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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

CGADB divulga nota de repúdio a ADI 5668/2017 com base nas Sagradas Escrituras

 Ação visa obrigar o ensino da ideologia de gênero nas escolas



STF retira de pauta ação que obrigaria escolas a ensinarem ideologia de gênero

 ADI 5668 será pautada só no ano que vem, dando aos magistrados mais tempo para refletirem sobre o tema

Por  
JM Notícia

Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)

Na noite desta quarta-feira (4), o ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou da pauta a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5668 que obrigaria as escolas a ensinarem sobre ideologia de gênero.

Proposta pelo PSOL, a ADI 5668 justificava o ensino dizendo combater a discriminação de gênero contra pessoas LGBT+ nas escolas.

 Graças a uma ação entre as Frente Parlamentar Católica, da Frente Parlamentar Evangélica, Frente Parlamentar pela Juventude e a ANAJURE, Fux aceitou o pedido de tirar o julgamento de pauta.

A ação seria julgada em 11 de novembro e gerou grande debate nas redes sociais. Grupos conservadores foram os principais agentes contra essa pauta.

“Eis uma grata notícia: a ADI 5668, que visa a imposição da ideologia de gênero nas escolas do nosso país, foi retirada de pauta após reunião com o Min. Fux solicitada pela Frente Parlamentar pela Juventude, da qual sou Presidente, em conjunto com as Frentes Católica e Evangélica”, comemorou a deputada Chris Tonietto (PSL-RJ).

O deputado Pastor Abílio Santana (PL-BA) também comemorou a decisão de Fux dizendo: “Vitória do nosso mandato. Vitória do povo de Deus. Vitória de quem confiou o voto a Abílio Santana! Lutamos e conseguimos”.

A Frente Parlamentar Evangélica se pronunciou no Facebook falando sobre o encontro e como a interferência dos parlamentar conservadores foi importante para que a ação fosse retirada de pauta.

“Na reunião, os parlamentares fizeram ver ao ministro Fux, que o argumento do PSOL de que a ação é apenas uma simples iniciativa de combate à discriminação, esconde na verdade a intenção de desconstruir a heterossexualidade, ou a heteronormatividade, como defendem seus idealizadores, dos alunos das escolas brasileiras, o que é uma terrível afronta aos valores da sociedade”, diz a nota.

“O ministro Fux, sensível a gravidade assunto, comprometeu-se a só pautar a votação da ADI para o próximo ano, afim de que haja mais tempo para reflexão sobre o tema”, completou.



domingo, 1 de novembro de 2020

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

“Como eu volto? Foi um erro”, questiona mulher que mudou de sexo

Aos 44 anosDebbie decidiu que não queria mais viver como uma mulher, após ter nasceu menina e ter vivido a maior parte de sua vida dessa maneira.


Então procurou tratamento para fazer a transição e passar a viver como homem.


Foi submetida a uma série de cirurgias, que incluiu a realização construção de um órgão genital masculino a partir da pele do seu antebraço.

Mudou de nome e passou 17 anos tomando testosterona, hormônio que pode levar a mudanças como mais pelos faciais e mais desenvolvimento muscular.
No seu relato a BBC, afirma que acreditava que a transição permitiria que ela “fosse aceita no mundo”, mas acabou se arrependendo do que fez consigo mesma.
“Foi um erro. Como eu volto a ser a Debbie que eu era?”, questionou.
Agora com 61 anos, Debbie tenta voltar a ser o que era, assumindo o sexo verdadeiro, designado por Deus no seu nascimento.
Fonte: Bíbliatodo.com

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Jovem se arrepende e diz que médicos ajudaram a destruir sua saúde ao tentar virar homem

Por Michael Caceres

Se a terapeuta tivesse ido mais devagar e sido mais cuidadosa, ela teria percebido que eu não era realmente trans”, lamenta Sydney Wright.

Sydney Wright. (Foto: Arquivo Pessoal / Sydney Wright)

Um relato sobre a transição de uma jovem para mudar de sexo ganhou destaque nas redes sociais, após a experiência sido compartilhada por Sydney Wright no The Daily Signal.
De uma jovem saudável, ela relata ter se tornado um “homem transgênero” doente, com inicio de diabetes e obesidade. Em seu relato conta que não consegue ficar em paz com o que fez.
“Não consigo ficar em paz com o que fiz a mim mesma nos últimos dois anos, muito menos com a ‘ajuda’ que alguns profissionais da saúde me deram”, lamenta.
Ela narra que há dois anos, antes de tentar mudar de sexo, era uma menina linda e saudável, perto de se formar no ensino médio, até ter sido influenciada pela Ideologia de Gênero.
“Não vou culpar apenas os profissionais da saúde, porque eu deveria ter adivinhado. Mas eles certamente me ajudaram a fazer mal a mim mesma — e ganharam muito dinheiro fazendo isso”, conta.
Desde a infância, segundo sua narrativa, ela diz que se sentia diferente das outras meninas, inclusive usando roupas de menino e brincando com brinquedos de menino.
“Eu era a clássica ‘menina-moleque'”, diz ao afirmar que à medida que crescia, começou a ter interesse por pessoas do mesmo sexo. Wright conta que na época não dava para perceber, pois ela tinha a aparência e o comportamento de menina.
“Eu sabia que era gay — embora eu fosse uma gay cheia de ódio por mim mesma. A verdade é que eu não gostava de gays e não queria ser associada a eles”, relata.
Com 17 anos, conta que seus pais se separaram e ela ficou morando com o pai, mas que ao descobrir que ela estava namorando meninas, ele acabou a expulsando de casa.
“Ele imediatamente me expulsou de casa, dizendo que ou eu mudava ou caía fora. Sem muita escolha, fui morar com minha mãe”, disse.
Pouco depois do ocorrido, ela cortou os cabelos e com 18 anos iniciou a transição para virar um “homem transgênero”, o que irritou seus pais.
Ela conta que começou a pesquisar sobre o assunto, mas na época não encontrou nada negativo. Não havia nenhum artigo sobre pessoas que tentaram mudar de sexo e se arrependeram.
“Infelizmente, eu não achei nenhum artigo sobre o arrependimento dos transgêneros ou sobre os graves problemas de saúde decorrentes da transição”, lamenta.
Sydney Wright conta que após cinco horas de terapia, conseguiu uma carta de recomendação para iniciar a transição, além de mudar os documentos para o sexo masculino.
“Se a terapeuta tivesse ido mais devagar e sido mais cuidadosa, ela teria percebido que eu não era realmente trans”, lamenta.
Em uma consulta rápida, sem sequer conferir a documentação que recomendava a transição, um médico lhe deu as receitas e ensinou como ela deveria aplicar os remédios.
A jovem conta que então passou a sofrer e os hormônios masculinos começaram a lhe fazer muito mal, apesar de o médico lhe garantir que estava tudo bem.
“O médico responsável por minha transição disse para eu não me preocupar, mas achei melhor consultar outro médico e obter uma segunda opinião”, conta.
O outro médico disse que ela corria o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um derrame, além do seu excesso de peso lhe trazer problemas para a saúde, o que começou a lhe gerar arrependimento.
A jovem decidiu interromper com aquilo ao se dar conta do sofrimento que seus familiares estavam passando.
Ela conta que o pedido do avô para que ela parasse lhe comoveu.
Gospel Prime