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Damares processará Ciro Gomes por ser chamada de “bandida nazifascista”

Ciro Gomes mais uma vez ataca as mulheres que não pensam como ele

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Brazilian Minister of Women, Family and Human Rights, Damares Alves delivers a speech at the opening of the UN Human Rights Council's main annual session on February 24, 2020 in Geneva. (Photo by Fabrice COFFRINI / AFP) (Photo by FABRICE COFFRINI/AFP via Getty Images)

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, processará Ciro Gomes, candidato do PDT na eleição presidencial de 2018. Durante entrevista, ele a chamou de “bandida nazifascista” por apoiar atos antidemocráticos que apoiam o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
O material para a ação contra Ciro já foi separado por Damares, informaram auxiliares da ministra à revista Veja.
No vídeo, o presidenciável fala de Sara Winter (apoiadora de Bolsonaro), um homem que atacou enfermeiras durante um protesto na Praça dos Três Poderes, em Brasília), e um suposto aliado envolvido no motim policial ocorrido no Ceará, em fevereiro, quando o irmão de Ciro, Cid Gomes Nesse episódio, o irmão de Ciro, o senador Cid Gomes, foi baleado ao tentar derrubar o portão de um quartel com uma retroescavadeira.
“Essa bandida dessa Damares, que eu sei bem o que estou dizendo, é uma bandida nazifascista. É uma bandida. Sabe essa nazistinha [Sara Winter] que financia esse acampamento 300 [do Brasil], tudo uma coisa copiada dos neonazistas da Ucrânia? Onde ela serviu, vou ficar aqui numa expressão mais cavalheiresca, por módicos tostões ucranianos? Essa menininha era assessora da Damares. O cara que veio insuflar as milícias aqui, que deram um tiro no peito do meu irmão, era funcionário da Damares. Aquele outro que bateu numa enfermeira, na frente do Palácio [do Planalto] também funcionário fantasma da Damares”, falou Ciro Gomes.
“Ou seja, a Damares é uma bandida que está se prestando a esse serviço, para os filhos bandidos e a quadrilha do Bolsonaro, para pagar o ativismo nazifascista. Estou dizendo. As pessoas acham, às vezes, que sou muito duro, mas a gente tem que se precatar. É uma bandida perigosa”, complementou o ex-ministro dos governos de Itamar Franco e Lula.

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