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Primeiro banco digital voltado para pessoas LGBTI+ abre cadastro para novos correntistas

O BANCO DOS GAYS - Parte dos lucros serão investidos em propaganda LGBT
Os portadores dos cartões do banco podem utilizar seus nomes sociais
banco digital Pride Bank, primeiro no mundo focado no público LGBTI+, encerrou a fase beta (de teste) e abriu suas operações nesta segunda-feira (diia 17) para que novos clientes possam se cadastrar sem a necessidade de receber convites.


A migração acontece no momento em que todos os testes estão finalizados, e os últimos cartões estão sendo enviados aos primeiros priders (correntistas do banco) participantes da fase inicial. Também, na última semana, clientes que haviam aberto suas contas e ficaram na lista de espera já tiveram suas movimentações liberadas.
Os cartões de crédito do banco digital estão sob a bandeira Mastercard e possibilitam que os portadores utilizem seus nomes sociais, o que evita constrangimentos para transexuais e travestis, por exemplo.
Para abrir a conta digital e conhecer os pacotes e tarifas, acesse o site: http://www.pridebank.com.br/.
O CEO da instituição financeira, Márcio Orlandi, comemora a atualização.
“Durante o período de testes, aprendemos muito para deixar a plataforma objetiva e funcional. Esse tempo foi fundamental para recebermos feedbacks tanto da equipe, quanto dos Priders, que foram, mais uma vez, grandes parceires e nos ajudaram muito a melhorar nossos serviços. Todos entenderam que precisávamos errar para poder acertar”, declarou.
Outras opções ainda serão implantadas, como empréstimos pessoais e financiamentos, mas ainda sem data estabelecida.

Parte da renda será doada

O Pride Bank nasceu com propósito de devolver parte de sua renda a essa população. O banco digital reverte 5% de sua receita bruta total e distribui a ONGs, coletivos e iniciativas LGBTI+. Outros 5% são investidos em cultura, entretenimento e esportes da comunidade.
As primeiras causas a receberrem o valor para a doação são Casa Arouchianos, Fundo Elas, a Família Stronger e a ONG Eternamento SOU.
Fonte: EXTRA.COM.GLOBO

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