segunda-feira, 19 de abril de 2021

Os Novos Cristãos

Amanda Vanessa e Valdeci Aguiar

Leda Nagle pede desculpas após repercutir fake news de que Lula e o STF planejavam matar Bolsonaro

 

A jornalista comentou a notícia falsa durante uma live no último sábado, 17. A informação constava em um perfil falso que se identificava como de Paulo Gustavo Maiurino, novo diretor-geral da Polícia Federal




Leda Nagle, jornalista, escritora, atriz e apresentadora de televisão. (Foto: Aurélio Alves / ESPECIAL O POVO) (Foto: AURÉLIO ALVES)

A jornalista e apresentadora Leda Nagle veio a público pedir desculpas após ter repercutido uma notícia falsa que acusava o ex-presidente Lula (PT) de planejar a morte do atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com apoio do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi lida por Leda durante uma live no último sábado, 8, e viralizou após vídeos da jornalista comentando a suposta notícia começarem a circular.

A mensagem, no entanto, foi veiculada por um perfil falso que se identificava como do delegado Paulo Gustavo Maiurino, novo diretor-geral da Polícia Federal. No sábado, Leda leu na transmissão ao vivo: "O delegado Paulo Maiurino hoje colocou a seguinte nota: 'Partiu daqui, em conjunto com @LulaOficial e outros a ideia de matar Bolsonaro. Por enquanto não posso dizer muito, mas vocês saberão. Quem quiser pensar que é falsa a informação, fique à vontade, nos próximos dias saberão de muitas coisas. Deus abençoe vocês'. Quando ele diz, ele bota a foto do STF ".

Fonte: O Povo Online






Mais um "casal" de lésbicas mata a filha: Morre menina de 6 anos espancada por mãe e madrasta no RJ

Ketelen teria sido agredida pelas lésbicas, mãe e a companheira por 48h

 




Após ter sido espancada e torturada, pela mãe e pela companheira, Ketelen Vitória Oliveira da Rocha, de seis anos, morreu na madrugada de sábado (24) no hospital Municipal São Francisco de Assis. Com deterioração das funções renais, nas últimas 24h, a mesma veio a óbito. 

Segundo o boletim médico ela sofreu uma parada cardiorrespiratória por volta das 3h30 e não resistiu. A vítima apresentava um quadro de politraumatismo e coma arreflexo, além de múltiplas lesões corporais agudas e crônicas. 

Segundo a polícia, a mesma estava sendo espancada desde sexta feira (16) e duraram 48h de sofrimento intenso. 


(com informações do EXTRA)





terça-feira, 13 de abril de 2021

Rui Costa autoriza eventos com a presença de até 50 pessoas

 Com novas regras ditatoriais flexíveis 



Rui Costa com a sua candidata em plena campanha municipal  em Salvador durante a pandemia

O tiranete e governador da Bahia, Rui Costa, do PT, em seu mais novo decreto ditatorial, flexibilizou a participação de pessoas em eventos com o limite de 50 pessoas. Neste novo decreto permanece a proibição de venda de bebidas alcoólicas  em quaisquer estabelecimento, inclusive por delivery (entrega), no período das 18h do dia 16 até as 05h do dia 19 de abril. 

prevalece ainda a proibição de eventos e atividades com a presença de público superior a 50 pessoas, ainda que previamente autorizados, como eventos desportivos, religiosos, cerimônias de casamento, feiras, circos, eventos científicos, solenidades de formatura, passeatas e afins,  aulas em academias de dança e ginástica.

Também segue proibida a venda de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por delivery, no período das 18h do dia 16 até as 5h de 19 de abril.

Enquanto isso, as vacinas enviadas pelo governo federal não totalmente utilizadas, ficando assim, muitos sem receberem a imunização. 

Fonte: Foto/Web 

Decreto do Estado da Bahia

sábado, 10 de abril de 2021

terça-feira, 6 de abril de 2021

Abrir ou não as Igrejas?

 


Após o ministro do STF, Kassio Nunes, ter dito que autorizaria a frequência presencial aos cultos e missas, a polêmica sobre a abertura das igrejas na pandemia voltou a estar na ordem do dia. Partidos de esquerda como o Cidadania, criado a partir do Partido Comunista Brasileiro entraram na justiça contra a decisão de Nunes. O coro de “não abra” ganhou apoio nas vozes de jornalistas e senadores de esquerda tais como Mirian Leitão e a senadora do 5G, Kátia Abreu. Entre seus pares, o primeiro a se posicionar contra a decisão foi o Ministro Marco Aurélio. Nesta segunda-feira o decano, Gilmar Mendes, ponderou que “Em um cenário tão devastador, é patente reconhecer que as medidas de restrição à realização de cultos coletivos, por mais duras que sejam, são não apenas adequadas, mas necessárias ao objetivo maior de realização da proteção da vida e do sistema de saúde”.

Segundo a reportagem da CNN (aqui https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/2021/04/05/gilmar-mendes-mantem-medida-de-fechamento-de-igrejas-e-templos-em-sao-paulo), Mendes considerou o pedido do Conselho de Pastores ilegítimo e reafirmou a decisão dada anteriormente de que a autoridade para abrir ou não igrejas cabe ao poder executivo municipal. A decisão irá a plenário e será apreciada pelo presidente Luiz Fux.

Essa é uma deixa para as igrejas. Oxalá isso desperte e motivo os pastores a se posicionarem de modo mais contundente contra a decisão de muitos prefeitos. Esperamos ver mais passeatas de pastores e igrejas como a que aconteceu na cidade de São José do Rio Preto, dia 03/04/2021, em frente à prefeitura municipal a favor da abertura das igrejas.

Mas, infelizmente, o cenário entre os pastores não é assim tão alvissareiro. Pelo o que eu tenho visto, a posição de muitos pastores é a de que as igrejas continuem com as portas fechadas por quanto tempo nossas autoridades desejarem.

UMA CASA DIVIDIDA

O mundo evangélico está dividido. Muitos pastores e crentes aplaudem de pé a decisão de políticos, ministros e médicos que dizem que fechar a igreja é a melhor decisão a ser tomada na pandemia.

A bem da verdade para muitos pastores é cômodo ficar em casa. Alguns destes pastores os quais conheço que defendem o “ficar em casa” em relação à igreja, encontram-se naquele grupo que se alimenta das informações repassadas pela velha imprensa sem questionamentos. Outros são do grupo de risco. Talvez por isso tenham medo de abrir suas igrejas e serem contaminados. Eu até entendo essa preocupação. Para os vulneráveis, o vírus é realmente mais perigoso. No entanto, observando o discurso que muitos estão reverberando pelas redes sociais, fica a impressão de que somente na igreja, ou pelo menos nela com mais frequência, é que ocorre as contaminações pelo Coronavírus. É claro que isso é uma falácia já que não existe nenhuma pesquisa mostrando correlação entre o aumento de contaminações pelo Sars-CoV-2 e a frequência às igrejas, até onde eu sei. Se a igreja seguir o protocolo sanitário correto, o perigo de contaminação cai absurdamente. Estes mesmos cristãos que são a favor da igreja não abrir, na maioria das vezes, não se furtam de irem ao mercado, que na minha opinião, é um ambiente bem mais frágil quanto à observância ao protocolo sanitário do que a igreja.

Entretanto, estes pastores que são a favor do fechamento parecem não enxergar um problema ainda maior na obediência às restrições em relação às igrejas a médio e longo prazo. Estou falando de uma ingerência ilegal do Estado sobre a religião. Aos poucos vão implementando um controle absurdo sobre as religiões com a desculpa de que é “para o nosso bem”, “para nossa proteção” ou como disse o ministro Gilmar Mendes, é para “proteção da vida e do sistema de saúde”.

Assim que saiu a decisão de Kássio Nunes, o primeiro a se manifestar contra foi o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil. Seu governo, disse ele, iria manter as igrejas fechadas. Esse é o mesmo prefeito que em uma entrevista afirmou que “igreja é um saco”. Dentro da visão de mundo nutrida por percepções ateias, agnósticas, satanistas e socialistas presentes em indivíduos assim e naqueles que compõe os muitos comitês de Lockdown Brasil afora, a frequência aos cultos são além de irrelevantes, perigosas e precisam ser proibidas. Por outro lado, mercados, metrôs, farmácias, emissoras de TV, postos de gasolina, quarteis e outras repartições podem ficar abertos.

A dominação do Estado Leviatã está avançando cada vez mais sobre a vida privada das pessoas ao ponto de decidirem o que é ou não essencial. E eles já decidiram: a igreja não é essencial. A Igreja que comprovadamente é a instituição social que mais recupera pessoas doentes do corpo e da alma foi posta na categoria de irrelevância completa.

O STF, os governantes e médicos não são ignorantes quanto aos efeitos adversos do “fique em casa” sobre a psique humana e suas múltiplas doenças mentais tais como estresse, ansiedade, depressão, suicídio, violência etc. Para essas doenças, a igreja não é só essencial, mas é talvez, em tempos de colapso sanitário, o único meio de atendimento disponível, acessível e de graça para todos.

O PRIVADO VIRTUAL

Não podemos esquecer que o ateísmo sempre lutou para lançar a fé cristã à margem da arena pública. Sempre perseguiu o objetivo de calar a voz da religião, sobretudo cristã, no mundo da coisa pública, vide o trabalho que a ATEIA desenvolve no Brasil todo. Agora a tática não se restringe apenas em cancelar o discurso cristão no mundo das ideias, sobretudo pública, apelando para a laicidade do Estado. Trata-se de retirar nossa presença até mesmo do espaço físico com o argumento da pandemia. Se antes o discurso anticristão era amparado pela racionalidade como arma de guerra, agora, em tempos pós modernos, o sentimento de medo parece ser  o instrumento mais eficaz para nos ocultar. Eles querem nos confinar não apenas ao mundo privado, mas em algo mais restrito e impessoal ainda – o privado virtual. E isso com muitas restrições ao gosto do politicamente correto. A despeito de como seja útil as novas tecnologias para as igrejas na atual pandemia, não podemos ignorar que igualmente estamos sujeitos aos seus efeitos colaterais e males quase irreversíveis dela advindos. Podemos observar que este direcionamento para o virtual está sendo implementado de modo sutil e pior, com o consentimento de muitos pastores.  Com isso eles estão minando nossas forças e nos dividindo cada vez mais.

A objeção de muitos é que a espiritualidade cristã não pode ser dependente do templo. Sim, concordo. Mas este argumento não pode ser generalizado para toda a igreja, como se todas elas não soubessem que ser cristão não depende de templos. Esse entendimento defeituoso sobre a espiritualidade é pontual. Para o verdadeiro cristão o desejo de se reunir, não tem nada a ver em estar em um templo, pois é óbvio, o templo em si não é a igreja. Mas não podemos deixar de admitir também que onde o povo está reunido ai sim temos uma igreja.

Muitos alegam que a igreja primitiva não tinha templos. Suas reuniões aconteciam nas casas. Então, que mal há em ficar em casa cultuando a Deus? Mas esquecem que a forma de governo e o sistema político eram outros. A igreja não estava em uma democracia republicana presidencialista, estava em um Império. A igreja cristã era tida como uma religião ilícita no Império Romano. Se a igreja cristã tivesse a liberdade de se reunir em um templo como faziam os judeus, penso que não haveriam objeções teológicas por parte de seus líderes.

A culto presencial cristão não é importante apenas por questões teológicas, mas sociais e até culturais.

Muitos podem ler este artigo e ver nele nada mais que um exagero, um preciosismo eclesiológico. Diriam que este expediente de “fechar as igrejas” é temporário e logo poderemos voltar ao normal e nos reunir novamente. Sinceramente, olhando o cenário como um todo eu não só discordo disso, mas tenho o dever moral de discordar. Não posso admitir uma visão tão simplista. Engana-se quem pensa que voltaremos a ter nossa vida normal como antes. Novas regras serão implementadas. Teremos um novo normal depois desta pandemia, e eu não sei até que ponto essas novas normas afetarão a vida da igreja.

Mas pelo andar da carruagem o cenário é favorável à movimentos anticristãos que logo culminarão em leis anticristãs e por fim virá a judicialização contra a igreja . É só juntar o quebra-cabeça e você verá um quadro cristofóbico se formando. Jesus disse “sede simples como as pombas e prudentes como as serpentes” (Mateus 10.16). Cuidado!

Fonte: CACP


domingo, 4 de abril de 2021

Após apoio do Governo federal, Estados e Municípios fecharam 2020 com saldo de 82.8 bilhões

 


Após o socorro financeiro bilionário da União, as finanças públicas estaduais e municipais fecharam o ano de 2020 praticamente ilesas à pandemia de Covid-19. Enquanto o governo federal teve um rombo histórico e viu a dívida pública aumentar, governadores e prefeitos registraram a maior disponibilidade de caixa dos últimos 20 anos e encerraram o ano no azul, no melhor resultado primário desde 1991.

O conjunto dos estados e municípios teve um superávit primário de R$ 38,75 bilhões no ano passado, de acordo com dados do Banco Central. Esse é o montante em que as receitas superaram as despesas.

O resultado é o melhor da série histórica, iniciada em 1991. Até então, o recorde tinha sido registrado em 2011, quando o superávit foi de R$ 32,9 bilhões. O resultado do ano passado também foi mais que o dobro do registrado em 2019, quando as contas dos governos locais ficaram no azul em R$ 15,2 bilhões.

O resultado foi diretamente influenciado pela pandemia, já que o governo teve um gasto extra de R$ 520,9 bilhões, em valores nominais. A maior despesa foi com o auxílio emergencial, que custou R$ 293,11 bilhões aos cofres públicos. A segundo maior foi a ajuda a estados e municípios, que totalizou uma injeção direta de R$ 78,2 bilhões, incluindo transferências constitucionais e extras.

Somente com o socorro extra, a União repassou R$ 60 bilhões a estados e municípios, em quatro parcelas pagas entre junho a setembro. Foram R$ 10 bilhões destinados a ações de saúde e assistência social, sendo R$ 7 bilhões a governadores e R$ 3 bilhões a prefeitos. Os R$ 50 bilhões tiveram aplicação livre, sendo R$ 30 bilhões para os estados e R$ 20 bilhões para os municípios.

A União também suspendeu o pagamento de dívidas dos governos locais. Com isso, prefeitos e governadores tiveram uma folga de R$ 65 bilhões, totalizando a ajuda extra do governo federal aos governos locais em R$ 125 bilhões. O Executivo realizou, ainda, as transferências constitucionais previstas em lei, liberando R$ 16 bilhões para os fundos de participação dos estados (FPE) e municípios (FPM).

Com o pacote de ajuda, os estados e municípios terminaram o ano com dinheiro em caixa. Segundo dados do Tesouro Nacional, os governos locais tinham R$ 82,8 bilhões sobrando nos cofres públicos. O valor é quase o dobro do registrado em 2019, quando a sobra foi de R$ 42,7 bilhões. Também foi o melhor resultado da série histórica iniciada em 2001.

Fonte: Gazeta do Povo

Cá prá nós: com os caixas abarrotados como estão faltando remédios, leitos e outros insumos de combate ao covid-19 ?


sábado, 3 de abril de 2021

Atriz cristã é condenada a pagar £ 300 mil, após opinião sobre homossexualidade

 A atriz Seyi Omooba perdeu uma batalha legal após ter sido demitida de uma peça teatral na Inglaterra, por causa de sua opinião


Um tribunal do Reino Unido determinou que a atriz Seyi Omooba, demitida por sua visão cristã sobre a homossexualidade, pague £ 300 mil (equivalente a R$ 2,3 milhões na cotação atual) em custas judiciais, depois de perder uma batalha legal.

Omooba iniciou um processo após ter sido retirada em 2019 da peça teatral “The Color Purple”, apresentada no Teatro Curve, em Leicester, na Inglaterra. Ela foi demitida por sua agência, Global Artists, por causa de um comentário sobre homossexualidade nas redes sociais.

A jovem de 26 anos, que é cristã, publicou no Facebook sua opinião sobre a homossexualidade, questionando a prática com versículos bíblicos. O comentário foi postado em 2014.

“Alguns cristãos interpretaram mal a questão da homossexualidade, eles começaram a distorcer a palavra de Deus”, ela escreveu. “Não acredito que você possa nascer gay e não acredito que a prática homossexual seja certa. Embora a lei desta terra a torne legal, não significa que seja certa”.

Seyi disse ainda que “Deus ama a todos”, independentemente de suas decisões, mas os cristãos precisam também “dizer a verdade da palavra de Deus”. “Estou cansada do cristianismo morno, seja inspirado a defender o que você acredita e a verdade”, acrescentou.

O comentário veio a público quando o ator Aaron Lee Lambert, estrela do musical Hamilton, acusou Seyi de hipocrisia por fazer o papel de Celie em The Color Purple. A atriz, que negou que Celie seja uma personagem lésbica, disse que o teatro e seus agentes pediram para que ela se desculpasse, mas ela recusou.

Em fevereiro, um tribunal de trabalho rejeitou seu pedido de discriminação religiosa. Esta semana, ela foi condenada a pagar os custos legais do teatro de quase £ 260.000 e de sua ex-agência, de cerca de £ 54.000, informou o The Times.

Andrea Williams, diretora executiva da Christian Concern, um grupo de defesa do Reino Unido, classifica o caso de Seyi como “mais um exemplo de censura e discriminação anticristãs na Grã-Bretanha moderna”.

Williams afirma que “os custos que eles estão pedindo são 15 vezes maiores do que os custos normais de defesa de um caso no Tribunal” e que a Global Artists e o Teatro Curve realizaram sua própria campanha, “angariando apoio do movimento vociferante do 'LGBTQ + e aliados', e contrataram advogados agressivos, de peso pesado”.

“O Tribunal efetivamente aderiu à campanha de 'cancelamento' de Seyi por suas crenças cristãs”, lamenta Williams. “Ela e nós não estamos intimidados e apelamos desse julgamento chocante que é uma farsa da realidade”.

 Fonte: Guiame/ Com informações do The Telegraph - Foto: David M. Benett/Getty Images. 01/04/2021 






Nunes Marques libera cultos e missas em todo o País

 Já havia um pedido pelo PSD desde julho de 2020, e Gilmar Mendes  segurou


Kassio Nunes Marques decidiu autorizar a realização de cultos e celebrações religiosas em todo o País. Indicado ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro, Kassio determinou que sejam aplicados protocolos sanitários nos espaços religiosos, limitando a presença em cultos e missas a 25% da capacidade do público.

“Reconheço que o momento é de cautela, ante o contexto pandêmico que vivenciamos. Ainda assim, e justamente por vivermos em momentos tão difíceis, mais se faz necessário reconhecer a essencialidade da atividade religiosa, responsável, entre outras funções, por conferir acolhimento e conforto espiritual”, observou o ministro em sua decisão.

“Estamos em plena Semana Santa, a qual, aos cristãos de um modo geral, representa um momento de singular importância para as celebrações de suas crenças — vale ressaltar que, segundo o IBGE, mais de 80% dos brasileiros declararam-se cristãos no Censo de 2010”, acrescentou.






Fonte: 1822Jornal/ CNN

URGENTE: Agnaldo Timóteo acaba de falecer

 

O cantor Agnaldo Timóteo não resistiu às complicações decorrentes da Covid-19 e morreu neste sábado (3) no Rio. 


Agnaldo estava internado desde o dia 17 de março em um Hospital da barra da Tijuca no Rio, após uma piora teve que ser intubado no dia 29 do mesmo mês.

Agnaldo Timóteo Pereira nasceu em Caratinga, Minas Gerais, no dia 16 de outubro de 1936. Iniciou sua carreira artística em programas de calouro na rádio local. Passou a adolescência em Governador Valadares e Belo Horizonte, período este onde ficou conhecido como “Cauby Mineiro”.

Já no Rio de Janeiro, continuou se aventurando na carreira artística e chegou a trabalhar como motorista da cantora Ângela Maria. Seu primeiro grande estouro aconteceu no programa Rio Hit Parade, em 1965, que fez despertar o interesse da gravadora EMI-Odeon e consequentemente registrar seus primeiros LPs, como “Surge Um Astro”, disco com versões de sucessos internacionais.

Em 1967, lançou “Obrigado Querida”, que emplacou o hit “Meu Grito”, de Roberto Carlos, onde mostrou a potência de sua voz. Dali em diante sua carreira musical deslanchou, onde iria gravar mais de 50 álbuns nas décadas seguintes.

Tamanha exposição o fez também se arriscar na política. Foi eleito em 1982 deputado federal pelo Rio de Janeiro pelo PDT com 503.455 mil votos. No meio do mandato se desentendeu como Leonel Brizola e transferiu-se para para o PDS, onde tentou se eleger governador do Rio em 1986, mas acabou derrotado.

Depois de disputar a eleição para deputador federal novamente em 1990, assumiu mais um mandato em 1994, e também elegeu-se vereador do Rio em 1996. Posteriormente ainda assumiu mandatos como vereador de São Paulo em 2004 e 2008.

Polêmico, Agnaldo Timóteo deu várias declarações controversas na mídia envolvendo política e sexualidade. Em 2011, no programa “SuperPop”, da Rede TV!, se irritou ao ser indicado de que ele seria gay. “Completamente equivocado. Quem conhece, sabe que não. Nem assumido, nem desassumido, sou Agnaldo Timóteo”.

Deste então, o cantor seguiu fazendo shows por todo o país. Sua última apresentação agendada seria em Santa Rita de Cássia, a cerca de 160 km de Barreira, que teve que cancelar quando se sentiu mal.

Fonte: TerraBrasil.com