chamado Brasil com todos os níveis deteriorado pelo marxismo, não é apenas sacrificial, é ser um super-herói. Uma saúde que falta os materiais mais básico, a nível de país de "quarto mundo", enquanto os estádios com padrão FIFA. Investiram mais no entretenimento que no "vivenciamento". Um congresso acostumado no toma-lá-da-cá, uma justiça ativista e legislativa (que diga o STF). Uma imprensa comprada e altamente tendenciosa. Traidores que se elegeram na ponga do bolsonarismo. Um caos completo em todas as instituições da sociedade. Presidir um país assim, como diziam os antigos, só tendo "sangue de barata". 

Sérgio Moro, com a sua fama verdadeira de combater a corrupção, se destacou como o "super-ministro". Sempre calmo, com a experiencia, quando juiz,  de tratar com bandidos e mocinhos, tendo em mãos o poder de decidir sobre a liberdade ou não dos réus, "vira" Ministro da Justiça e Segurança Pública, um cargo político, acertado em uma aliança de ter autonomia para decisões na pasta. Um projeto excelente de combate a corrupção, (os nossos nobres congressistas não inseriram na pauta de votação) entra em conflito, o que é normal, com o presidente da república. Me entristece saber, que dois grandes nomes de importância para a sociedade brasileira, se separam por disputas de quem manda mais. É claro que é o presidente. 

Os erros de Bolsonaro são patentes: não cumpre as alianças com os seus ministros, fala sem papas-na-língua o que deve e o que não deve, é controlador (isso deve ser equilibrado em cada situação), tem a ilusão que vai mudar o país em pouco tempo, acredita que uma caneta bic em suas mãos, resolve o que quer. Os seus filhos sempre dificultando sua administração...

Quanto ao ex-ministro Sérgio Moro, lamento a sua saída, desejo que o mesmo vá ao STF. Ele demonstrou no seu discurso erros e acusações que não deveriam vir de um ex-assessor. A renúncia que o ex-juiz fez, foi grande, ao abandonar uma carreira brilhante de juiz federal. Desejar ser ministro do STF, é mais que natural. Qual o juiz que não deseja? Acredito que seria uma voz destoante dos demais, já que o ativismo está impregnado no Supremo. 

A imprensa que sempre ataca Bolsonaro está feliz com está notícia e a oposição, está soltando fogos. Mas Bolsonaro continua presidente. Esses nós para serem desatados demorará muito. E Bolsonaro continuará presidente. Rodrigo Maia continuará com o seu plano para tirar Bolsonaro e Lula continuará sendo bandido condenado. 

O PT continuará querendo voltar a mamar no governo e Dilma continuará sendo "ex-presidenta" e investigada. Reinaldo Azevedo da Band News, continuará destilando o seu ódio pelo presidente e pela direita e a Band, continuará recebendo pouco em publicidade governamental. A Globo permanecerá sendo a globolixo com o seu jornal manipulador e Bolsonaro presidente. A deputada federal, Joice Hasselmann, continuará sendo a "pepa" para muitos e a Janaina Paschoal ficará em silêncio sobre O Ditadória e Wiltzel e atacará só Bolsonaro, que continuará presidente. 
É uma confusão dos pecados essa mesa quadrada com três cantos. 



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