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quinta-feira, 25 de março de 2021

Pai enfrentando cadeia por chamar filha de “ela”

 Bob Unruh

Um pai canadense foi preso por se referir como “ela” uma filha de 14 anos que acredita que é um menino.



Robert Hoogland de Surrey, Colúmbia Britânica, entregou-se a um tribunal canadense em 16 de março de 2021 e foi preso depois que o Secretário de Justiça Provincial emitiu um mandado de prisão por desacato, informou o site Federalist.

A Suprema Corte de Columbia Britânica em fevereiro de 2019 havia ordenado que a menina recebesse injeções de testosterona apesar das objeções do pai. O tribunal declarou ainda que se o pai e a mãe se referissem à menina com pronomes femininos ou por seu nome de nascimento, o pai seria considerado culpado de “violência familiar.”

O problema de Hoogland começou quando a escola de sua filha encaminhou a menina a um psicólogo que recomendou que ela começasse a tomar hormônios sexuais aos 13 anos. Hoogland, citando o alegado histórico de problemas mentais da filha, recusou-se a dar permissão. Mas os médicos da Hospital Infantil BC decidiram que a menina deveria receber injeções de testosterona, e o tribunal concordou.

Hoogland acusou que o governo estava usando sua filha como “uma cobaia em um experimento.”

O especialista constitucional Jonathan Turley disse que se ele estivesse nessa situação, ele iria “ceder à preferência da criança sobre como a criança é mencionada.”

“No entanto, a questão é se o Estado deve desempenhar um papel tão coercitivo e intrusivo em uma família,” argumentou Turley, professor de direito da Universidade de George Washington, em Washington, D.C.

“Ordenar que um pai não fale com seu filho sobre a questão ou prendê-lo por se referir ao gênero biológico da criança aumenta os direitos de liberdade de expressão e dos pais sérios em minha opinião,” escreveu ele em um comentário postado em seu site em 19 de março de 2021.

“Percebo que muitos especialistas acreditam que a oposição a essa transição de gênero é abusiva e prejudicial. Não descarto essa opinião. No entanto, essa é uma posição melhor deixada para meios persuasivos em vez de coercitivos. Podemos debater essa questão e muitos podem se opor ao uso de tais pronomes como abusivo. Contudo, prender um pai por continuar a se opor a tal transição ou se referir ao pronome errado é assustador. Há um total desrespeito dos interesses equivalentes e direitos dos pais nessas decisões.”

Em um site de levantamento de fundos, Hoogland disse que ele está “lutando contra a extrema esquerda com base em uma defesa de desobediência civil.”

Ele disse que estará de volta ao tribunal para um julgamento criminal de cinco dias de 12 a 16 de abril.

“Esse julgamento que poderá me levar à cadeia por até cinco anos por falar a verdade sobre o abuso infantil patrocinado pelo Estado,” disse ele.

O tribunal, Turley observou, exigiu que o pai “seja contido” de tentar persuadir sua filha a não conseguir o tratamento, se dirigir a ela por seu nome ou se referir a ela como “uma menina ou com pronomes femininos.”

Além disso, o pai foi banido de compartilhar qualquer informação sobre “sexo, identidade de gênero, orientação sexual, saúde mental ou física, status ou terapias mentais.”

Isso foi depois que os médicos no Hospital Infantil BC decidiram dar injeções para a menina.

O Federalist observou que a maioria das crianças que passam por procedimentos de transição no final abraçam seu sexo de nascimento como adultos.

Os tribunais no Reino Unido disseram que as crianças não devem passar por tais procedimentos porque não têm a maturidade para tomar tais decisões que alteram a vida.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Father facing jail for calling daughter 'she'

Fonte: www.juliosevero.com



segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Disney confirma personagem bissexual

Disney confirma seu primeiro personagem principal bissexual em desenho animado que usa demônios para ensinar meninas a serem bruxas e agora… lésbicas também


Não é somente a bruxaria que é apresentada no Disney Channel. A Disney confirmou um personagem principal bissexual na série “The Owl House” (A Casa da Coruja).
Luz não é certamente o primeiro personagem da Disney envolvida em bruxaria e ela não é o primeiro personagem LGBTQ+ da Disney. A Pixar apresentou um personagem gay principal em um curta-metragem no Disney Plus, mas Luz é o primeiro personagem bissexual a estrear na Disney em uma série de televisão.A série “The Owl House” segue a “aventura” da dominicano-americana Luz Noceda, de 14 anos, para se tornar uma bruxa.
A Disney escolheu estrategicamente Luz como personagem proveniente da República Dominicana (vizinha do Haiti), uma nação cheia de negros e vodu (bruxaria). E no vodu, a homossexualidade, a bissexualidade, a bestialidade e até a necrofilia acontecem sob o feitiço de demônios. E na feitiçaria, a homossexualidade é normalizada por demônios que gostam dela e levam suas vítimas a ela.
A estratégia da Disney é apelar para a “diversidade” por meio da homossexualidade e da raça. Assim, os pais, com razão preocupados com um desenho animado incentivando a bruxaria e a homossexualidade para crianças por meio de um personagem negro, seriam acusados de “racismo” se tentassem expressar suas preocupações.
Em Hollywood existe uma negrolatria e tudo o que é apresentado por um personagem negro torna-se “sagrado.” Então, se você critica o vodu e outras feitiçarias similares praticadas por negros, você é rotulado de “racista” intolerante com as raízes culturais e religiosas dos negros.
Em meu artigo “Viadagens teológicas: ambiente da teologia da libertação e TMI produzindo teologia gay no Brasil,” explico como religiões afro-brasileiras semelhantes ao vodu adotam espíritos (que na Bíblia são identificados como demônios) que induzem desejos e prostituição homossexual nas pessoas.
A ideia de colocar um personagem homossexual em um desenho animado da Disney veio de Dana Terrace, criadora de “The Owl House,” que disse:
“Fui muito aberta sobre a minha intenção de colocar crianças queer [homossexuais] no elenco principal. Sou péssima mentirosa, então metê-las escondido teria sido difícil.”
Dana se identifica como bissexual. Ela queria usar o desenho para apresentar um personagem bissexual e realmente incentivou a Disney a realizar seu desejo. Ela é branca, mas entendeu que ao usar um personagem negro para fazer propaganda da homossexualidade ela estaria protegendo sua propaganda dos críticos conservadores que correm o risco de serem rotulados de “racistas” se se atreverem a criticá-la.
Sua luta para usar seu desenho animado como uma plataforma para sua propaganda gay prova um argumento frequentemente negado pelos homossexualistas: os ativistas gays usam todos os meios possíveis para fazer propaganda da homossexualidade.
Infelizmente, os EUA não têm lei para proteger as crianças de tal propaganda e doutrinação. Aliás, direitos homossexuais estão acima dos direitos das crianças nos EUA, tornando Hollywood e as embaixadas dos EUA propagandistas da homossexualidade.
Em 2019, o governo Trump concedeu um prêmio de alto nível a um feiticeiro negro esquerdista brasileiro cuja religião abraça a homossexualidade. Se o direitista Trump está premiando essas coisas, quem pode culpar a Disney por fazer propaganda dessas coisas?
O desenho animado “The Owl House” (A Casa da Coruja), do Disney Channel, trata de uma adolescente que se vê presa no “Reino dos Demônios” e luta ao lado de uma bruxa rebelde contra forças opostas a essa bruxa.
O destaque do desenho é o sonho de Luz de um dia se tornar bruxa.
Luz sonhando em virar bruxa é uma incompatibilidade total.
Embora o nome “Luz” pareça inocente, devido ao contexto de trevas não dá para evitar a memória de outro nome de aparência igualmente inocente, que significa “Portador de Luz,” mais conhecido como Lúcifer, ou Satanás. Quando aproveitadores das trevas usam luz ou outros termos aparentemente inócuos, é sempre de desconfiar. O pacote sempre inclui mais coisas.
A Casa da Coruja é um desenho animado preocupante, pois retrata as reais e sobrenaturais forças do mal como boas — uma violação direta da Palavra de Deus, que diz: “Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, amargo.” (Isaías 5:20 NVI)
Esse desenho tenta intencionalmente expor o público infanto-juvenil do Disney Channel ao mundo das trevas e homosexualidade.
“Quando a [Criadora] Dana [Terrace] se aproximou de mim, ela disse que ‘estamos tentando tornar esse reino demônio uma parte da Disney,’ o que é algo que eu achava que não aconteceria,” disse o artista Ricky Cometa. “Nós realmente queríamos que esse reino demoníaco se sentisse à vontade, e apenas tivemos de descobrir como fazer isso.”
Pelo fato de que A Casa da Coruja apresenta a homossexualidade e entidades sobrenaturais más como boas, as crianças não têm a capacidade de compreender que isso está errado. Aliás, estudos sobre a influência de programas dos meios de comunicação comprovam que crianças que assistem a personagens cometendo pecados, como mentir ou roubar, na verdade não reconhecerão esses atos como ruins, a menos que o personagem seja imediatamente repreendido.
Se a bruxaria e a homossexualidade não forem rejeitadas e mostradas como males, as crianças não entenderão que a bruxaria e a homossexualidade são males. Dessa forma, elas serão doutrinadas a abraçar a bruxaria, a homossexualidade e tudo o mais que ideólogos esquerdistas promoverem sob a capa da negrolatria.
Com informações da CNN e Charisma News.
Versão em inglês deste artigo: Disney Confirms Its First Bisexual Lead Character in Cartoon Using Demons to Teach Girls How to Be Witches and Now… Lesbians Too
Fonte: www.juliosevero.com