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segunda-feira, 20 de julho de 2020

Só pra lembrar aos críticos do novo Ministro da Educação:: Universidades como Harvard, Yale e Princeton foram fundadas por evangélicos


Universidade de Harvard: onde fica, preço, como entrar e cursos ...
Universidade de Harvard, fundada por evangélicos
Uma Carta de Princípios divulgada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie sobre a contribuição do reformador João Calvino e dos cristãos evangélicos reformados para a educação dá informações pouco conhecidas na sociedade brasileira atual, que tanto aplaude universidades como Harvard e Princeton, e tanto critica os evangélicos. O documento informa que “muitas das maiores e melhores universidades do mundo foram fundadas por Reformados” e cita, além da própria Harvard e Princeton, a Universidade Livre de Amsterdam e Yale.
Leia os trechos do documento que mencionam os feitos reformados pela educação no mundo:
A Universidade Livre de Amsterdam, uma das melhores do mundo, foi fundada em 1881 pelo reformado holandês Abraão Kuyper, que mais tarde se tornou Primeiro Ministro da Holanda”;
“A Universidade de Princeton, também considerada uma das melhores do mundo, foi fundada em 1746 como Colégio de Nova Jersey. Seu fundador foi o Governador Jonathan Belcher, que era congregacional, atendendo ao pedido de homens presbiterianos que queriam promover a educação juntamente com a religião reformada”;
“A conhecida Universidade de Harvard foi fundada em 1643 pelos reformados, apenas seis anos após a chegada deles na baía de Massachussets, nos Estados Unidos. Sua declaração da missão e do propósito da educação, sobre a qual Harvard foi erigida, foi redigida da seguinte maneira: “Cada estudante deve ser simplesmente instruído e intensamente impelido a considerar corretamente que o propósito principal de sua vida e de seus estudos é conhecer a Deus e a Jesus Cristo, que é a vida eterna, (João 17.3); consequentemente, colocar a Cristo na base é o único alicerce do conhecimento sadio e do aprendizado”.
“A Universidade de Yale, uma das mais antigas universidades dos Estados Unidos, foi fundada na década de 1640 por pastores reformados da recém formada colônia, que queriam preservar a tradição da educação cristã da Europa. Essa é a universidade americana que mais formou presidentes dos Estados Unidos. Em seu alvará de funcionamento concedido em 1701 se diz: “…que [nessa escola] os jovens sejam instruídos nas artes e nas ciências, e que através das bênçãos do Todo-Poderoso sejam capacitados para o serviço público, tanto na Igreja quanto no Estado”;
“No Brasil, os Reformados trouxeram importantes contribuições para a educação, com a fundação de escolas e universidades e a influência nos meios educacionais”.
A Carta de Princípios 2009, intitulada “João Calvino e a Universidade”, é assinada pelo Chanceler do Mackenzie, Augustus Nicodemus Lopes, e foi elaborada com o apoio de outros estudiosos como Alderi Souza de Matos, Hermisten Costa Pereira e Franklin Ferreira.
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Pastor Milton Ribeiro é o novo ministro da Educação

     A Próxima Vítima dos esquerdopatas

   Ribeiro é doutor em Educação pela USP


Pr. Milton Ribeiro integra Comissão de Ética do governo Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro convidou o pastor Milton Ribeiro para comandar o Ministério da Educação (MEC). De acordo com a CNN Brasil, Ribeiro já aceitou. A expectativa é que ele seja anunciado publicamente ainda hoje.

O futuro chefe do MEC é membro da Comissão de Ética Pública da Presidência e vice-presidente do conselho deliberativo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, onde foi vice-reitor. Ribeiro também é pastor na Igreja Presbiteriana de Santos (SP).

Milton Ribeiro é doutor em Educação pela USP e mestre em Direito pela Mackenzie. Ribeiro também é graduado em direito e teologia.

Fonte: Pleno News

sábado, 27 de junho de 2020

Novo Ministro da Educação é negro evangélico

Julio Severo
O novo ministro da Educação sob o governo do Presidente Jair Bolsonaro é o professor evangélico negro Carlos Alberto Decotelli, de 67 anos.

                                       Presidente Jair Bolsonaro e Carlos Alberto Decotelli

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo em 26 de junho de 2020, Decotelli disse:
“Cresci dentro da Primeira Igreja Batista do Rio e sou voltado para as questões da crença neotestamentária do núcleo evangélico tradicional, como as igrejas Batista, Metodista, Presbiteriana. Frequentei escola dominical desde dois anos de idade e hoje sou membro da Primeira Igreja Batista de Curitiba. Nas convicções que estão na Bíblia, no Novo Testamento, eu acredito. Uma questão de fé. É assim que procedo na minha vida.”
Com esses princípios, há esperança de que ele adote posturas contra a ideologia de gênero. Não existe melhor e maior manual moral e ético do que a Bíblia. Todos os que a seguem são honrados. Apesar disso, na entrevista ele favoreceu um ponto notoriamente esquerdista: O sistema de cotas. Ele disse:
“O sistema de cotas é uma das políticas públicas que são positivas.”
Contudo, pelo fato de que ele respeita a Bíblia, os evangélicos podem orientá-lo a examinar todas as questões, inclusive cotas, sob a orientação da Bíblia, que valoriza o mérito, o trabalho e o esforço pessoal.
Não é de hoje que os evangélicos, que foram considerados vitais para a eleição de Bolsonaro, ansiavam um cargo de ministro da Educação. Logo no início de 2019, o televangelista Silas Malafaia havia recomendado o evangélico Guilherme Schelb para o Ministério da Educação, mas sua recomendação virou pó diante da influência do guru esotérico Olavo de Carvalho, que indicou seu adepto Ricardo Vélez.
Uma boa qualidade de Vélez: ele não gostava do socialismo. Duas péssimas qualidades dele: Ele não gostava de Trump, mas gostava de Hillary Clinton.
Quando Vélez virou desastre no Ministério da Educação, o próprio Bolsonaro confessou que o havia escolhido cegamente. Ele disse:
“Errei no começo quando indiquei Ricardo Vélez como ministro. Foi uma indicação do Olavo de Carvalho? Foi, não vou negar… Depois liguei para ele: ‘Olavo, você conhecia o Vélez de onde?’”
Mesmo com o fracasso de Vélez, Bolsonaro deu nova oportunidade a Carvalho, que indicou Abraham Weintraub em maio de 2019. Sem demora, Weintraub anunciou que uma de suas prioridades seria aumentar o número de creches. Minha reação veio no artigo “Ministro da Educação Abraham Weintraub e seu socialismo de direita ou estatismo de direita,” em que eu disse:
“O conceito de creche — de afastar a criança da mãe o mais cedo possível — é um conceito adotado, defendido e amplamente praticado no socialismo.”
Supõe-se que Bolsonaro não tenha dado a Carvalho oportunidade de fazer uma terceira indicação (desastrosa) porque logo no ínicio de junho de 2020, Carvalho chamou o governo Bolsonaro de “merd*,” dizendo que pode derrubá-lo.
Agora, Bolsonaro decidiu dar uma chance aos evangélicos.
Embora o professor Carlos Alberto Decotelli seja negro, as organizações esquerdistas do Brasil e dos EUA, que adoram louvar toda subida de negros ao poder nos países ocidentais, não fizeram nenhum elogio a subida desse evangélico negro brasileiro. Pelo contrário, a esquerda brasileira o está criticando sem parar.
Com oração e sabedoria da Palavra de Deus, ele vai vencer os obstáculos e abençoar a educação de milhões de crianças no Brasil.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Mídia tradicional fica furiosa após MEC pedir as escolas para que cantem o hino nacional; confira

Este pedido foi criticando por toda a imprensa esquerdista do país que odeia os valores nacionalista do Brasil, os partidos de esquerda também ficaram loucos e revoltados com a decisão.

Ministro da Educação - Ricardo Vélez Rodríguez

O Ministério da Educação enviou a escolas do país uma carta em que pede para que alunos, professores e funcionários sejam colocados em fila para cantar o hino nacional em frente à bandeira do Brasil em um ato patriota de respeito ao país.
O documento também pede que o momento seja filmado e enviado ao novo governo. A mensagem é assinada pelo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez.


“Brasileiros! Vamos saudar o Brasil dos novos tempos e celebrar a educação responsável e de qualidade a ser desenvolvida na nossa escola pelos professores, em benefício de vocês, alunos, que constituem a nova geração. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos!”, afirma a mensagem.
Porém, este pedido foi criticando por toda a imprensa esquerdista do país que odeia os valores nacionalista do Brasil, os partidos de esquerda também ficaram loucos e revoltados com a decisão.
Em nota, o ministério informa que a carta traz um pedido de “cumprimento voluntário” para o primeiro dia do ano letivo, o qual “faz parte da política de incentivo à valorização dos símbolos nacionais”. “Para os diretores que desejarem atender voluntariamente o pedido do ministro, a mensagem também solicita que um representante da escola filme (com aparelho celular) trechos curtos da leitura da carta e da execução do hino”, informa a pasta, em nota. O material deveria ser enviado para os setores de comunicação do MEC e da Presidência com “nome da escola, número de alunos, de professores e de funcionários”.

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) informou via Twitter que deve denunciar Vélez Rodríguez por crime de responsabilidade. “Isso é inadmissível”, disse.

O diretor da Abepar (Associação Brasileira das Escolas Particulares), Arthur Fonseca Filho, diz que o e-mail pegou diretores de surpresa e trouxe preocupação em relação às medidas. Ele classifica o pedido como “inconveniente na forma e no conteúdo”. “O mais complicado é sugerir que as escolas filmem. É ilegal fazer isso sem autorização expressa dos pais”, afirma. Outro problema, diz, é que o e-mail também não deixava clara a obrigatoriedade da medida. “Da forma em que foi proposta, ele sugere o cumprimento de uma ordem.”
Fonte: Gospel Geral