sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Sementes vindas da China são pragas inexistentes no Brasil

 Informação foi divulgada pelo Ministério da Agricultura

Sementes chinesas têm chegado a destinatários de pessoas que nunca solicitaram as encomendas
Foto: Divulgação/Ministério da Agricultura

Um estudo feito pelo Ministério da Agricultura (MAPA) revelou que as sementes chinesas enviadas ao Brasil são de espécies que não existem em nosso país, entre elas, ervas daninhas. Desse tipo de planta, os técnicos do governo identificaram a Myosoton aquaticum, praga que afeta campos de trigos na China; e a Descurainia sophia, responsável por causar danos às plantações dos EUA, do Canadá, do México, do Japão e de vários países. De acordo com a pasta, 47% das amostras analisadas — algumas com fungos — até o momento representam “risco fitossanitário” à agricultura brasileira.

O material tem chegado com remetente da China a destinatários de pessoas que nunca solicitaram as encomendas, conforme noticiou Oeste. Por outro lado, o Partido Comunista afirma desconhecer o evento e alega ser vítima de preconceito. Em nota, o MAPA reforçou a orientação segundo a qual os brasileiros não devem abrir as encomendas de sementes não solicitadas. Além disso, as autoridades pedem que o material seja entregue para análise de unidades estaduais do MAPA. As sementes não devem ser jogadas no lixo, já que o contato delas com o solo pode causar risco ao meio ambiente.

Fonte: Revista Oeste


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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Homem denuncia ex-mulher mais de 10 vezes por agressão e cobra “Lei Maria da Penha” para homens



 Um homem que denunciou a ex-mulher mais de 10 vezes por agressões por não aceitar o fim de um relacionamento, cobrou que a Lei Maria da Penha fosse alterada por “só beneficiar mulheres”.

O caso foi revelado pela TV Futuro RN. O homem afirmou que sofreu ameaças, agressões e torturas psicológicas por parte da ex-companheira. Ele já registrou 11 boletins de ocorrência e disse que nada acontece porque não existe uma lei tão punitiva para as mulheres como no caso de agressões feitas por homens.

O homem disse que “quando a mulher quer, ela sabe torturar a mente do homem” e que a lei Maria da Penha deveria sofrer uma mudança para que pudesse beneficiar o homem.

“Estou tentando de todas as formas, porque se fosse o contrário, se um homem tivesse tocado em uma mulher, ele já estaria preso e condenado. Isso tem que haver mudança. Uma lei que só beneficia mulher é claro, a mulher é mais frágil, mas quando a mulher quer ela sabe torturar a mente do homem, o físico e tudo mais. Tem que haver a mudança dessa lei para beneficiar o homem também. Não existe uma lei única só para mulher, por ela ser mulher. Tem que haver uma defesa ao homem”, disse.

“Eu plano por defesa. Eu plano por justiça. Só porque eu tenho sexo masculino eu posso sofrer tudo sem a consequência nenhuma contra uma mulher?”, questionou.

Fonte: Terra Brasil Notícias




China, o olho do anticristo: Análise: Fim da privacidade “em nome do bem”

 


Que o governo chinês mantém sua população sob vigilância cerrada não é segredo para ninguém. Segundo informações da emissora estatal CCTV, desde 2017 foram instaladas cerca de 20 milhões de câmeras por todo o país, mas, será que dá para confiar nesses dados?

De acordo com levantamentos da IHS Markit Technology, a China possui um aparato de controle muito maior, podendo chegar a 350 milhões de câmeras. Durante a pandemia, além dos dispositivos já existentes nas vias públicas, mais câmeras foram instaladas em frente às portas das casas, impondo 24 horas diárias de monitoramento. Em alguns casos, a instalação foi feita dentro de residências particulares, mesmo sem o consentimento dos moradores.

Governo chinês quer ampliar mecanismos de vigilância da populaçãoChina Daily/Reuters


A medida, segundo o governo chinês, ajuda a monitorar pessoas em quarentena, porém, a vigilância não se atém apenas aos infectados, pois tem sido feita aleatoriamente, conforme determinação governamental. Ainda assim, ao que tudo indica, Xi Jinping, presidente da China, não está satisfeito em controlar apenas 1,4 bilhão de pessoas.

Agora, o líder chinês quer pressionar o mundo a implantar um controle global por meio de QR Codes que conteriam informações de saúde, como atestados médicos, para “ajudar” a agilizar viagens e negócios internacionais. Tudo isso, claro, “em nome do bem” e visando “apenas” a saúde da população mundial, afinal de contas, o tal controle, “ajudaria a conter a propagação do coronavírus”.

O que me pergunto é: onde estava toda essa preocupação com a saúde mundial quando a China detectou o vírus, abafou a questão e calou, na marra, quem tentou alertar o mundo? Onde estava toda essa preocupação quando, como medida de contenção da doença, a China proibiu os voos domésticos, mas continuou permitindo voos internacionais? Ninguém podia voar de Wuhan para Pequim, por exemplo, mas qualquer pessoa, sem nenhuma restrição, pode viajar tranquilamente para qualquer parte do mundo.

E não só isso, afinal de contas é bem difícil de entender como o país natal do coronavírus construiu um hospital no epicentro da pandemia em apenas 10 dias. Chega a ser inacreditável que não houve nenhum planejamento prévio, incluindo treinamento de pessoal, armazenamento de materiais e insumos e tudo mais que uma obra daquele porte demanda para ocorrer em um prazo inédito como esse.

E como explicar que um país tenha – em estoque – tamanha quantidade de EPIs, respiradores e máscaras capaz de atender a demanda de boa parte do mundo? Para quem não sabe, a China, sozinha, exportou – somente em máscaras – o que o Brasil exporta em soja e carne. Lembrando que o nosso país é o maior exportador de soja e carne bovina do mundo. Até outubro, foram mais de US$ 40 bilhões apenas com a exportação desse único produto, fora todo o resto. Consulte o PIB das maiores economias do mundo e veja que, em plena pandemia, enquanto as economias ao redor do mundo despencaram, a China cresceu em um ritmo assustador. E adivinhe qual país se apresentou como o mais promissor na corrida pela vacina? Faça as contas da injeção monumental de dinheiro que a China terá com a exportação de bilhões de doses da CoronaVac.

Mas mesmo diante de tudo isso, há quem acredite que está tudo bem e que medidas como essas realmente são para o bem da humanidade. E, como de costume, quem tenta alertar sobre os perigos de um controle absoluto, tal qual se cogita impor, são taxados de ignorantes, negacionistas e inimigos da ciência. Só que desta vez a coisa foi tão longe que nem mesmo a ciência está dando conta de explicar...

Autora

Patricia Lages é autora de 5 best-sellers sobre finanças pessoais e empreendedorismo e do blog Bolsa Blindada. É palestrante internacional e comentarista do JR Dinheiro, no Jornal da Record.

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Ex-diretora do Roberto Santos e em família de políticos: Conheça a vereadora Débora Santana

 Por Jade Coelho




Entre as nove mulheres eleitas para uma vaga no Legislativo de Salvador no pleito deste ano está a estreante Débora Santana (Avante). Ela chega à Câmara Municipal da capital em 2021 com bandeiras como a saúde e empoderamento feminino. A vereadora eleita no domingo (15) com 7.586 votos conquistou a única cadeira do partido presidido pelo deputado federal Pastor Sargento Isidório na Bahia na 19ª Legislatura da CMS.

Filha do ex-deputado estadual Carlos Ubaldino (PSD), que deve retornar à Assembleia em 2021, e com o irmão, Carlos Ubaldino Filho (PSD), também eleito em 2020 como vereador de Olindina, no litoral Norte do estado, Débora diz que não foi a família que a influenciou a entrar para a política.

 

“Sempre fiz carreira solo”, afirmou a edil sobre a trajetória que a levou até à Câmara. Formada em enfermagem, Débora ressalta que se dedicou à profissão e cargos relacionados na área de gestão em saúde, até que em 2013, grávida de cinco meses, perdeu o marido. Após o episódio ela entrou em depressão e foi convidada a participar de projetos sociais.

 

Em 2016 ela disputou o cargo de vereadora pela primeira vez, obteve 5,5 mil votos, mas não foi eleita. “Tudo tem seu tempo. Eu era verde. Não foi permissão de Deus”, afirma sem lamentar.

 

Na Câmara, Débora promete “brigar pela melhoria da qualidade da saúde” e usar a experiência em gestão na área. A vereadora eleita trabalhou 14 anos no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), sendo quatro como diretora.

 

Ela aponta como principal problema da Saúde em Salvador a Atenção Básica e já chega à Casa com um projeto em mente: a criação do Centro de Atenção a Saúde do Homem. “Local onde o homem vai ter acesso ao urologista, biópsia, exame PSA [que diagnostica câncer de próstata], para cuidar da saúde corpo todo, não só urológica, mas cardiológica, endócrino, diabetes, hipertensão”, esmiuçou.

 

Crítica do uso de máscaras por toda a população, essa é a única medida em relação a pandemia da Covid-19 adotada pela atual gestão de Salvador que a nova vereadora não está totalmente de acordo. “Não concordei com o uso da máscara para todos lá no início, principalmente de tecido, que não tem tanta proteção”, afirmou. Débora argumenta que a população não estava habituada ao Equipamento de Proteção Individual (EPI), que as pessoas não sabiam e muitas ainda não sabem usar.  

 

“Não lavam, botam no bolso, passam três dias usando a mesma máscara. A gente não tinha tanta informação, e nem costume”, justificou sobre o posicionamento e ao classificar a orientação para uso geral de máscara um exagero. Na visão dela, o ideal era que apenas quem apresentasse sintomas utilizasse a proteção, mas a medida acabou sendo necessária.

 

Apesar de integrar o Avante, partido da base aliada ao governador da Bahia, Rui Costa (PT), ainda não há definição sobre fazer oposição a gestão de Salvador na CMS. Débora explica que esses detalhes ainda não foram discutidos com o presidente da legenda, Sargento Isidório, que estaria em viagem por alguns dias. Assim como a nova legislatura, o novo prefeito assume a gestão de Salvador em 1º de janeiro de 2021. O democrata Bruno Reis, candidato apoiado pelo atual gestor, ACM Neto (DEM), foi eleito com votação expressiva e em primeiro turno para o cargo em 15 de novembro.

 

Ainda não há definição também, segundo a vereadora, sobre como vai atuar em relação a formação da Mesa Diretora da Casa. Atualmente a presidência da Câmara é de Geraldo Junior (MDB), que pleiteia e já ganhou apoio de vários vereadores e também de ACM Neto (lembre aqui).


Fonte: Bahia Notícias

Os Pingos Nos Is - DESPERDÍCIO DE TESTES/ ÓDIO CONTRA OSMAR TERRA/ ARGENTINOS COM FOME

 

Os Pingos Nos Is - DESPERDÍCIO DE TESTES/ ÓDIO CONTRA OSMAR TERRA/ ARGENTINOS COM FOME




Fonte: Os Pingos nos Is

sábado, 21 de novembro de 2020

A crueldade prossegue: China comunista pratica extração forçada de órgãos

 






Na última quinta-feira (19/11), durante uma conferência virtual do grupo Médicos Contra a Colheita Forçada de Órgãos (DAFOH – sigla em inglês), o deputado americano Steve Chabot condenou a extração forçada de órgãos de prisioneiros de consciência pelo regime comunista da China. Além disso, Chabot chamou a prática de “hedionda e bárbara”.

O regime comunista tem matado pessoas, para a extração forçada de órgãos, há pelo menos 20 anos.

Chabot disse que está trabalhando em uma nova legislação que responsabilizaria o Partido Comunista Chinês pela extração forçada de órgãos de adeptos do Falun Gong.

“A legislação ainda não está completa. Ainda estamos em negociações, mas espero que em breve tenhamos um projeto de lei”, disse Chabot.

Matt Salmon, vice-presidente de assuntos governamentais da Arizona State University e ex-representante dos EUA, pediu uma ação mais concreta para impedir o tráfico de órgãos.

“Não tenho certeza de que apenas publicar projetos de lei que condenem as práticas seja suficiente. Acho que temos que ter uma legislação que realmente tenha dentes por trás disso”, disse Salmon.

Salmon sugeriu que uma forma de reprimir a prática é impor sanções aos americanos que compram ou usam órgãos extraídos da China, bem como às empresas que estão envolvidas na prática.

“Se realmente acabarmos com isso aqui nos Estados Unidos, fará uma grande diferença”, completou Salmon.

A China é o único país conhecido por conduzir a extração de órgãos administrada pelo estado, de acordo com Weldon Gilcrease, vice-diretor do DAFOH.

Fonte: Terça Livre

Entenda o caso de ‘Beto’ e sua longa lista criminal

 


Na última quinta-feira (19/11), João Alberto Silveira Freitas, conhecido como “Beto”,  foi assassinado em um Carrefour localizado na cidade de Porto Alegre. Durante todo o dia de sexta-feira (20/11) houve uma grande comoção em todo o país, entretanto a morte de Beto acabou sendo levada para um viés ideológico.

Na madrugada deste sábado (21/11), por exemplo, manifestantes escreveram no chão da Avenida Paulista, principal corredor da cidade de São Paulo, a frase “Vidas Pretas Importam”, fazendo referência ao grupo terrorista de esquerda Black Lives Matter (BLM).

Diversos movimentos de esquerda, grandes mídias e instituições levantaram a bandeira que a morte de Beto foi um grande ato de racismo, mas nenhum desses meios de comunicação informou quem, de fato, é João Alberto Silveira Freitas.

Beto teria uma série de acusações e antecedentes criminais pesando contra ele; já havia sido condenado com base na Lei Maria da Penha, e acusado diversas vezes por agressões contra a ex-mulher. As agressões teriam sido cometidas pelo próprio João Alberto e por seu pai, João Batista Rodrigues Freitas.

Segundo algumas fontes, a ex-mulher seria funcionária do Carrefour, local onde ocorreu o fato. Além disso, ela acusava o ex-marido por diversos crimes e ainda o ex-sogro de tê-la chamado de “macaca”, mas o desembargador responsável pelo caso, Ingo Wolfgang Sarlet, entendeu pela ausência de provas quanto a essa acusação.

Em sua ficha criminal, encontram-se acusações como porte ilegal de arma de fogo, rapto consensual, entorpecente e posse, violação de domicílio, injúria qualificada, embriaguez, descumprimento de medida protetiva, ameaça (várias vezes), desobediência, lesão corporal (várias vezes), perturbação, foragido da justiça e ameaça de morte com agressão.

Mais uma vez, a narrativa só é criada e divulgada como convém à causa ideológica. A própria delegada do caso disse que não se trata de racismo (saiba mais aqui). O racismo é, de fato e infelizmente, algo existente na sociedade, contudo é pior ainda instrumentalizar o fato por uma causa ideológica.

A grande mídia e os “movimentos negros” divulgou amplamente o fato da morte de Beto, mas silenciou-se diante da morte de Simone Barreto, assassinada por um terrorista islâmico, na Catedral de Nice, no dia 29 de novembro. De fato, cristofobia existe, mas é uma verdade que pouco convém.


Fonte: Terça Livre





Animação “A Estrela de Belém” é proibida na França por ser “cristã demais”

 

Animação “A Estrela de Belém” é proibida na França por ser “cristã demais”


Longa conta a história do nascimento de Jesus pela ótica dos animais





A cidade de Langon, no Estado de Gironde, como quase toda a França usa um padrão duplo nas questões religiosas. Ao mesmo tempo que permite orações muçulmanas nas ruas às sextas-feiras, fechando ruas e desviando o trânsito para garantir a “liberdade” de seus cidadãos, usa o argumento de Estado laico toda vez que a questão envolve o cristianismo.

Uma animação norte-americana sobre o Natal, chamada “A Estrela do Natal” em francês (por aqui é A Estrela de Belém) foi proibida de ser apresentada para alunos das escolas públicas de Langon. O argumento é que ela era “cristã demais”.

O longa conta a história do nascimento de Jesus pela ótica dos animais que estariam envolvidos na jornada da Sagrada Família até Belém. Mais de 80 alunos de uma escola municipal assistiam ao filme no cinema Le Rio, quando alguns professores pediram que a exibição fosse interrompida, mesmo estando perto do fim.

Ao perceberam diversas menções ao nome de Jesus Cristo, disseram que os alunos não deveriam vê-lo. As crianças foram obrigadas a voltar para casa sem saber o final do filme.

Cartaz de Estrela de Belém na França

O argumento de alguns professores é que a sinopse e o cartaz do filme não deixavam claro sobre o que era a trama. O material em português diz: “Um pequeno, porém bravo, asno chamado Bo, anseia por uma vida melhor. Um dia ele encontra a coragem de se libertar, e junto de seus novos amigos começa uma jornada. Agora eles seguem uma estrela e acabam se tornando heróis acidentais na maior história já contada”.

O caso chamou atenção da imprensa de toda e Europa, pois é mais um exemplo claro do que vem sendo chamado com frequência cada vez maior de “Cristofobia”.

Esse “secularismo unilateral” da França vem ganhando as manchetes dos jornais após o Tribunal Administrativo, maior instância judicial da França ter ordenado no mês passado que seja removida uma cruz que ornamentava a estátua do papa João Paulo II na cidade de Ploërmel.

O mesmo tribunal ordenou a remoção de um presépio montado em frente à prefeitura da cidade de Béziers no início de dezembro. O argumento é sempre o mesmo, religião não tem lugar em espaços do governo e a religião é uma questão privada, devendo ser mantida dentro dos templos. Com informações de Le Figaro

Assista ao trailer:


Fonte: OVERBO/Terça Livre/Web

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Cresce aprovação a Bolsonaro, Xuxa sofre derrota contra Sikêra JR, Damares lamenta, Pelé e mais!

 

Cresce aprovação a Bolsonaro, Xuxa sofre derrota contra Sikêra JR, Damares lamenta, Pelé e mais!



Fonte: Foco do Brasil


Bolsonaro voando, as pérolas da semana, Barroso tendo que se explicar e mais

 

Bolsonaro voando, as pérolas da semana, Barroso tendo que se explicar e mais


Fonte: Te atualizei




Jefté não imolou sua filha (Jz 11)

 



Há uma pergunta que não pode ficar sem resposta, no estudo do Livro de Juízes: Jefté sacrificou realmente sua filha? Sendo que os eruditos estão divididos na questão, podemos somente expor o que cada lado tem a dizer sobre o assunto, e deixar que cada um julgue por si mesmo. Alguns creem que como os sacrifícios humanos eram proibidos pela lei (Lv. 18.21; 20.2-5) o sacrifício da filha de Jefté deve ser entendido como uma espécie de dedicação da jovem à virgindade perpétua (Jz. 11.36-40). Outros dizem que Jefté realmente sacrificou sua filha, crendo conscientemente que estava obrigado a isso pelo juramento que fez (Jz. 11.31-39).

Encontramos a narrativa do voto de Jefté em Jz. 11.29-40. Ele foi o nono juiz do Israel, residente em Tob, um distrito da Síria, no ano 1100 a.C. aproximadamente. Jefté está mencionado na Carta aos Hebreus como um dos heróis da fé (Hb.11.32). Ele foi um dedicado líder nas guerras contra os amonitas (descendentes de Ló) que moravam a leste do Rio Jordão. Homem de grande coragem e sempre disposto a defender os fracos e perdoar os errados, apesar de ser um filho ilegítimo de Gileade. Não nos parece ser aquele personagem afoito, como muitas vezes é considerado, capaz de fazer um voto temerário. Chegamos a esta conclusão, porque mesmo antes de atacar os amonitas, ele esperou terminar primeiro as negociações de paz em tramitação.

O dilema em consideração é determinar, segundo os versos 11.29-31, a natureza de sacrifício que o seu voto envolveu: se realmente imolou a sua filha como holocausto ou se apenas tratou-se de outro tipo de sacrifício.

Consideremos, pois, antes de qualquer opinião, os seguintes seis pontos sobre o assunto em pauta.

Primeiro Ponto: Eminentes eruditos opinam que o texto hebraico do verso 31, onde se lê nas traduções em português “o oferecerei em holocausto” deve ser lido “e oferecerei um holocausto”. Daí depreende-se que a intenção de Jefté era servir ao Senhor e honrá-lo com este voto. Esta explicação, de fato, elimina a ideia de um ato horripilante do juiz de Israel de sacrificar a sua própria filha em nome de Jeová. Parece-nos muito viável esta opinião (Lv. 27.28). Além do mais, nos ‘targuns’ (interpretação em língua aramaica do Velho Testamento pelos próprios judeus), encontramos uma explicação cabível de Levítico 27.1-7, onde o Senhor prescreve o preço pelo qual, tanto varões como fêmeas que foram devotadas ao Senhor poderiam ser redimidos. O varão, de 20 a 60 anos, seria redimido por 50 ciclos de prata, e a fêmea por 30 ciclos. De 5 a 20 anos, o varão seria redimido por 20 ciclos e a fêmea por 10. Portanto, restava a Jefté este recurso: pagar uma soma relativamente modesta pelo resgate de sua filha. Tudo indica que ele não a imolou, mas simplesmente consagrou-se à virgindade perpétua.

Segundo Ponto: Não podemos conceber que Jefté tivesse intenção de oferecer em holocausto qualquer coisa que de sua casa viesse ao seu encontro, pois poderia ser que lhe aparecesse um cão ou outro animal imundo qualquer, o qual, de maneira nenhuma, segundo a lei mosaica e as tradições da época serviria como holocausto. Por certo Jefté teve outra coisa em mente quando fez seu voto.

Terceiro Ponto: O sacrifício de crianças a Moloque – deus adorado pelos amonitas e combatido por Jefté – era terminantemente proibido ao povo de Israel e declarado abominação pelo Senhor (Lv. 20.2-3), e seria ainda maior o insulto se o juiz de Israel oferecesse a sua própria filha a Jeová.

Quarto Ponto: Não encontramos na Bíblia precedente para tal oferta ao Senhor. Pelo contrário, os reis que promoviam a queima dos filhos a Moloque, eram duramente castigados por Deus. Manassés, por esse ato abominável, foi levado cativo a Babilônia, onde sofreu muito.

Quinto Ponto: Nenhum pai tinha autoridade para matar seu filho, mesmo se este estivesse em falta. Muito menos podia um pai castigar, com morte, seu filho inocente, como foi o caso de Jefté (Dt. 21.18-21; 1Sm. 14.24-45).

Sexto Ponto: O verso 39 que diz “seu pai… cumpriu nela [a filha] o seu voto que tinha votado; e ela não conheceu varão” expressa a ideia de queajovem foi devotada à vida celibatária. Consequentemente, a lamentação de suas companheiras não foi pela sua morte, mas por causa da sua virgindade perpétua (Jz. 11.38-40). No Velho Testamento, por certo, havia no Tabernáculo uma classe de mulheres que serviam no estilo dos ‘nazireus’ (Êx. 38.8) “que se ajuntavam à porta da tenda da consagração”. Faz-se também referência a tais mulheres em 1Sm. 2.22; Lc. 2.37. Talvez a filha de Jefté uniu-se a esse grupo de virgens.

Os eruditos no hebraico ainda apontam, fortalecendo essa ideia, o fato de que o vocábulo lethanoth, que foi vertido para o português por lamentar, realmente significa celebrar Portanto, as filhas de Israel que anualmente ‘celebravam’ o fato, não o faziam com lamentações, mas sim com cânticos de louvor ao sacrifício da filha de Jefté.

Para a jovem o voto significou a impossibilidade de cumprir-se em sua vida o desejo natural de casar-se, pois toda mulher israelita sonhava em ser a mãe do Messias. Tal sonho, porém, para a filha de Jefté, jamais poderia tornar-se realidade. Entretanto, ela de bom grado e por amor aceitou esse destino.

Para o pai, significou o sacrifício de não ter posteridade desta filha, fato que no Oriente era considerado um desfortúnio muito grande. Os costumes da época davam muito mais autoridade aos pais sobre a vida dos filhos do que os costumes e as leis atuais.

Pelas razões aqui apresentadas, e em nossa opinião, o voto de Jefté resultou na virgindade perpétua de sua filha, e não na imolação da mesma, coisa que nos parece chocante demais. O texto de Juízes, examinado sob qualquer ponto de vista bíblico, também não comporta tal interpretação.

A bela lição a ser extraída desta história é que a filha de Jefté deixou um bonito exemplo de obediência filial, piedosa e patriótica. Submeteu-se de bom grado à virgindade perpétua, num tempo quando não ter filhos era considerado muito indesejável, e isso ela o fez por amor ao seu pai e à sua pátria, pois naquele momento estava em jogo tanto a segurança de seu genitor quanto de Israel. A vitória que resultou veio do Senhor, porque Jefté assim pôs tudo à disposição de Deus, incluindo a própria filha. E ela teve a sua participação e carregou com galhardia a sua “cruz” durante o resto da sua vida. Não vemos, portanto, nenhuma razão para acreditar que o pai a tivesse imolado.


Fonte: CACP

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Augusto Nunes sobre morte no Carrefour: ‘Jamais verei isso acontecer com um cliente da classe média’

 

‘É claro que há um componente racista e que o Brasil ainda ataca usando como critério as vestes, a aparência e a cor das pessoas’, afirmou o comentarista






O comentarista Augusto Nunes, do programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, repudiou nesta sexta-feira, 20, a violência de dois seguranças brancos contra João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, um homem negro que morreu após ser espancado nas dependências do supermercado Carrefour, no bairro Passo D’Areia, na zona norte de Porto Alegre. Para Augusto, “é claro que há um componente racista” e que o Brasil “ainda ataca usando como critério as vestes, a aparência e a cor” das pessoas.

O caso ocorreu na noite desta quinta-feira, 19. As imagens, que viralizaram nas redes sociais, mostram João Alberto levando socos e chutes de dois homens brancos que vestiam uma roupa preta e pertenciam a equipe de segurança do local. Ao lado dos dois, uma mulher acompanhava o espancamento e filmava. “Basta ver o começo do vídeo para perceber claramente que o segurança que deve desempenhar um papel de arma de defesa, que está à serviço da defesa dos consumidores, age como atacante. Vi hoje um pugilista que tinha tudo para ser profissional. No momento que começam a bater no fígado do homem já dominado, é o golpe que procede o nocaute. E o número de socos que dá em poucos segundos é coisa de profissional”, comentou. De acordo com o comentarista, só essa violência “já configuraria um homicídio”. “Esse tipo de ataque, a sequência de golpes na linha da cintura, jamais verei com um consumidor da classe média, mesmo que ele roube algum produto, o que não aconteceu hoje”, disse Augusto. Ele cobrou, ainda, que os autores sejam punidos “por uma tentativa de homicídio que acabou se consumando”.

Fonte: Jovem Pan


quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Mike Pompeo já fala em segundo mandato de Trump

 

Mike Pompeo já fala em segundo mandato de Trump



Fonte: Os Pingos nos Is

Juíza manda prender pastor da Assembleia de Deus que pregava ao ar livre

 Ato foi visto como “intolerância religiosa” e líderes registraram boletim de ocorrência.



Juíza Anelise Nogueira Reginato, da cidade de Coroatá

Líderes fazem manifestação (Foto: Reprodução/Facebook)

Um pastor auxiliar da Igreja Assembleia de Deus em Coroatá, chamado Natanael Diogo, foi preso nesta terça-feira (10) por ordem da juíza Anelise Nogueira Reginato, da cidade de Coroatá, no interior do Maranhão. Ela teria se incomodado com a caixa de som usada pelo pastor que estava promovendo um evangelismo de rua.

A juíza teria reclamado do som que era produzido pelo culto ao ar livre e o pastor teria baixado o volume para não perturba-la. Ainda assim, o pastor acabou sendo levado pela polícia juntamente com uma mulher que participava do culto naquele momento.

O fato teria ocorrido por volta das 19h00, próximo da casa da magistrada que sentiu-se incomodada pelo culto realizado pela denominação evangélica. O pastor afirma que a magistrada pediu para que o volume do som fosse reduzido e ele obedeceu, mas ela retornou por acreditar que haviam alterado o volume novamente.

“Eu saí, mandei o sonoplasta abaixar o som, quando de repente ela entendeu que nós abaixamos o som e voltamos a aumentar novamente. Imediatamente chegaram os policiais constrangidos”, disse o pastor.

De acordo com a rádio Esperança 100.9, a Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Maranhão (CEADEMA) condenou em nota a atitude arbitrária e intolerante da magistrada. Natanael Diogo registrou boletim de ocorrência na delegacia de Coroatá por conta do abuso sofrido.

Membros da igreja relatam que o pastor foi conduzido para a delegacia e permaneceu no local por cerca de uma hora e meia, sendo liberado por falta de um delegado. Na manhã desta quarta, 11 de novembro, o pastor teria voltado à delegacia para esclarecer o fato.

Uma manifestação em apoio ao pastor foi organizada na cidade questionando a atitude da magistrada, que foi vista como um ato de “intolerância religiosa”. O pastor Pedro Aldir Damasceno, presidente da CEADEMA, enviou um advogado para acompanhar o caso.

Fonte: Gospel Prime


Moradores são espancado ao tentar proteger templos na China

 Partido Comunista da China tem investido contra a crença de diversas religiões.


Templo na China (Foto: Reprodução/Bitter Winter)

A tentativa de um líder budista de tentar reconstruir um templo com mais de 700 anos de história acabou resultando em violência na província de Jiangxi, na China.

O Partido Comunista Chinês (PCCh) demoliu o templo budista em 28 de junho do ano passado sob a promessa de que iria construir outro no local. No entanto o templo Bailong (templo do Dragão Branco) em Jiujiang, jamais foi reconstruído.

Para tentar convencer as autoridades, o líder do templo colocou uma estátua de pedra de Mao Tsé-tung ao lado do galpão, para garantir que a construção não fosse impedida. Ele também colocou a seguinte frase “Seja leal ao Partido Comunista, siga o Partido sempre, obedeça ao comando do Partido e estude o espírito maior do Partido”, em ambas entradas do galpão.

Todas essas tentativas acabaram sendo frustradas, pois a construção do templo foi paralisada, em dois anos e meio as paredes subiram apenas 2 metros. Em 17 de outubro deste ano, dez policiais acompanhados por outros homens ligados ao PCCh começaram a demolir as paredes que haviam sido construídas.

Alguns budistas correram para tentar evitar a demolição, mas foram espancados pelos policiais e pelos homens. Um budista, de aproximadamente 50 anos, disse que quando as autoridades podem fazer o que quiser com as pessoas e civis não podem fazer nada a respeito.

Perseguição

Até mesmo as religiões tradicionais chinesas têm sofrido repressão por parte do governo. Na tarde de 15 de setembro mais de 100 policiais e trabalhadores foram enviados para demolir o templo Sanye, pelo governo do condado de Xiushui, em Jiujiang.

Ao saber da notícia os moradores da região correram para o local na tentativa de salvar o templo, porém foram espancados sem piedade. Uma das pessoas que estava tentando defender o local disse que a polícia confiscou e quebrou o telefone das pessoas que tentaram registrar.

O caos durou cerca de duas horas, até as autoridades decidirem não demolir o templo e levar apenas as estátuas das divindades. Mais de 30 mulheres locais se revezaram para guardar o templo até as 22h00 do dia seguinte, porém por volta das 2h00 da manhã, os trabalhadores contratados pelo governo vieram e destruíram o templo com uma escavadeira.

Uma das fontes locais afirmou ao Bitter Winter que o local tinha mais 2000 metros quadrados de tamanho, o governo derrubou toda o edifício, mas a população local se juntou e construiu um local de 20 metros quadrados no lugar do antigo templo, mesmo assim foi o suficiente para enfurecer as autoridades.

Fonte: Gospel Prime








segunda-feira, 9 de novembro de 2020