segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Evangélica é morta com tiro na cabeça após falar de Jesus a traficantes

 Idalina Marques era uma moradora antiga do bairro Colônia Oliveira Machado

 

Publicado em

 

Uma senhora evangélica de 57 anos, foi vítima de intolerância religiosa na zona Sul de Manaus, no Amazonas. O caso trata-se de Idalina Ferreira Marques, uma aposentada de 57 anos, que foi morta com um tiro na cabeça na noite de terça-feira (21), após pregar o evangelho da salvação a traficantes da região. Segundo policiais, a mulher era conhecida na região por falar de Deus aos traficantes, na tentativa de tirá-los da criminalidade e convertê-los ao Evangelho.

De acordo com informações da Agência Cenarium, Idalina Marques era uma moradora antiga do bairro Colônia Oliveira Machado, onde viveu cerca de 50 anos, no Beco São Geraldo.

Na região, ela era contra o tráfico e consumo de entorpecentes no beco onde vivia e cuidava sozinha da mãe de 95 anos. “Ela sempre estava em comunhão com a igreja. Aqui era muito perigoso para ela. A única certeza que eu tenho é que ela já está com Deus e o Senhor já a recebeu”, disse uma vizinha.

 

Crime

A mulher cristã senhora Idalina estava chegando em casa quando dois homens a abordaram e a mataram com um tiro. Segundo o registro de ocorrências do Instituto Médico Legal (IML), a mulher não resistiu a uma hemorragia cerebral ocasionada pelo uso da arma de fogo. O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros (DEHS).

“Ela batia de frente com o tráfico de drogas”

Segundo o subtenente L. Pereira, da 2ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) da Polícia Militar do Amazonas (PM-AM), moradores relataram que o fato de Idalina intervir e confrontar os traficantes teria começado a gerar uma irritação por parte dos envolvidos com a venda e o consumo de drogas no beco.

“Ela batia de frente com o tráfico de drogas no local, o consumo de drogas aqui também. Ela fechava a passagem [do beco] e, por ser evangélica, tentava converter os traficantes e isso causou uma certa irritação”, declarou o subtenente em entrevista à imprensa.

Fonte: JMNotícias

sábado, 25 de dezembro de 2021

Lula: O servo do Anticristo no Brasil!

 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, porque é número de homem; e o seu número é seiscentos e sessenta e seis. Apocalipse 13.16-18.

 
Fonte: CACP

 

terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Advogado quer afastamento e prisão de diretores da Anvisa

 Wilson Koressawa, líder do grupo Ações Libertadoras, lançou documento que serviria de base para pedido contra a agência

 

Paulo Moura - 20/12/2021 11h53 | atualizado em 20/12/2021 12h30

 

Advogado pediu prisão de diretores da Anvisa Foto: Divulgação/Anvisa

 O advogado e promotor aposentado Wilson Koressawa, líder do grupo Ações Libertadoras, lançou um documento no site do movimento que serviria de base para pedir o afastamento e a prisão de quatro diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O fato ocorre em meio à polêmica aprovação da aplicação da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças.

 De acordo com o texto apresentado pelo advogado, a vacinação em crianças “não se afigura razoável, pois, tal autorização é inconstitucional, ilegal e faz com que os representados incidam, em tese, na prática de vários crimes, infrações administrativas referentes aos deveres inerentes ao cargo e ato ilícito (art. 187, do Código Civil)”.

 

Koressawa afirma ainda que a liberação da imunização “deve ensejar o imediato afastamento deles do cargo, a prisão em flagrante ou preventiva, responsabilizando-os administrativa, civil e criminalmente”. Os alvos do pedido são o presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, e os diretores Meiruze Sousa Freitas, Gustavo Mendes Lima Santos e Diogo Penha Soares.

No documento, Koressawa ainda pede a suspensão do que considera “vacinação obrigatória” e do passaporte da vacina, além de pedir que todos os gestores que exijam comprovante de vacinação sejam alvos de investigação criminal.

Fonte: Pleno News

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

"Pastora" Batista realiza o "casamento" de duas mulheres

 

 

 

A "pastora" e teóloga Odja Barros tem 28 anos de pastorado na Igreja Batista no Pinheiro, em Maceió, e perdeu a conta de quantos casamentos celebrou na vida. Mas sábado (4), ao assumir uma celebração, ela admite que sentiu um "frio na barriga" como se fosse a primeira vez.

E era a primeira vez, sim: não em unir um casal, mas em dar a bênção a duas mulheres. O casamento homoafetivo ocorreu em um salão de festas de Maceió e foi uma das primeiras realizadas no país entre pessoas do mesmo sexo por pastores batistas — a primeira que se tem notícias celebrada por uma mulher, que em muitas igrejas batistas sequer podem exercer a função de pastora.

"Senti frio na barriga de emoção, de saber que estava vivendo algo que é fruto de muita luta. Como pastora feminista, queria muito que minha primeira celebração de casamento igualitário fosse com duas mulheres", conta a pastora. A denominação batista é uma das mais tradicionais e populares igrejas evangélicas do país. Historicamente tem uma leitura conservadora sobre a união de pessoas do mesmo sexo. Por isso, a celebração foi um marco para a igreja.

"Eu sei que, até na luta LGBTQI+, as conquistas das mulheres vêm com mais dificuldade. Por isso me senti tão honrada e privilegiada de ser celebrante de um momento novo e histórico dentro da tradição de igrejas batistas no Brasil".

Odja é pastora da Igreja Batista do Pinheiro, conhecida no país todo por suas lutas históricas em defesa de minorias e pessoas vulneráveis. Em 2016, a igreja foi expulsa da Convenção Batista por aceitar incluir e batizar pessoas homossexuais. Mas até sábado não havia realizado nenhuma cerimônia de casamento homoafetivo. Mais recentemente, a igreja foi incluída em área de risco por causa do afundamento de cinco bairros de Maceió por conta da extração de sal-gema do subsolo pela empresa Braskem. Agora, enquanto busca um novo local, a comunidade luta por justiça social para os "refugiados" do bairro onde fez história.

Faltava o convite, e ele veio
 
 
 
 
Estudiosa da Bíblia, Odja conta que estava aberta para realizar um casamento entre pessoas do mesmo sexo há anos e apenas faltava uma oportunidade. E ela veio do jeito que ela mais queria, com convite de mulheres. "Eu já estava disposta e aberta a ser celebrante de uniões homoafetivas, mas faltava ainda receber um convite. E isso ocorreu no ano passado, quando fui procurada pelas noivas", explica.

Ela conta que já havia construído uma outra leitura da tradição majoritária da igreja. "Essa visão majoritária entende homossexualidade como pecado. E resolvi isso a partir de uma leitura séria teológica, da Bíblia, das escrituras", diz, citando que muitos outros estudiosos já fazem esse tipo de interpretação e lutam contra o preconceito em nome de Deus. "Nós não vemos mais nenhuma dificuldade em reconhecer essa legitimidade espiritual, do amor entre duas pessoas que decidem livremente celebrar a união como um direito", completa.

"A celebração cristã do casamento de duas mulheres significa um avanço a mais no processo de despatriarcalização do Cristianismo e do conceito de 'família cristã.' Escrevo sobre isso no livro que lancei em 2020: 'Flores que rompem raízes: leitura popular e feminista da Bíblia'", diz Odja Barros

Direito consagrado Pastora

Odja afirma que dois argumentos se tornaram decisivos para ela aceitar celebrar casamentos homoafetivos. "São processos civis-burocráticos, não meus pessoais. O primeiro ocorreu há 10 anos, com a decisão do STF [Supremo Tribunal Federal] de declarar legal a união civil entre pessoas do mesmo sexo", conta. À época, a pastora presidia a Aliança de Batistas do Brasil. "Fizemos até uma carta reconhecendo a decisão como um avanço no direito de pessoas LGBTQI+", lembra.

O segundo processo citado é de 2013, quando o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) publicou resolução que permitiu os cartórios registrarem casamentos homoafetivos. "Essa foi uma decisão também importante porque nós não costumamos, lá na nossa Igreja Batista, celebrar cerimônias somente religiosas sem nenhum efeito legal", diz. Do ponto de vista religioso, ela lembra que a Igreja em que congrega já havia retirado a "última amarra" há cinco anos.

"Eu não realizo casamento em meu próprio nome, sou representante religiosa ligada a uma comunidade de fé. E a decisão [de 2016] foi histórica: a comunidade decidiu reconhecer o que a gente chama de cidadania plena eclesial através do batismo às pessoas homoafetivas", diz Odja Barros

Cerimônia tradicional, mas diferente...
 
 
A cerimônia do sábado, conta, não foi diferente em termos de ritos religiosos: "Todos os casamentos que fazemos seguem o mesmo ritual cristão. Não existe, na batista, um ritual específico. Cada celebrante tem autonomia para construir o cerimonial a partir da sua tradição religiosa", explica. Entretanto, naquele dia não era um casamento comum.

"O diferencial era a afirmação importante da diversidade sexual e da legitimidade de uma cerimônia entre duas pessoas do mesmo sexo. Ela foi muito pontuada como um valor e um direito. Nós tivemos ali também um momento educativo para as pessoas que estavam participando do casamento. Era muito importante afirmar o direito LGBTQI+ da união civil, diz.

No visual da celebração, as cores também foram uma marca diferente, com a presença marcante de símbolos, como a bandeira colorida que é uma marca do movimento.

"Eram muitos símbolos LGBTQI+ nesse casamento. Os momentos foram quase que pedagógicos para envolver também as pessoas que estavam ali. Elas foram convidadas a participar e entender a importância desse ato religioso e político", diz Odja Barros

Escolha pelo acolhimento
 
 
O casamento uniu o amor de Tuane Alves, 29, e Erika Ribeiro, 29. Elas são integradas na juventude da Igreja Batista do Pinheiro — e o casamento delas contou com o apoio de toda igreja.

Tuane conta que decidiu ingressar na Igreja Batista do Pinheiro após a decisão de batizar pessoas LGBTQI+. "Antes éramos de outra denominação batista", diz. Ela afirma que, logo no primeiro contato com membros da igreja, durante um acampamento da juventude, percebeu uma acolhida "de maneira diferente" do que já havia tido em outras igrejas.

"Esse contato não foi de maneira superficial e pragmática. Foi mais fluida, e sentimos mais sinceridade e interesse por nós duas de maneira individual. Até então, não havíamos assumido nosso relacionamento", diz. A decisão de realizar o casamento religioso foi tomada no ano passado e Tuane diz que a acolhida de Odja e todos do Pinheiro foram determinantes. "Desde que resolvemos realizar uma cerimônia já nos veio em mente o nome da pastora Odja. Víamos muito sentido e representatividade nessa escolha", diz.

"A celebração foi superior ao que a gente esperava, ela trouxe muita potência para a celebração. Foi o primeiro casamento narrado que vi: ela narrava cada entrada e dava sentido a tudo que ia acontecendo", diz Tuane

Tuane diz que os convidados também saíram impressionados. "Estavam lá evangélicos, católicos, não cristãos, espíritas, ateus, e todos falaram de maneira muito surpresa sobre a celebração e sobre a mensagem trazida por ela e pelo pastor Wellington [marido de Odja, que também faz parte da mesma igreja]", finaliza.

A pastora Odja Barros, registrou boletim ocorrência, alegando ter recebido ameaças de morte pela realização do referido casamento. - Assista abaixo:



 
 
Fonte:UOL

Obs. Este site apenas republicou a reportagem, mas o dono não tem o mesmo pensamento e crença que a referida "pastora". O mesmo acredita na pureza do casamento tal qual o Criador fez: MACHO E FÊMEA.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Áustria Poderá Aplicar Pena de Até Um Ano de Prisão Para Pessoas que Se Recusarem a Tomar Vacinas Contra o Coronavírus

 

 


por angelica ca e paulo eneas

 

Os cidadãos da Áustria que se recusarem a receber as vacinas contra o coronavírus poderão sofrer pena de até um ano de prisão em decorrência do não pagamento das multas aplicadas pela recusa. É o que prevê um conjunto de emendas propostas à legislação sobre vacinação naquele país. A denúncia foi feita por Susanne Fürst, membro do Partido Austríaco da Liberdade.

Segundo Susanne Fürst, uma emenda proposta à Lei de Execução Administrativa, que regula a vacinação obrigatória na Áustria, poderá ser usada para prender pessoas não vacinadas contra o coronavírus por até um ano. A emenda, cujo teor pode ser visto neste link aqui, prevê multas mais elevadas para quem não se vacinar, além do aumento do tempo de prisão para até um ano de quem se recusar a pagar tais multas.

Além do risco de prisão, o cidadão austríaco não vacinado que for condenado por um tribunal por não ter se vacinado, também poderá ser obrigado a arcar com os custos de sua própria detenção, no âmbito da recuperação de custos de execução de penalidades judiciais.

Uma integrante do governo austríaco, ministra Caroline Edtstadler, afirmou embora a diretriz governamental seja no sentido de persuadir e convencer os austríacos a tomarem as vacinas, existe um consenso político no governo de que é necessário haver punição para quem se recusar, para que a “credibilidade do sistema jurídico seja preservada”.

As emendas receberam apoio de todos os partido políticos do país, exceto o Partido Austríaco da Liberdade. Com este novo regramento, a Áustria passará a ter uma das legislações mais draconianas de todo o mundo para a imposição da vacinação obrigatória, uma vez que a recusa à vacinação passará a ser tratada no âmbito penal.  

Fonte: Breitbart | Summit News.

Rabinos Afirmam: “os gentios não devem guardar o sábado!”

 


Fonte:CACP

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

O Autoritarismo está a todo vapor no Estado da Bahia

 

 

 ESTE HOMEM QUER TE VACINAR NA MARRA

 

 

 

 

 

 

O governador da Bahia Rui Costa (PT-BA), criou um decreto para vacinar pessoas à força contra a Covid em todo o território do estado da Bahia.

 

O decreto de número 20.968 de (09/12/2021), em um dos seus trechos trás o termo à forca, considerando que o plenário do STF no julgamento conjunto das ADIs 6.586 e 6.587 e do recurso extraordinário com agravo – ARE 1267879 entendeu pela constitucionalidade da regra prevista na Lei Federal 13.979 de fevereiro 2020 de modo que o estado pode determinar aos cidadãos que se submetam, compulsoriamente , a vacinação  contra a COVID-19 impondo medidas restritivas  aqueles que se recusarem a vacinação sendo, portanto defeso ao Estado fazer a imunização à forca.

 

Rui Costa vem nos últimos dias, criando vários decretos impactando diretamente na vida dos cidadãos baianos, onde os não vacinados contra o vírus chinês não pode ter acesso aos SACs, Detran, Hospitais estaduais, Repetições Públicas e cortando salário dos funcionários públicos.

Forçar alguém a se vacinar fere direitos humanos, diz comissária da Organização das Nações Unidas

 

 

A vacinação obrigatória “deve sempre respeitar os direitos humanos e forçá-la não é aceitável”, declarou a chilena Michelle Bachelet. “Sob nenhuma circunstância, as pessoas devem ser vacinadas à força, mas se uma pessoa se nega a cumprir com a obrigação de ser vacinada, ela pode ter consequências legais, como, por exemplo, uma multa apropriada”, disse a Alta Comissária da ONU.

 

Michelle Bachelet advertiu que é necessário levar em consideração aspectos importantes dos direitos antes de tornar a vacinação obrigatória. “Deve-se cumprir com os princípios da legalidade, necessidade, proporcionalidade e não discriminação”, explicou, de acordo com a transcrição de um discurso feito durante um seminário do Conselho de Direitos Humanos.

 

A Alta Comissária afirmou ainda que os objetivos dos países que planejam adotar a vacinação obrigatória contra o flagelo chinês são “do mais elevado nível de legitimidade e importância”. Mas ela insistiu que “a obrigatoriedade da vacinação só deve ser utilizada quando necessário para alcançar objetivos imperiosos de saúde pública, e apenas quando medidas menos invasivas, como o uso de máscaras e o distanciamento social, não conseguem atender os objetivos de saúde pública”.

 

Michelle Bachelet enfatizou também que para a obrigação estar “de acordo com os princípios fundamentais dos direitos humanos de igualdade e não discriminação”, os países devem garantir o fornecimento de vacinas, e que as mesmas sejam realmente acessíveis. E ainda que devem ser “suficientemente seguras e efetivas”, completou a Comissária.

 

Porém, Michelle Bachelet defende que pode ser apropriado restringir certos direitos e liberdades, incluindo o acesso a instalações como hospitais e escolas, para pessoas não vacinadas.

 

Para o futuro, Michelle Bachelet afirmou que qualquer vacinação obrigatória “deve ser submetida a revisões oficiais frequentes para assegurar que continua sendo necessária, proporcional e não discriminatória”.

Fonte: tribunachanceladamoral.com.br

sábado, 4 de dezembro de 2021

ANDRÉ MENDONÇA DO STF PEGA TODOS DE SURPRESA


 

 

Fonte> Youtube  https://youtu.be/mJkSiiagmko

A Bíblia diz para seguir o seu coração?

 

RESPOSTA: Há muitas chamadas para “seguir o seu coração” em filmes, romances, slogans, blogs e memes. Conselhos relacionados são “confie em si mesmo” e “siga seus instintos”. Outro é “seu coração nunca o desviará”. O problema é que nenhum desses gracejos é biblicamente sustentado.

Em vez de confiar em nossos corações, devemos dedicar nosso coração a Deus: “Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas” (Provérbios 3:5–6). Essa passagem dá um comando explícito para não confiarmos em nós mesmos. E dá a promessa de orientação àqueles que escolhem seguir o Senhor.

Para que qualquer coisa forneça uma direção apropriada, ela deve se basear na verdade objetiva. Isso quer dizer que tudo o que é consultado para orientação deve chegar a uma conclusão baseada na verdade objetiva e não na inferência subjetiva e emocional. A Bíblia ensina que o homem deve seguir a Deus. Deus declara: “Bendito o homem que confia no SENHOR e cuja esperança é o SENHOR” (Jeremias 17:7). Deus tem perfeito conhecimento de tudo (1 João 3:20), um traço muitas vezes chamado de onisciência. O conhecimento de Deus não é limitado de forma alguma. Deus está ciente de todos os eventos que já ocorreram, estão ocorrendo atualmente e chegarão a ocorrer (Isaías 46:9-10). O conhecimento de Deus vai além de meros eventos e se estende a pensamentos e intenções (João 2:25; Atos 1:24). Não é todo esse conhecimento, no entanto, que faz de Deus uma fonte de orientação perfeitamente confiável. Deus também está ciente de todas as possibilidades, todas as eventualidades, todos os resultados imagináveis de qualquer série de eventos (Mateus 11:21). Essa capacidade, combinada com a bondade de Deus, permite que Ele dê a melhor direção possível para as pessoas seguirem.

Deus diz isto sobre o coração não regenerado: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jeremias 17:9). Esta passagem deixa claro duas razões pelas quais ninguém deve se comprometer a seguir seu coração ao tomar decisões. Primeiro, não há nada mais enganoso em toda a criação do que o coração do homem por causa de sua natureza pecaminosa herdada. Se seguirmos nosso coração, seguimos um guia não confiável.

Somos, de fato, cegos para a natureza enganosa de nosso coração. Como o profeta pergunta: “Quem o conhecerá?” Quando confiamos em nós mesmos para obter sabedoria, acabamos sendo incapazes de distinguir o certo do errado. Determinar o certo do errado baseado em “sentimentos” é uma maneira perigosa (e antibíblica) de viver.

Em segundo lugar, Jeremias 17:9 ensina que o coração é desesperadamente corrupto. Não há como consertar o coração. Pelo contrário, o homem precisa de um novo coração. É por isso que, quando uma pessoa chega à fé em Cristo, ela se torna uma nova criação (2 Coríntios 5:17). Jesus não conserta o coração; em vez disso, Ele o substitui por um novo.

No entanto, isso não significa que possamos confiar em nossos corações depois que chegamos à fé em Cristo. Mesmo como crentes, somos encorajados a seguir a vontade de Deus ao invés de nossos próprios desejos. A Bíblia ensina que “a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer” (Gálatas 5:17).

Alguns pontos de esclarecimento são necessários. O parágrafo acima não é para dizer que nossas emoções são sempre suspeitas ou que Deus não coloca desejos em nossos corações (Salmos 37:4). As emoções não são guias confiáveis, mas são informativas e úteis. Os anseios em nossos corações nem sempre são piedosos, mas podem ser paixões que Deus nos deu. Os cristãos têm tanto a natureza pecaminosa como a nova natureza; aprender a distinguir entre as duas é uma questão de maturidade espiritual. Avaliar o desejo do nosso coração à luz da Palavra de Deus e através da oração é sempre sábio. Da mesma forma, as maneiras pelas quais somos dotados ou as coisas que nos trazem alegria são coisas para as quais devemos prestar atenção. Mais uma vez, não “seguimos nosso coração” da maneira como o mundo geralmente encoraja, mas o conhecimento intuitivo não está errado. Às vezes, seguir a inspiração do Espírito Santo pode parecer semelhante a “seguir o seu coração”. No entanto, novamente, “seguir o nosso coração” só é apropriado na medida em que o nosso coração é submetido à direção de Deus e à verdade da Sua Palavra.

Temos um Senhor onisciente e benevolente que promete nos dar sabedoria (Tiago 1:5); temos Sua Palavra inspirada e inerrante escrita para nós (2 Timóteo 3:16). Em vez de buscar impulsos caprichosos de nossos corações manchados pelo pecado, devemos nos voltar para Deus e confiar em Suas promessas eternas.

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Fonte: GotQuestions.org em 01/12/2021

"Chame-os do que você é".